Os dias foram passando e esperar até a noite para vê-la estava se tornando uma tortura, que Alfonso não estava suportando mais, a ver todos os dias e não poder tocá-la estava sendo um absurdo, e em comemoração ao primeiro mês de namoro ele deixou para Maite um envelope branco com 700 dólares, escrito "desistir".
Maite: que merda é essa? – Alfonso que estava jogando e escutando música num fone de ouvido nem a notou, até que ela arranca os fones dele – posso saber o que significa isso? – jogando o envelope nele.
Alfonso: não sabia que era analfabeta – rindo de canto o que a fez bufar – eu desistir da aposta e lhe paguei.
Maite: só irei aceitar este dinheiro daqui a 4 meses queridinho – jogando o envelope nele que suspirou.
Alfonso: só estará adiando o inevitável – recolocando os fones e Maite os puxou novamente.
Maite: antes que coloque aquela ratinha aqui dentro de casa, estarei com as ratoeiras prontas e você me conhece muito bem, para nem se atrever a imaginar que estou blefando – saindo do quarto dele pisando duro, o jogo estava esquentando demais e com certeza alguém iria sair queimado.
Na manhã seguinte Alfonso foi do céu ao inferno em apenas algumas horas, tomara café da manhã com seus pais e Maite passara todo o momento da refeição calada o que o fez desconfiar, geralmente ela começava a falar e não parava nunca e estar calada era um grande sinal de alerta, quando chegou ao colégio as aulas foram uma tortura, ver Anahí anotando tudo tão concentrada e não poder nem se quer chegar perto dela era mais que tortura, porém o inferno seria no horário do almoço.
Anahí: Dulce Maria você é louca – rindo gostosamente de uma encenação que Dulce fazia de Maite e seus neurônios, quando seus olhos se prenderam aos de Alfonso na outra mesa.
Dulce: Anahí se pretende manter segredo, ficar com os olhos fixos nele não ajuda em nada – rolando os olhos e estalando os dedos na frente dela que se assustou.
Anahí: ai Dulce quer me matar? – levando a mão ao peito e voltando a comer, quando notou um sorrisinho presunçoso no rosto de Alfonso e se permitiu rir também, quando é arrancada de suas fantasias por uma voz grave lhe traz a realidade.
Liam: olá meninas, sou o Liam e posso me sentar aqui com vocês? – já se sentando, ao lado de Dul ficando de frente a Anahí tampando sua visão de Alfonso o que a fez engasgar com a rápida mudança de paisagem.
Dulce: você está bem? – se levantando e indo até ela e dando um tapa nada sutil em suas costas que fez o pedaço de frango que estava entalado em sua garganta voar.
Liam: OMG! Espero que esteja bem – se sentando ao lado dela e passando a mão em seus cabelos, o que fez Alfonso xingar baixinho, ele não podia tocá-la e como Liam podia? – está tudo bem? – Anahí assentiu – mas ele não saiu de perto dela ao contrário se aproximou ainda mais e quando Anahí levantou o olhar viu um Alfonso completamente diferente do de minutos atrás estava com o rosto completamente tenso, estava com raiva, e ouvir um sorrisinho de Maite foi o golpe de misericórdia para ele.
Alfonso: foi você né? – apertando o braço dela que estava sentada ao lado dele.
Maite: não sei do que está falando! – tentado puxar o braço sem sucesso – é melhor você me largar.
Alfonso: não seja burra tentando o que for contra mim, sabe que sou capaz de tudo quando tentam me passar para trás – apertando ainda mais o braço dela.
Maite: isto é uma ameaça maninho? – rindo irônica.
Alfonso: não, foi apenas um pequeno aviso! – se levantando da mesa, e saindo da cantina pisando duro, Anahí ao ver saindo daquele jeito dar uma desculpa e vai atrás dele, Maite ao ver tudo franze o cenho.
Maite: Megan por favor – a chamando para se sentar onde Alfonso estivera e se chegando para falar bem perto do ouvido dela – vá atrás dele, e se é minha amiga tanto quanto diz que gosta dele, quero saber tudo o que conversou com a ratinha.
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Mundo Paralelo [FINALIZADA]
Fanfiction[EM REVISÃO] Quantas vezes já sonhamos com o príncipe encantado, montado num cavalo branco, e chegamos a pensar que finalmente seremos felizes? E se este tal príncipe não for tão encantador quanto pensamos? Será que o amor pode ser mais forte que a...