Cyrus é um empresário bem sucedido e famoso, dono de boates e cassinos em Nova York, muitos se perguntam de onde vem sua fortuna, mais poucos sua verdadeira identidade, de que Cyrus além de ser empresário, por baixo dos panos ele possui um império n...
A mansão de Cyrus estava envolta em um silêncio inquietante enquanto a noite caía. A reunião com Raymond Reddington ainda ecoava na mente de Cyrus, que permanecia em seu escritório, cercado por documentos, mapas e relatórios sobre os recentes ataques. Ele sabia que algo muito maior estava em jogo.
Shelly entrou no escritório de forma discreta, segurando uma xícara de café fumegante. Ela colocou a bebida na mesa e olhou para o marido, que parecia afundado em pensamentos.
— Ele sabe mais do que está dizendo, não sabe? — perguntou Shelly, quebrando o silêncio.
Cyrus assentiu, olhando para os papéis à sua frente. — Claro que sabe. Esse é o jeito de R. Ele gosta de manter as cartas perto do peito, esperando o momento certo para jogá-las.
Shelly cruzou os braços, avaliando a resposta. — E você confia nele?
Cyrus demorou a responder. — Confio o suficiente para tê-lo aqui. Mas não o suficiente para esquecer quem ele é. Reddington é um homem que sempre pensa primeiro nele mesmo.
Shelly sentiu um calafrio, mas não comentou nada. Apenas observou o marido voltar a focar em suas anotações.
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Enquanto isso, na suíte de Reddington
Raymond estava de pé, observando a vista noturna da cidade através de uma janela panorâmica. Com um copo de whisky na mão, ele analisava a situação. Uma mesa próxima estava coberta por documentos, fotografias e anotações detalhadas. Entre elas, havia imagens de Cyrus, sua família e seus negócios, além de possíveis suspeitos por trás dos recentes ataques.
Ele pegou o telefone e discou um número que parecia estar memorizado. Quando alguém atendeu do outro lado, Raymond foi direto: — Preciso de informações sobre o padrão das mensagens que Cyrus recebeu. Conecte isso com qualquer coisa que envolva antigos aliados ou inimigos.
A voz do outro lado da linha parecia hesitante: — Você acha que é ele, Reddington?
Raymond demorou a responder, bebendo um gole de whisky antes de responder: — Ainda não tenho certeza. Mas se for quem estou pensando, Cyrus e sua família estão em perigo.
Ele desligou o telefone e voltou sua atenção para o espelho, onde ajustou o curativo no braço. O ferimento causado durante o ataque ao SUV ainda incomodava, mas Reddington sabia que não tinha tempo para descansar.
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Na mansão de Cyrus
Na sala de jantar, a família estava reunida, discutindo os últimos acontecimentos. Kaiser estava visivelmente irritado, andando de um lado para o outro, enquanto Lilly mostrava um celular com uma mensagem recém-recebida.
— Pai, chegou mais uma mensagem — disse ela, entregando o telefone a Cyrus.
A mensagem era curta, mas ameaçadora: "Estou mais perto do que você imagina."