𝟎𝟐 - 𝐩𝐫𝐨𝐯𝐨𝐜𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬

15 3 2
                                    

    Alastor já encontrava-se acordado. Não havia dormindo a noite, decidiu fazer o café da manhã naquele dia.

      ─ Bom dia... - Angel apareceu na cozinha. - Está cozinhando o que? - perguntou abrindo a geladeira.

    ─ Nada de interessante.
─ Oh, entendi. - Dust pegou um copo de água e foi até a sala principal.

    Alastor deixou a cozinha com uma caneca média com café até a metade e sentou-se a mesa, encontrando lá um Jornal Do Dia.
─ Vamos para as notícias. - abriu o Jornal e iniciou sua leitura.

    ─ Woah! Bom dia Alis. - Charlie apareceu sendo seguida de Lúcifer e Vaggie.

    ─ Bom dia. - Alastor cumprimentar sem tirar seus olhos do papel.

    Lúcifer ia a caminho da cozinha até Alastor perceber e o seguir até lá. - Vai cozinha, Lúcifer? - Alastor o provoca.

    ─ Não enche, Alastor. - Lúcifer o repreendeu.

    ─ O que irá cozinhar? - o demônio da Rádio perguntava.

    ─ Panquecas. - Lúcifer pegava uma vasilha e adicionava os ingredientes.

    ─ Wow! Nunca imaginaria que o grandioso Rei Lúcifer cozinharia para os hóspedes de nosso hotel! - Alastor ria. - Precisa de uma ajuda?

    ─ A melhor ajuda vai ser você metendo o pé da cozinha agora. - Lúcifer o encarou.
Alastor apenas bufou enquanto Apoiava-se no balcão e observando Lúcifer cozinhar. - Vai ficar aí mesmo?

    ─ Uhum. - Alastor o encarou bater a massa.
Lúcifer colocou as panquecas para finalmente ficarem prontas e encostou ao lado de Alastor. - O que? - via o demônio da Rádio o encarar.

    ─ Nada... - o encarou. - Lúcifer...

    ─ Diga Alis. - o encarou.
Alastor sorria e deu um peteleco em sua testa. - Filho da puta! - Lúcifer o encarou surpreso. - Você tem questão que posso lhe transformar em pó?! - Lúcifer o ameaçou.

    ─ Sei. - o mais alto deu de ombros.
Vendo Lúcifer bufar e finalmente terminar as panquecas e saindo da cozinha, Alastor foi sentar-se ao lado de Vaggie.

    ─ Oi. - Vaggie o olhou.

    ─ Olá. - sorriu educadamente. - A companhia de Lúcifer está fazendo bem?

   ─ Uhum. - ela sorriu.

   ─ Entendi. - Alastor foi para seu quarto.

---

   ─ AH! O que esta fazendo aqui? - Charlie assustou-se com a presença de Alastor.

   ─ Olá querida. - Alastor inclinou-se. - Preciso de sua ajuda.

   ─ O que você quer? - Charlie colocou sua mão em deu peito, onde indicava o coração.

   ─ Bom, é algo simples. Você consegue ir até a cidade Canibal e trazer alguns dedos para comer? - perguntou.

   ─ Oh, claro. - Charlie sorria. - Estava precisando sair, então passo lá e pego sim! - Morningstar se retirou.

   ─ Obrigado, querida. - Alastor acenava para ela.

   ─ HÁ! - escutava-se um grito vindo do quarto do Morningstar mais velho. - Consegui! - pulava de alegria.

   Toc Toc, eram batidas na porta de Lúcifer, que foi rapidamente abrir. - Oi, o que foi?

   ─ Que porra foi isso? - Alastor irritado perguntou. - Esse grito foi o que?

   ─ Olha! - os olhos de Lúcifer brilhava ao mostrar seu novo pequeno patinho de borracha. - Um patinho de borracha acrobata!

   ─ Uh... Um pato? - Alastor ria. - Lúcifer, você é o rei dessa porra toda, e fez um pato? Hilário.

   Lúcifer encarou o pato, sentindo lágrimas caírem de seu rosto. - Ma-mais eu gosto deles...

   ─ Que voz é essa, reizinho? - Alastor o encarou. - Esta chorando? - levantoi o queixo de Lúcifer.

   ─ Não é da sua conta! - virou-se e bateu a porta, sentando-se ao lado da porta encolhido.

   Oh meus Patos. Não ligue para o que aquele idiota do Alastor fala! Ele é um merda que não gosta disso... Lúcifer sentia mais lágrima escorrerem.

   ─ Eu não falei aquilo por maldade. - Alastor sentou ao lado de Lúcifer.

   ─ O que está fazendo aqui? - limpou as lágrimas com a feita da mão.

   ─ Vim te consolar. - Alastor passou seu braço pelo ombro de Lúcifer.

   Lúcifer fungou olhando para o demônio da Rádio.

   ─ Deite-se, você está cansado.

   ─ Mais ainda está cedo... - Lúcifer encarou seu pato.

   ─ O que esse pato faz? - olhou o pato.

   ─ Acrobacias. - olhou o pato dá uma cambalhota.

   ─ Wow... Surpreendente. - Alastor sorriu.

   ─ Gostou? - perguntou e o maior concordou.

   Alastor sorria para Lúcifer que fungava. - Qual o sentido de você gostar deles?

   ─ Eles me faziam companhia desde que Lilith levou Char de mim... - abaixou sua cabeça olhando para braço. - Sinto falta de Lilith.

   ─ Ela está longe agora, deve não se importar consigo nem com sua filha. - Alastor respondeu curto. - Tente esquecer ela. Irei te deixar sozinho.
.
.
.

Você leu todos os capítulos publicados.

⏰ Última atualização: Nov 08, 2024 ⏰

Adicione esta história à sua Biblioteca e seja notificado quando novos capítulos chegarem!

To Lover. - RADIOAPPLEOnde histórias criam vida. Descubra agora