prólogo

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os barulhos quelhe perseguem

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os barulhos que
lhe perseguem.

Junho, 1989.
Derry, Maine.


A CERCA DE UM ANO, Derry sofre com diversos desaparecimentos de crianças. Primeiro foi Betty Rimpson, depois Corcoran e mais crianças desapareceram depois, o que gerou um toque de recolher antes das sete da noite.

Por azar da família Denbrough, George fora a última criança a desaparecer naquela cidade pacata.

Alicia saia da escola quando avistou um pequeno grupo de quatro garotos jogando todo seu material escolar no lixo após o fim do primeiro semestre do ano. Um dos garotos era Bill Denbrough.

A Collins andava lentamente até a saída do local, observando tudo o que acontecia a seu redor. As meninas que conversavam sobre o que fariam no verão, alunos correndo até suas bicicletas, e a gangue de Bowers se aproximar dos amigos de Bill.

Alicia revirou os olhos quando avistou o loiro, como não podia fazer nada, apenas caminhou de volta para casa com pena daqueles meninos por serem atormentados por Bowers.

O centro de Derry não estava tão cheio naquele dia, as pessoas já fechavam suas lojas e corriam para suas casas. De repente, um garoto negro passou por ela, pedalando rapidamente sua bicicleta enquanto carregava dois pacotes de carne em sua cesta. Era Mike, o menino que estudava em casa.

Alicia deu de ombros e continuou andando para casa, logo o toque de recolher seria ativado e ela não queria ficar até tarde na rua, ela sabia o que poderia acontecer com ela.

Alicia deu de ombros e continuou andando para casa, logo o toque de recolher seria ativado e ela não queria ficar até tarde na rua, ela sabia o que poderia acontecer com ela

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A voz de sua mãe ecoou por todo seu quarto, o chamado para o jantar a fez despertar de seus pensamentos mais profundos. Alicia saiu de sua cama e calçou suas pantufas vermelhas, assim como seu pijama, e saiu do quarto.

O céu estava estrelado naquela noite, e a luz da lua iluminava o quintal grande da casa da família Collins. Os pais de Alicia estavam sentados lado a lado na mesa de jantar, esperando sua filha juntar-se a eles.

━━━━ Como foi hoje, querida? ⏤ sua mãe perguntou, tentando desfazer o silêncio tortuoso que se instalava na sala de jantar.

━━━━ Foi bom. ⏤ Alicia colocou um pouco de comida na boca, saboreando o delicioso jantar.

Seu pai estava calado, como sempre. A Collins mais nova não suportava olhar na cara de seu genitor, seu olhar era frio e maldoso, como alguém que não gostava da filha. Era isso que sempre sentia quando o via.

Foram longos minutos calados, até Alicia terminar seu jantar e levar seu prato para a pia.

━━━━ Vou para o meu quarto, boa noite. ⏤ fora a última coisa que a garota falou para seus pais antes de subir as escadas.

O quarto estava estranhamente desconfortável naquela noite, a sensação de estar sendo observada invadiu o peito de Alicia, que rapidamente fechou sua janela, com medo de alguém lá fora estar a observando.

Alicia pegou seu diário e uma caneta, e sentou-se em sua cama, começando a escrever em seu caderno.

Estava escrevendo sobre Bill Denbrough quando um barulho alto a chamou a atenção. O barulho vinha do banheiro de seu quarto.

A Collins levantou-se da cama e calçou suas pantufas novamente, andando lentamente até o local do barulho, com um certo medo invadindo seu peito.

Alicia tinha medo de insetos e animais perigosos, principalmente cobras, aranhas, ratos e baratas. Seus pensamentos apenas a levavam para mim possibilidades de ser um desses terríveis animais e insetos que poderiam ter invadido seu banheiro e estavam prontos para atacar-lhe.

Quem dera se fosse isso.

Quando Alicia abriu a porta, não tinha nenhum animal ali dentro. Apenas um barulho de gotas descendo pelo cano infinitamente, e um pedaço de algo vermelho na sua banheira.

A morena adentrou o local, olhando diretamente para sua pia, onde vinha o barulho alto.

━━━━ Estranho... ⏤ A collins sussurrou para si mesma.

Alicia deu de ombros e saiu do banheiro, sem dar importância para o barulho ou o que estava em sua banheira. Voltou para sua cama e deixou seu diário de lado, afim de escrever no dia seguinte.

A garota desligou seu abajur e dormiu serenamente, sem saber o que a esperava no dia de amanhã. Talvez o pior ou melhor dia de sua vida.


 Talvez o pior ou melhor dia de sua vida

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i. sejam bem vindos ao prólogo desta estória tão amada por todos! confesso que estou bem animada para a reescrita de Balloons e mal vejo a hora de tudo estar completo..
ii. votem, comentem e até o próximo capítulo!

𝗕𝗮𝗹𝗹𝗼𝗼𝗻𝘀 - 𝗕𝗶𝗹𝗹 𝗗𝗲𝗻𝗯𝗿𝗼𝘂𝗴𝗵Onde histórias criam vida. Descubra agora