•|𝙲𝚑𝚊𝚙𝚝𝚎𝚛 𝚃𝚠𝚘|•

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📍Brasil - Goiânia - Go.

QUATORZE DE FEVEREIRO.
SEXTA-FEIRA.

>>> Marília Mendonça.

12:30

Eu praticamente acabei de chegar em casa, e eu simplesmente não sei se eu acho bom de ir trabalhar ou não, mas mesmo assim vou ficar devendo pro seu Zé.

Pelo que eu vi, o homem que a minha mãe, que Deus a tenha, me fez, não tá em casa, então eu posso arrumar ela confortávelmente.

Coloquei um toper branco, um shortinho da Calvin Klein, na verdade é uma cueca que eu roubei do meu amado irmão que infelizmente, não mora com a gente.

Loira.

Bom, eu amarro o meu cabelo, enrolando ele em um coque, calço uma havaiana minha e arrumo o meu quarto, organizando ele por completo

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Bom, eu amarro o meu cabelo, enrolando ele em um coque, calço uma havaiana minha e arrumo o meu quarto, organizando ele por completo.

Organizo o meu banheiro, limpo ele e desço as escadas com o lixo, deixando ele no quintal de casa.

Organizo a sala que o corno folgado do meu pai, suja tudo com drogas e bebidas e como sempre, eu limpo.

Limpo todos os móveis com o produto veja, amenizando o fedor de drogas ou tentando, pelo menos. Vou pra cozinha, começo a organizar ela, lavo algumas louças que estavam na pia, ponho a água do arroz pra esquentar, passo uma vassoura na casa, um pano de chão pra tirar o fedor da casa, ou pelo menos tentar, seilá.

Corto cebola e alho e ligo o fogo pondo a panela e os ingredientes principais na panela, contando com o arroz e o óleo antes do alho e Cebola, é claro! Misturo tudo até refogar e apago o fogo da água e jogo a mesma na outra panela com cuidado, ponho a quantidade de sal ideal, pra ninguém ir parar no hospital por conta da pressão alta, tampo o arroz e deixo ele no fogo.

Quando eu ia cortar a mistura, alguém toca a campainha e eu vou até a porta e a lo fala que é ela, abro a porta e ela entra, fecho a porta e nós nos cumprimentamos indo pra minha humilde cozinha.

Lorena: e aí, cadê o safado do corno do seu pai? - dou de ombros e ela ri me fazendo fazer o mesmo.

Eu: eu cheguei em casa e ele não tava, mas até que é bom, ele deve tá comendo alguém. - Lorena assente sorrindo e o meu olho começa a lacrimejar e eu sento na cadeira em frente a mesa

Lorena: oque foi, lila? - ela senta do meu lado. - é ela né? - assinto e limpo o meu rosto. - amiga, procura por ela, coração de mãe sabe de tudo, assim dizem os mais velhos, mas eu acredito nisso também.

𝙑𝙚𝙣𝙙𝙞𝙙𝙖 𝙖𝙤 𝘿𝙤𝙣𝙤 𝙙𝙤 𝙈𝙤𝙧𝙧𝙤.- 𝙈𝙪𝙧𝙞𝙡𝙞𝙖Onde histórias criam vida. Descubra agora