thirty four | slow down, baby

5 0 0
                                    

Estamos brigando, - eu e Anna - como sempre...

-Anna: Eu estou cansada! Pra quê nós estamos noivas se não somos almas gêmeas?

Almas gêmeas nem sempre são um casal... - pensei -

-Olha, se você não acredita que nós somos sim almas gêmeas, eu não sei pra quê nós estamos discutindo... - falei calma -

-Anna: Você... Você nem me dá atenção! Você não sabe ser uma noiva, você nem sabe se é isso que você quer! - falou decidida -

-Não complica as coisas, por favor! O que você quer, hein? Você me pediu em casamento! Você que escolhe! A gente vai se resolver, se afastar, ou acabar com tudo? Por mim, tanto faz! Eu vou ficar bem com todos! - falei num tom arrogante -

-Anna: Você só pensa em você... - foi embora secando suas lágrimas no moletom -

-Não... Anna, vem cá! - falei seguindo ela -

-Anna: Que foi? - se virou pra mim -

-Eu falei da boca pra fora, não era pra te magoar! - segurei sua mão - Desculpa? - ela negou -

-Anna: Eu não vou mais correr atrás de você! Se vira pra achar alguém que esteja de acordo com um tanto faz! Você é famosa, encontra qualquer um por aí rapidinho! - me encarou enquanto apertava minha mão, não forte, mas de certa forma, confortante - É pro nosso bem, tá? - sorriu fraco - Nós vamos pensar direito se queremos continuar com nosso relacionamento!

-Às vezes eu acho que seria melhor se ninguém me salvasse aquele dia... - falei baixo e de cabeça baixa - Eu penso, e se eu não 'tivesse mas aqui?

-Anna: O que você está falando?

-Que se eu 'tivesse morrido, seria melhor pra todo mundo! - falei alto - Eu não aguento mais! É sempre culpa minha e com razão! Um dia vai dar certo e eu não quero ninguém chorando! - ela me encarou, seus olhos já estavam inchando de tanto chorar, enquanto os meus, já estavam com marcas de inchaço -

-Anna: Cala a boca! Você não sabe o que está falando! - disse fraco -

-Não, Anna! Você tá certa! Eu só penso em mim, nunca penso em ninguém! Eu tô virando uma filha da puta que só se dopa de remédios durante a madrugada inteira pra amanhecer e por um sorriso no rosto!

-Anna: Ei, - me abraçou - Desculpa, por ter colocado isso na sua cabeça! - falou cuidadosamente - Você não é nada do que eu falei... Eu falei da boca pra fora, tá? Você é incrível, eu nunca conheci uma pessoa como você!

-Mudou de ideia, foi? - me escorei na parede, deixando ela me abraçar -

-Anna: Não, nunca mudei minha opinião sobre você. Você merece tudo que tem e que vai ter, e também... - abaixou a cabeça no meu ombro,  disfarçando a cara de choro - Você é o amor da minha vida! Esquece tudo que eu falei! Eu fui muito dramática! - rimos -

-Tá! Você também é minha vida! E... Faltou um complemento aí!

-Anna: TE AMO! - falou alto, com uma risada gostosa de escutar, segurou meu rosto e balançou minha cabeça de leve -

-TAMBÉM TE AMO! - a abraçei e beijei o topo de sua cabeça -

-Anna: Eu posso... Fazer uma coisa?

-Pode! - me beijou. Ai, caralho! Eu fiquei tão aliviada que deu tudo certo... -

-Anna: Eu sabia que a gente não ia ficar brigada! - rimos -

-Por algum motivo, eu também... - a abraçei -

-Anna: Ah, porra! Eu queria estar fudendo com você pela casa inteira!

-Hum... - a encarei com um sorriso bobo - Tô com dor de cabeça! Nossa discussão foi muito desnecessária!

-Anna: Eu pedi pra você ir pra uma festa sem mim? E ainda rebolar num cara qualquer!

-Só não vamos brigar novamente! - me abraçou.

-Anna: Nossa, Vitória você fica tão sexy brava!

-Para! - falei rindo - Você ainda mais! Gostosa desse jeito, eu iria rebolar em você até parar de andar! Pena que eu tô com sono!

-Anna: Não tem ninguém em casa aproveita! - agarrou minha cintura - E outra que daqui a pouco temos que trabalhar, anda! Se você não tirar suas roupas eu mesma tir--

A cortei com um beijo, nossas línguas estavam em uma batalha! Quanto mais tempo eu continuava ali, mais minha região pulsava e gritava para que estivesse à mostra pra Anna.

-Tira essa merda logo! - falei ofegante -

Me atacou com um beijo cheio de desespero, nós duas formamos uma bela dança com nossas línguas. Sua mão direita agarrava minha coxa e sua outra mão estava na região do meu pescoço.

Anna foi tirando minhas roupas com uma certa dificuldade, sem tirar os olhos de mim. Caralho se fosse por mim, eu gozava só de olhar pra ela.

Minhas roupas finalmente estavam jogadas num canto, eu só conseguia ver Anna com um sorriso bobo vendo qual parte iria atacar primeiro.

Meus peitos foram eleitos, após ela pensar muito. Sua língua quente rodeava o bico, enquanto uma de suas mãos ocupadas massageava o outro.

Seu trabalho acabou por ali. Logo ela viu minha intimidade comlpetamente molhada, foi então onde ela me sentou no chão e introduziu dois dedos na minha entrada.

Eu rebolava loucamente contra seus dedos, ela estava fazendo exatamente o que eu estava precisando. "Anna, acelera!" "Vai mais rápido, baby" "por favor mais rápido!" Era tudo que saía da minha boca naquele exato momento, exceto alguns palavrões.

Ela atacou meu pescoço, deixando um provável  chupão, minhas unhas estavam cravadas em suas costas, deixando ela toda marcada.

Quanto mais rápido ela estava indo, eu estava sentindo, estava chegando perto! Meu corpo está com as costas fora do chão pelo efeito da vibração, porra tá chegando!

Meu corpo relaxou com a vibração, depois de longos gemidos pedindo pra ela parar. Ela é teimosa! Isso é bom por algum motivo... Logo ela me abraçou e beijou meu pescoço, inalando minha fragrância.

-Porra, foi perfeito!

-Anna: Foi, é? - beijou minha bochecha enquanto eu assentia -

-Te amo!

-Anna: Também te amo! - me encarou - foi tão bom assim? - assenti -

-Caralho, a gente nunca transou assim... Eu queria fazer isso mais vezes, hein?

-Anna: Hoje? - dei de ombros -

-Tanto faz! O que você quiser!

-Anna: Ah, se for assim, no seu banheiro lá na empresa!

-Engraçadinha! - me beijou -

Srta. Routlegde Cameron Onde histórias criam vida. Descubra agora