As vezes, um coração gelado somente precisa de um pequeno e brilhos sorriso.
Nova ciclo dos shifters....
1 Meu doce veneno
2 Nossa gatinha
3 Minha pequena
4 Minha
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Solto um rosnado de dor, sentindo incomodado com meu urso me arranhando pela decima vez, me deixando com a cabeça dolorida e cansado, não conseguindo dormir, o que me deixa nervoso e estressado com isso.
Preciso dormir. E se você não dorme, EU NÃO DURMO, SEU IDIOTA INFELIZ!
-- Tudo bem, senhor? – Ouço a voz da Úrsula e rosno para calar a boca. – Precisa de algo? – Volta a perguntar.
-- Preciso que você fique quieta, Úrsula. – Respiro os olhos com os olhos ainda fechados.
-- ..... Parece cansado, ficou esses dois dias acordado resolvendo algumas coisas. – É, tive que ticar mais do que um dia aqui, hoje faz três dias que estou longe da minha companheira, o efeito de matança já diminuiu muito, nem sinto o efeito, mas agora o urso está querendo voltar para a nossa fêmea.
Agora estou indo para território do jacaré falsificado, que pelo que soube encontrou uma companheira e um filhote e essa mudança de temperatura está me deixando fraco de certa forma.
Ainda mais andando no avião com tudo fechado, é um grande desafio para um ser como eu, com tantos humanos em volta, filhotes chorando, o humano ao meu dormindo enquanto ronca.... Uma bagunça.
-- Seus olhos estão baixos, com um pouco de orelha, seus lábios pálidos, não vi o senhor comendo .... – Ignoro ela, virando para encarar a janela, vendo as passagens passando apressadamente.
A casa do Axel é longe, então não demoramos ao chegar, com os seus seguranças se aproximando e se abaixa um pouco para ver quem estava aqui dentro, vendo Úrsula primeiro e logo depois a mim.
-- Eles estão no galpão. – Aponta na direção. – Siga um pouco reto, vire a direita e segue reto que verá o galpão. – Concordamos e a fêmea que estava dirigindo sai de lá seguindo o que ele disse.
-- Irá precisar que eu entre? – Pergunta e nego. – Quer que eu busque algo para o senhor comer ou tomar? – Suspiro.
-- Não. – Assim que o carro para, saio do carro arrumando a minha roupa, o que resolvo tirar e jogo o terno dentro do carro, seguindo para a entrada do galpão, vendo tanto escorpiões, como Crocodilos.
Já próximo, consigo sentir o cheiro de sangue fresco e ... Gorila? O que Axel aprontou dessa vez com esse gorila. Me aproximo ouvindo Gift conversando com Axel e ao vê-los, os vejo mais próximo de dor corpos no chão, estavam destroçados, um seu braço, o outro estava todo amaçado, principalmente o crânio.
-- Bes... – Axel ergue os braços vindo me cumprimentar, passando por cima daqueles corpos e faz uma pequena careta. Rosno quando iria me tocar.
-- O que aconteceu aqui? – Pergunto e ele olha para trás, volta e dá de ombro com indiferença.
-- Isso foi obra do Gorila ali. – Aponta para o macho que estava mais ao canto, parecia nervoso, tentando se acalmar, suas mãos, assim como o corpo manchados de sangue. – Nem mexe, ele ainda está nervoso. – Sorri de lado. – Mas me diz. Faz uns dias que anda longe dos negócios, isso tem a ver com a sua companheira? Um dos seus falou para os do esquentadinho ali. – A ponta para o escorpião que estava no celular. – Não se preocupe se ele te ignorar, a fêmea dele, Safira Miller, está ... – É cortado.