PARTE III - lavanderia

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(JK puxa o braço de V e apontou para o outro lado)

JK: Olha, ela está saindo, vamos seguir ela.

V sabia que era uma péssima ideia, mas também queria fazer algo. A seguiram com cautela, tomando espaço para não serem percebidos. A moça andou por mais três quarteirões e parou na frente de outro local, as luzes estavam acessas, e parecia mais iluminado que o último. parecia uma lavanderia 24 horas. Eles sessaram os passos e esperaram, ela realmente entrou no local. Logo depois, viram ela com um outro uniforme, não mais o avental de antes. Agora uma camisa azul clara com o logo da lavanderia estampado. Em movimento pelo ambiente ela colocava roupas nas máquinas enquanto conferia o andamento de outras. O local estava vazio, apenas ela. Seria o momento "perfeito" para abordá-la.

(V olhou no relógio ajustado para o horário local)

V: Como ela consegue? Ela estava trabalhando exausta no bar até agora pouco e agora está lavando roupa, como ela ficará até o final dessa noite?

JK: Precisamos entrar em falar com ela.

V: O que vamos falar?

JK: Não sei, na hora a gente vê.

V: Não é tão simples, ela pode se assustar de verdade.

JK: Já disse que não hora a gente vê o que faz.

Quando V percebeu, JK já estava na porta da lavanderia abrindo-a para entrar, correu atrás dele e entraram juntos no local. A moça que estava de costa apenas murmurou um cumprimento de boa noite e disse que iria atendê-los logo mais.

JK: Podemos te ajudar?

Moça: Oi?

Nesse momento ela se virou e viu V tirando a máscara, ela o reconheceu. Em seguida JK também tirou a máscara e o boné.

(Choque)

As roupas úmidas que estavam em suas mãos foram soltas e caíram no chão. Ela se segurou na máquina que estava na sua frente, pois o mesmo poderia acontecer com o seu corpo em seguida.

Moça: Realmente, privação do sono é muito perigoso, agora eu estou tendo alucinações. Como eu posso imaginar que o Jungkook e Taehyng estão aqui, eu já nem consigo mais diferenciar a realidade de fantasia.

(Ela riu, porém foi interrompida por JK)

JK: Moça, não é alucinação.

Ela se virou e viu que ambos estavam se aproximando, a cada passo, sua visão escurecia e ela caiu no chão desmaiada (atordoada), talvez pelo choque, talvez pela exaustão. V correu até ela, assim como JK para segurá-la. Eles perceberam que ela estava respirando, mas totalmente inconsciente. O que fariam, era muito perigoso esperar ali, poderia entrar alguém. Também era muito perigoso levar ela a um hospital, eles seriam questionados e reconhecidos.

V: Só tem um jeito.

Em seguida, na frente da lavanderia parou uma Van preta, dois seguranças saíram e entraram na lavanderia, ajudaram a pegar a Moça e a colocar dentro da Van. JK colocou a cabeça dela em seu colo, seus cabelos estavam úmidos talvez por causa da leve chuva que acompanhou ela durante esse trajeto. Ao redor de seus olhos estavam fundos, escuros como se ela não dormisse a dias.

JK: Vamos direto para o hotel.

O sete em mimOnde histórias criam vida. Descubra agora