𝟎𝟏𝟗. 𝐀 𝐆𝐑𝐀𝐍𝐃𝐄 𝐆𝐔𝐄𝐑𝐑𝐀

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𝗡𝗔̃𝗢, não, não, não. Os muros caíram. Os Salvadores invadiram Alexandria. Minha mãe invadiu Alexandria.

Correndo com minha vida até os grandes portões destruídos de Alexandria eu vejo ela. América Carter, minha mãe, estava em pé ao lado de um tanque de guerra. Negan estava ao seu lado, balançando aquele maldito taco cujo deu o nome da falecida mãe de Susana.

América deu um tipo de sinal e mais uma explosão aconteceu. Foi devastadora, olhei para trás e vi diversas casas caindo e as ruas sendo completamente destruídas.

Continuei correndo até chegar finalmente ao portão. Cara a Cara com minha mãe percebo sua sede de sangue. Ela estava incontrolável.

Estávamos tão perto de um antídoto para o lírio-aranha-azul! Como isso foi acontecer? A culpa é minha, eu fiquei adiantando o ataque aos Salvadores. Pessoas estão mortas ou morrendo e novamente a culpa é minha.

— Allison, é bom lhe ver — América sorriu de forma cínica. Encarei a mulher e olhei de canto, Susana estava logo atrás com nosso "exército" quase pronto para o ataque. Susana fez sinal para que eu enrolar a mulher, assim farei.

— Mãe.. Eu sei que essa não é você — me aproximei lentamente — é aquela maldita flor. Podemos concertar tudo, apenas confie em mim..

— Acha que quero mudar? Vergonhosa como sempre — ela riu fraco e iria novamente dar o sinal para lançarem as bombas, mas eu gritei.

Concentrei-o para que atingisse apenas América e os Salvadores, Alexandria não poderia sofrer mais danos.

Muitos Salvadores caíram no chão mortos ou os mais fortes apenas desmaiados, a única pessoa que apenas ficou desnorteada foi América, ela caiu de joelhos no chão com as mãos nos ouvidos.

— Maldição! — A mulher se ergueu do chão. Olhei de canto e já estávamos prontos para atacar os outros salvadores. Eu iria lutar de frente com minha mãe agora.

Os Salvadores que restavam levantaram e começaram a atacar enquanto nós revidamos. Infelizmente não podia prestar muita atenção, já que minha mãe se aproximava furiosa.

A mulher sacou um Arco e Flecha e começou a atirar, aquelas flechas certamente tem veneno do lírio-aranha-azul.

Com as chamas em minhas mãos, começei a desferir golpes em América, a mulher desviava deles com exito enquanto ainda continuava a lançar suas flechas.

Ela parou por um segundo, abaixou sua arma e gritou, me fazendo cambalear para trás desnorteada. Droga! Será que ela já dominou todo o poder? Sendo assim eu terei que desferir golpes mais fortes de fogo e assim no finalizar com o grito.

Me levantei e no momento em que iria desferir mais um golpe, mais um visão me vem. A mesma visão de antes.

❛❛  — Já acabou para você mãe, desista e nos deixe traze-lá de volta! — me aproximei mais de minha mãe, ela estava completamente acabada, mas é como se eu soubesse que isso ainda não acabou.

— Eu ainda tenho uma carta na manga — sorriu. Do que ela estava falando? — eu descobri onde seu pai está a trabalhar em uma cura e mandei meus salvadores atrás — Não. Não. Não. Não. Coraline. Pai — olhe para trás.

Virei lentamente e lá estava minha visão do inferno. Coraline e meu pai estavam com armas apontadas em suas cabeças por Salvadores. Maldição!

Notei que na mão de Coraline estava uma seringa. Eles descobriram a cura.

— Allison.. — Coraline sussurrou chorosa. Não, eu não podia perder nenhum dos dois

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⏰ Última atualização: Feb 09 ⏰

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𝐑𝐄𝐏𝐔𝐓𝐀𝐓𝐈𝐎𝐍, 𝖢𝖺𝗋𝗅 𝖦𝗋𝗂𝗆𝖾𝗌Onde histórias criam vida. Descubra agora