capitulo 1-MILMIL

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                            - QUARTO -

Os sussurros fracos quase sem som algum dava ao ambiente um ar sensual, o pequenos barulhinhos de ambos os corpos trazia uma certa cumplicidade entre os dois,suas almas estavam entrelaçadas em puro êxtase.Carícias sobre o corpo menor eram deixadas com carinho e cuidado tal qual uma pedra preciosa.

Uma cena tão real e erótica! Nem mesmo nos mais perversos devaneios de kusuru conseguiram fórmula o quão sensual é belo era suwa naquele momento, o quão frágil parecia o homem em seus braços ou então o qual delicioso,apertado e suculento era o interior do seu homem, aquele que lhe levava ao puro êxtase.

Palavras de carinho saiam da boca do kusuru,porém,não chegavam perto dos xingamentos formigamentes proferidos pelo loiro, mesmo que não admitisse á si mesmo suwa gostava muito, mas não se limitava apenas a eles também tinha uma certa "admiração" pelos puxões em seus cabelos, dos tapas que ele dava em sua bunda, sua mente se enchia de fulgor só de pensar.....

-ESCOLA-

Não muito longe dali, Miri aguardava ansiosamente a chegada de seu pai, Kazuki. O tempo passava e ele parecia estar um "pouco" atrasado. Será que ele não viria buscá-la? Essa preocupação pairava na mente da menina enquanto ajustava seu belo vestido azul.

"Miri-chan, está tudo bem?" - A voz da tia da creche, Anna-cha, rompeu os pensamentos de Miri.

"Sim, mas meu querido papai Kazuki está demorando um pouco." - respondeu a menina, com uma expressão séria e incomum em seu rosto.

"Miri-chan... talvez seus pais estejam ocupados. Se desejar, posso levá-la até eles." - sugeriu gentilmente Anna-cha, notando a situação. A creche estava quase vazia, com apenas duas crianças sob supervisão de outro professor, então não haveria problema em acompanhar Miri até sua casa.

"ANNA-CHA!! SÉRIO MESMO?" - exclamou Miri com os olhos brilhando de felicidade, revelando sua inocência infantil.

"Sim, já está um pouco tarde e não posso deixá-la sozinha... Além disso, sua casa é bem próxima daqui. Não se preocupe." - respondeu Anna-cha com um sorriso acolhedor. Enquanto a pequena Miri ria e pulava de alegria, ela se aconchegou nos braços generosos de sua professora. Anna-cha avisou ao outro professor que iria levar Miri para casa.

                      -PRÉDIO-

"Miri-chan, ouvi um imprevisto, só vou poder acompanhar você até o elevador... Você sabe qual é a porta da sua casa?" - Anna-cha recebeu uma ligação do professor que ficou na creche, informando sobre uma reunião de última hora com outros professores para discutir planos para a Páscoa que se aproximava.

"Sei sim, Anna-chan. Não se preocupe. Ah, muito obrigada por me trazer até aqui!" - Miri respondeu com seu tom animado habitual, enquanto Anna-cha se dirigia para a entrada/saída do local, um pouco preocupada em deixar Miri ir sozinha até seu apartamento. Ela não se perdoaria se algo acontecesse com a pequena, mas estava extremamente atrasada para a reunião.

"AQUI HAHAHAHA." - Miri apontou para a porta correta, orgulhosa, pegando o cartão que Kazuki havia dado a ela caso precisasse.

Destrancando a porta, Miri pegou sua bolsa. Nas pontinhas dos pés, abriu a porta e, após alcançar seu objetivo, fechou-a. Tirou os sapatinhos e jogou-os em qualquer lugar antes de correr em direção ao quarto dos pais, imaginando que provavelmente estariam lá trabalhando em alguma coisa no notebook.

"PAPAI REI! PAPAI KAZUKI!" - Miri gritava chamando pelos adultos.

Miri, com passos cautelosos ecoando pelo corredor sombrio, sentia o coração bater descompassado no peito, alimentando a ansiedade que se enraizava em sua mente inquisitiva. Ao se aproximar da porta que guardava os segredos de seus pais, um arrepio percorreu sua espinha, como um aviso silencioso do perigo iminente.

Ao pressionar o ouvido contra a madeira gasta, os murmúrios distorcidos e gemidos abafados invadiram sua percepção, criando um turbilhão de dúvidas e temores. A voz rouca de Kazuki entrelaçava-se ao lamento sufocado de seu pai Rei, criando uma sinfonia dissonante que ecoava na mente de Miri como um enigma a ser decifrado.

A incerteza pairava no ar carregada de tensão, enquanto Miri lutava para discernir a verdade por trás da fachada familiar outrora inabalável. O dilema moral se erguia como uma sombra sobre seu coração compassivo, questionando os limites entre lealdade e justiça, amor e sacrifício.

No limiar entre a revelação e o desconhecido, Miri se via diante de uma encruzilhada emocional, onde as escolhas do passado ecoavam no presente com consequências imprevisíveis. A coragem e a determinação se mesclavam à angústia e ao receio, enquanto o destino dos entes queridos pendia na balança do destino, miri sentia medo.

Miri abriu a porta sem mais nem menos e se deparou com seu pai Kazuki coberto por um lençol grosso, enquanto seu pai Rei estava embaixo com as pernas nos ombros do loiro. Ficou confusa, sem entender o que estava acontecendo.

Logo percebeu que algo não estava certo e gritou: "PAPAI KAZUKI, PARA DE BATER NO PAPAI REI!" Em seguida, fechou os olhos e correu em direção aos homens, que estavam com os olhos arregalados e os rostos corados.

Ao se aproximar, ouviu Kazuki desesperado exclamar: "MI-MI-MIRI!!!!! O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI? NÃO ERA PRA ESTAR NA ESCOLA?" Antes que pudesse compreender completamente a situação, Miri da um junte no rosto de seu pai Kazuki.

-miri?........kkkkkkkkkk...

   UM TEMPO DEPOIS

Miri, com os olhos brilhando diante da ideia do jogo "Milmi", animadamente pergunta: "POSSO JOGAR TAMBÉM?" ao que Rei e Kazuki respondem em uníssono: "NÃO", enfatizando a importância da união entre eles.

A cena prossegue com Miri, agora triste por não poder participar do jogo, enquanto Rei e Kazuki se sentem constrangidos pela situação. Em um momento de humor inusitado, eles fazem um juramento de nunca mais praticar certas atividades em casa e asseguram que Miri está sob os cuidados atentos de Kyu.


(Desculpem a demora)

Gente se foder na moral wattdick da desgraça, que desgraça, demorou um maior tempão para postar essa desgraça não queria carregar só aparecia tela  preta vai se fuder,vai se fuder.

Se tiver erro de português eu não quero saber tlgd?

Beijos no ânus

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