sem chance para morrer

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          Eu sentia meu corpo cada vez mais fraco, tentei inpunhar a varinha em uma falha tentativa de defesa, "más porquê eu ainda estou tentando?, não tenho nada a perder nessa vida, sou a última Potter, a garota esquecidaeu realmente não tenho ninguém para me preocupar ".

Meus pensamentos eram tristes meus olhos lacrimejavam involuntariamente, ao poucos meus sentidos  estavam se esvaindo e minha vitalidade sendo puxada a força de mim, minhas pálpebras se fecharam. Esse é meu fim e já estou pronta.
A escuridão, é onde eu me encontrava, em um lugar vazio e silencioso, olhei ao meu redor ainda encontrando o vazio, dei alguns passos sentido frio em meus pés olhei para baixo e avia água, uma água turva que parecia profunda Dei mais alguns passos e não aconteceu nada nem um som de agua sendo agitada foi emitido, nem mesmo o som da minha respiração, continuei seguindo para qualquer direção e quanto mais eu avançava mais aquilo não mudava, parecia infinito ou tinta impressão que nem sai do lugar "sera que eu estou morta" me perguntava mentalmente, más isso já estava óbvio o problema é saber onde estou, no céu sei que não e talvez possa ser o inferno e aqui é onde eu vou ficar para eternidade. Eu não sabia por quantas horas eu caminhei mais parece que foi muito, pôr algum motivo eu me sentia exausta não aguentei e desabei meu corpo fazendo meus joelhos se chocarem na água fria, meu corpo estava pesado minha cabeça cabeça parecia querer estourar, sempre fui adepta do silêncio mais esse lugar possui um silêncio gritante.

Passei mais algumas horas na mesma posição,se esse é meu castigo não tenho muito o que fazer a não ser aceitar. Foi quando um ruído soou em meus ouvidos, levantei a cabeça e abri meus olhos olhando com cuidado em todas as direções, o ruído parecia cada vez mais alto e agora se assemelhando ao choro de uma criança, ergui meu corpo e passei a seguir esse estranho som que conforme eu dava os meus passos parecia cada vez mais alto, não muito longe vi algo que parecia ser um berço fui caminhando em direção um pouco aflita, poderia ser uma armadilha e eu não tinha nada para mim defender, aproximei-me do berço vendo que ali dentro tinha um bebê que assim que abriu os pequenos olhos e me viu parou de chorar imediatamente e abriu um lindo sorriso banguela, olhei bem aquela criança e me senti estranhamente feliz, analisei cada traço de seu rostinho notando certa semelhança com meu irmão James quando ele era um bebê, minha mãe tinha várias fotos dele pela casa, a semelhança era enorme exceto os olhos, os olhos dele eram de um tom verde Bonito

Depois do desaparecimento e suposta morte do meu irmão que me foi comunicado pelo próprio ministério eu não tinha mais ninguém, meus pais morreram cedo, eu e meu irmão não éramos tão próximos, sendo assim terminei meus estudos em bealtbatons fui para o Brasil me formei como auror e fui morar na Austrália trabalhando no ministério do país.

A sensação de estar perto daquela criança era ótima, sentia como se fosse alguém dá minha família e tinha de protegê-lo, aquele sorriso aquecia meu coração que era gelado a muito tempo, sentia me feliz, por mim esse momento poderia durar para sempre, "más tudo que é bom dura pouco" comecei a sentir uma sensação estranha nos pés, olhei para baixo e percebi que eu estava afundando tentei me mover mas parecia que afundava mais e mais, o bebê voltou a chorar como se fosse uma súplica para mim voltar a ficar ao seu lado eu tentei me debater e nadar más de nada adiantou e   meu corpo se afundou pôr completo, vi a última bolha de ar sair pelos meus lábios subir até a superfície então eu apaguei. E de novo a escuridão me engoliu

entregues a escuridão Onde histórias criam vida. Descubra agora