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"A versão mais bonita de ti é a vulnerável"
MARIÁ 🐈⬛
Mariá: Heitor, Eu tô falando com você...- eu falei tentando segurar no braço dele quando finalmente chegamos do lado de fora aonde o som estava bem mais baixo e também tinha bem menos pessoas
Heitor: Eu falei pra você que tava indo, não era nem pra tu tá aqui cara..- ele falou sem olhar pra mim procurando as chaves do carro no bolso. Ele tava mal se aguentando em pé. De um minuto pro outro ficou totalmente diferente, e eu agradeci quando ele saiu lá de dentro. Com certeza se o Henrique percebesse aquela mudança nele ia dar ruim.
Ele ia ser grosso, eu sabia que sim. Mas ir atrás foi uma escolha minha. Eu não ia deixar ele sozinho naquele estado. Ele tava totalmente fora de si, alucinando, sei lá que droga era aquela. Eu não ia virar as costas, e mesmo doendo eu ia ouvir tudo que viria depois porque eu sei que ele já tinha feito muito mais por mim.
Mariá: Tá bom, não precisava você falar comigo Heitor, só deixa eu te levar em casa, olha teu estado...- eu apontei pra ele que continuava a procurar a chave xingando tudo quanto palavrão
Heitor: Mariá, sai da minha frente cara.. tu não sabe de porra nenhuma e eu não quero descontar nada em tu, namoral..- ele falou segurando no meu braço e até daquele jeito ainda sim ele era carinhoso.
Ele tirou o óculos do rosto e eu engoli a saliva do olhando pra ele. Meu peito apertou de um jeito que não consigo explicar..
A pupila dele tava dilatada, ele tava com a respiração acelerada, andando de um lado pro outro. Se ele entrasse naquele carro eu não sabia o que ia acontecer.
Eu vi que a chave do carro realmente não estava ali , com certeza ele tinha deixado lá dentro. Eu virei as costas pra voltar lá dentro e ouvi uma voz conhecida me chamando me fazendo olhar pra trás.
Eu passei a mão no rosto tentando me recompor e não deixar transparecer a situação de merda que estava ali e quando eu virei era o Conrado. Eu fiquei suspensa de ver ele ali, normalmente o único lugar que eu o encontrava era no hospital, sempre que ia levar o irmão para as sessões de químio. Eu o cumprimentei com dois beijos do rosto e vi o Heitor cruzar os braços encostando no carro olhando na nossa direção.
Conrado: Tá tudo bem ?.- ele me olhou parecendo meio preocupado.- Eu ia falar com você, mas vi você saindo quase que correndo de lá de dentro..
Mariá: Poxa eu não te vi lá.- eu sorri tentando disfarçar.- Mas foi bom ver você, como está o Mateo ?
Conrado: Tem certeza ? Você não quer que eu fique com você ?