Capítulo dezesseis. - "Você é tudo."

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⌁

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Eu beijei o Bakugou. Puta que pariu.

A noite da pizza ainda estava rolando, mesmo sendo 00:30 o pessoal estava agitado e quase quebrando o dormitório inteiro. Eu ria, brincava e até mesmo dancei junto com Mina e Hanny. Eu tinha beijado o Bakugou, eu tava feliz pra caralho!

Quando minha ficha caiu, e eu vi que gosto daquele desgraçado, eu ainda estava com a Liga dos Vilões e tudo que eu queria era vir correndo só por ele.

Não posso pensar no que aconteceu lá. Não posso.

Porra, eu beijei o Bakugou! Confesso que foi meu primeiro beijo que eu cedi sem me sentir nojenta, e quando os braços dele se enrolaram pelo meu corpo... Puta merda!

Caralho, eu sentei no colo dele, meu Deus, eu... Confirmado, eu vou ficar maluca.

— Quem vai lavar a louça? — Midoriya indagou com os olhinhos fundos de tanto sono.

— Deixa que eu lavo! — respondi de imediato, me levantando do sofá.

— Eu vou te ajudar — a voz rouca do Katsuki ecoou pelos meus ouvidos, me fazendo arrepiar.

Eu sempre fui tão sensível em relação a ele assim?

Acenei com a cabeça indo em direção a cozinha junto com ele. Comecei a lavar a louça enquanto ele secava e guardava o que eu entregava — já limpo — pra ele. Eu não conseguia segurar meu sorrisinho bobo quando nossas mãos se encostavam "sem querer" na maioria das vezes, ou quando ele me encarava e descaradamente ficava olhando fixo pra minha boca.

Olhei pra trás e vi que só tinha Denki, Mina, Sero, Hanny e Kirishima na sala, e todos estavam distraídos demais pra olhar pra mim e pro loirinho.

— Vem cá — sussurrei pra ele e o mesmo se aproximou de mim. Fiquei nas pontas do pé, por causa da nossa diferença de altura e roubei um selinho rápido dele, com medo de alguém ver.

Ele guardou o último copo e prato que faltavam, logo colocando sua mão na minha cintura e sussurrando bem no pé do meu ouvido:

— Depois passa lá no meu quarto, mas se você não quiser, foda-se também.

Ele não deu tempo de eu responder, logo ele subiu para os dormitórios e me deixou ali plantada.

Eu vou enlouquecer.

— Ué, o Bakubro já foi? — a voz de Kirishima me tirou do transe.

— Ele disse que preferia ir dormir do que ficar aqui. Sabe como ele é, né — menti.

Fiquei ali com eles por mais uns dez a vinte minutos, logo falei que tava com sono e iria dormir.

Fui pro meu dormitório e tomei um banho, colocando uma blusa de moletom cinza e uma calça legging preta. Meu cabelo já estava passando do meu ombro e pela primeira vez, eu não senti vontade de cortá-lo até agora. Sentei na cama e tentei colocar meus pensamentos em ordem.

𝐓𝐎  𝐓𝐇𝐄  𝐒𝐓𝐀𝐑𝐒 - Katsuki Bakugou.Onde histórias criam vida. Descubra agora