𝟎𝟏𝟕. 𝟏𝟕𝐡𝟓𝟏

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𝗘𝗦𝗧𝗘 𝖼𝖺𝗉𝗂́𝗍𝗎𝗅𝗈 𝗉𝗈𝗌𝗌𝗎𝗂 𝗍𝖾𝗇𝗍𝖺𝗍𝗂𝗏𝖺 𝖽𝖾 𝗌𝗎𝗂𝖼𝗂́𝖽𝗂𝗈. 𝖢𝖺𝗌𝗈 𝗏𝗈𝖼𝖾̂ 𝗌𝖾𝗃𝖺 𝖿𝗋𝖺𝖼𝗈 𝖺 𝖾𝗌𝗌𝖾 𝗍𝖾𝗆𝖺, 𝗌𝗎𝗀𝗂𝗋𝗈 𝗊𝗎𝖾 𝗉𝖺𝗋𝖾 𝖽𝖾 𝗅𝖾𝗋 𝖾𝗌𝗍𝖺 𝗁𝗂𝗌𝗍𝗈́𝗋𝗂𝖺 𝗂𝗆𝖾𝖽𝗂𝖺𝗍𝖺𝗆𝖾𝗇𝗍𝖾 𝗈𝗎 𝗉𝗎𝗅𝖾 𝗈 𝖼𝖺𝗉𝗂́𝗍𝗎𝗅𝗈.

𝖫𝖾𝗆𝖻𝗋𝖾-𝗌𝖾, 𝗏𝗈𝖼𝖾̂ 𝗇𝖺̃𝗈 𝖾𝗌𝗍𝖺́ 𝗌𝗈𝗓𝗂𝗇𝗁𝗈. 𝖢𝖺𝗌𝗈 𝗌𝖾 𝗌𝗂𝗇𝗍𝖺 𝗂𝗇𝗌𝗎𝖿𝗂𝖼𝗂𝖾𝗇𝗍𝖾 𝗈𝗎 𝗉𝖾𝗇𝗌𝖺𝗆𝖾𝗇𝗍𝗈 𝖽𝖾 𝗆𝗈𝗋𝗍𝖾 𝗉𝖺𝗌𝗌𝖾𝗆 𝗉𝖺𝗌𝗌𝖾 𝗌𝗎𝖺 𝗆𝖾𝗇𝗍𝖾, 𝗉𝗋𝗈𝖼𝗎𝗋𝖾 𝖺𝗃𝗎𝖽𝖺 𝖽𝖾 𝗎𝗆 𝖾𝗌𝗉𝖾𝖼𝗂𝖺𝗅𝗂𝗌𝗍𝖺, 𝗎𝗆 𝗈𝗆𝖻𝗋𝗈 𝖺𝗆𝗂𝗀𝗈 𝗈𝗎 𝗅𝗂𝗀𝗎𝖾 𝗉𝖺𝗋𝖺 𝗈 𝟣𝟪𝟪 (𝖢𝖾𝗇𝗍𝗋𝗈 𝖽𝖾 𝗏𝖺𝗅𝗈𝗋𝗂𝗓𝖺𝖼̧𝖺̃𝗈 𝖺 𝗏𝗂𝖽𝖺).

𝖵𝗈𝖼𝖾̂ 𝗉𝗈𝖽𝖾 𝗌𝗎𝗉𝖾𝗋𝖺𝗋 𝗂𝗌𝗌𝗈, 𝗆𝗎𝗂𝗍𝖺𝗌 𝗉𝖾𝗌𝗌𝗈𝖺 𝗉𝖺𝗌𝗌𝖺𝗆 𝗉𝗈𝗋 𝗂𝗌𝗌𝗈 𝗍𝗈𝖽𝗈𝗌 𝗈𝗌 𝖽𝗂𝖺𝗌. 𝖵𝗈𝖼𝖾̂ 𝖾́ 𝗂𝗆𝗉𝗈𝗋𝗍𝖺𝗇𝗍𝖾, 𝗏𝗈𝖼𝖾̂ 𝖾́ 𝗈 𝗌𝗎𝖿𝗂𝖼𝗂𝖾𝗇𝗍𝖾 𝖾 𝗉𝗋𝗂𝗇𝖼𝗂𝗉𝖺𝗅𝗆𝖾𝗇𝗍𝖾, 𝗏𝗈𝖼𝖾̂ 𝖼𝗈𝗇𝗌𝖾𝗀𝗎𝖾 𝗏𝖾𝗇𝖼𝖾𝗋 𝖾𝗌𝗌𝖺 𝗅𝗎𝗍𝖺!!

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ALLISON

𝗗𝗘 volta a Alexandria depois da reunião caótica que tivemos com o grupo de Hilltop depois de minha volta e Susana, decidimos declarar guerra aos Salvadores.

Decidimos que seria mais sensato Susana descansar bem sua mente e corpo antes de começar as buscas por comunidades aliadas. Com mais uma pequena reunião entre o pessoal principal de Alexandria, foi decidido que Susana também seria líder do departamento de inteligência na guerra, afinal, precisamos de alguém para bolar estratégias para ataque, ou se não, meu departamento é completamente inútil.

Para falar a verdade, a ideia principal de todos do grupo era praticamente "atacar sem rumo nenhum e ver no que dava", Susana que colocou juízo na cabeça de todos e dividiu tudo em departamentos.

Eu continuei a tomar conta do departamento de Ataque e Defesa e Coral continuou a ser a principal ajudante de meu pai, apenas quem recebeu uma nova função foi Carl, o garoto agora é responsável pelo departamento de Porte de Armas. Susana criou esse departamento para impedir as pessoas de pegarem a todo momento armas e irem atirando pelos lados caso ouçam apenas um barulho (o que parece que vai acontecer a qualquer momento).

- Allison? - meu pai entra lentamente em meu quarto. Com toda correria, não tivemos tempo de conversar - podemos conversar uns instantes? - faço que sim e ele se senta ao meu lado na cama.

Eu fico em silêncio por alguns instantes, pensando em como todos esses anos ele não se deu o trabalho de me explicar do por que minha mãe ser um ser humano tão horrível a partir do momento em que voltei a vida.

Eu acreditei por anos que eu era a culpada por ela ter mudado completamente, achei que América me odiava de verdade, mas era apenas a droga do Lírio-aranha-azul.

- Me desculpe por não contar a verdade sobre América para você.. - ele fala com a voz rouca, Luther está tentando não chorar.

- Eu passei todos esses anos achando que o problema era eu. Achei que minha própria mãe tinha virado um monstro por minha culpa, mas todo esse tempo, era apenas um vírus no comando.. - digo chorosa - Por que não me contou? Por que me deixou eu torturar a mim mesma dessa forma, sabendo que a culpa não era minha? - as primeiras lágrimas começam a cair de meus olhos, em instantes eu estarei aos prantos.

𝐑𝐄𝐏𝐔𝐓𝐀𝐓𝐈𝐎𝐍, 𝖢𝖺𝗋𝗅 𝖦𝗋𝗂𝗆𝖾𝗌Onde histórias criam vida. Descubra agora