Sai de lá, deixando Bakugou perto da morte. Queria que ele morresse lentamente. Meus pés arrastavam pelo caminho ate a escada, eu já me sentia esgotada. Ver todos que eu amei morrem em minha frente, o pior, matar quem eu chamava de amigo. Segurei na escada e me agachei, respirei fundo.- Vamos acabar com isso logo. - falei, balancando a cabeça e me levantando
Voei para longe dali e fui em direção a minha casa. Ao chegar perto da propriedade, pude ver seguranças por toda a parte. Sabia que se meu pai tivesse dado ordens eles não exitariam em me atacar. Então, não vou exitar também.
Assim que meus pés tocaram no chão, matei todos que estavam no alcance de meus olhos. Entrei voando a procura de meu pai. Izuku não estava em casa aparentemente. Então, seria uma conversa de Pai pra Filha sem qualquer interrupção. Todos eu apareciam em meu caminho eu matava. E não havia um sinal do meu pai por toda a casa.
Voei ate o último segurança vivo da casa e o segurei pelo colarinho.
- Onde ele esta? - o perguntei, com raiva.
- Ele-ele saiu. - ele falou. - Não sei para onde. Ele-ele so entrou no carro e saiu dirigindo por ai.
- Quando foi isso?
- Não se-sei. Acho que foi como 3h atrás. Acho que ele voltara em breve.
- Okay. - falei. O soltei e me virei de costas. - Está dispensado.
- O-obrigado. - ele falou. Antes mesmo que ele pudesse da um passo para qualquer direção, eu o mato.
- Não há de que. - falei e andei pela casa.
Escuto um estrondo vindo da entrada principal da casa. Voou ate lá para ver o que é, ou melhor, quem. Tomo um shock com que eu vejo, tento parecer o maus calma possivel.
- Você ainda esta vivo? - perguntei ao Bakugou.
- Você achou que isso seria suficiente para mim? - ele respondeu, ironico.
Realmente, sim. Eu tinha quebrado seu pulso esquerdo, seu nariz, e enfiado uma barra de metal em seu estômago. Nunca achei que ele consegueria vim até aqui com tantos machucados.
- Caso você não saiba, mas hemorragia é o que mais causa morte de um indivíduo. - falei irônica.
- Continuo... achando que isso não é o suficiente para mim... - ele falou, com um pouco de dificuldade.
- Ahaha, não tenho tempo para isso, Katsuki. Vou acabar com isso agora. - falei, e me aproximei dele rapidamente, o segurando pelo pescoço e o levantado do chão.
Ele riu. Senti algo me espetar na costela. Me afasto dele rapido e coloco a mao no local. Olho para a minha mao a procura de sangue, mas estava seca. Bakugou caiu no chão de joelhos. Ele riu e cuspiu sangue.
- Que merda foi essa? - perguntei a ele.
- Isso vai fazer que você não possa usar sua individualidade por alguns minutos. - ele falou. Assim que ele falou, fui de encontro ao chão. Sentir a dor em meus joelhos batendo no chão gelado de marmori.
- Você acha que isso pode me parar? - falei me levantando de vagar. - E você acha que você sera capaz disso? Nesse estado, patético.
- Ah, não. - ele riu fraco. - Eu ja nem consigo levantar mais. Minha visão esta turva, e não sinto mais o meu corpo, direito. Eu fiz isso para que Izuku possa acabar com você sem ser interrompido. Eu sei que com o seu poder, ninguém tem chance. Nem mesmo ele.
Meu corpo gelou. Eu teria que lidar com o Izuku sem minha individualidade. Meu coração batia forte dentro de meu peito, e minha respiração estava rápida. Olhei em volta e vim um dos seguranças mortos, ele tinha uma faca.
- Esta com medo, né? - ironizou ele.
- Cala a boca. - falei, andei ate o corpo do segurança e peguei. Quando me virei, Bakugou estava deitado no chão. Me aproximei e vi sua respiração diminuindo cada vez mais.
- Me mata... logo. - ele falou de olhos fechados.
- Você ja esta morrendo mesmo, eu não preciso acelerar nada. - falei me virando de costas para ele, e olhando para o corredor da casa.
- Daqui a pouco, você estará nas mesma condições que eu. Essa faca não vai parar ele.
- É mas eu vou tentar. - comecei a caminhar para longe dele.
Eu estava na cozinha, tentava usar minha individualidade, mas ate agora nada. Fazia quanto tempo desde que ele aplicou aqui em mim? 8 minutos? Não, acho que passou 13 minutos.
- Ah, quanto tempo mais? - murmurei comigo mesma.
- [Nome]! - Ouvi meu nome ser gritado com furia, sendo ecoado por toda a casa.
Oi, gente!! Como vocês estão??
Me contem o que estão achando? Mas alguns caps e acaba.
Não esqueçam de votar pff love yall
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Ruínas - Imagine Izuku Midoriya (BNHA)
Action[Nome] é filha da um vilão. Enviada para U.A. para monitorar e estudar cada estudante que um dia deseja ser um herói. Mal ela sabia que iria se apaixonar pelo queridinho do Número 1, Izuku Midoriya. - ... Me ame como uma heroína. - Izuku me olhava...