16 - você precisa ir!

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Enrique: Anahí acorde, vai se atrasar! – batendo na porta do quarto, fazendo acordar num susto – porque trancou a porta?

Anahí: já estou descendo papai – acordando frustrada, mas quando olhou para o lado da cama arregalou os olhos, não fora um sonho e levou as mãos ao rosto rindo, quando outra batida na porta a fez sobressaltar.

Marichelo: Anahí o café está na mesa, vai esfriar!

Anahí: já estou indo Mãe – alisando o cabelo de Alfonso – meu amor, acorde – ele pegou a mão dela e a puxou para ele resmungando – temos que ir para o colégio – ele gemeu o que a fez rir.

Alfonso: precisamos mesmo ir? – passando a mão no cabelo.

Anahí: lógico, e você precisa ir para casa ainda, antes que meu pai arrombe a porta do meu quarto e te encontre aqui – ele fez uma careta que a fez rir.

Alfonso: só se me der um beijo – rindo torto, o que a fez rolar os olhos, e se inclinou para dar o beijo nele, que a puxou pela nuca aprofundando a fazendo rir entre os beijos

Anahí: você precisa ir – dando um selinho nele que gemeu e assentiu.

Alfonso: vai ser um inferno, te ver hoje e não poder te tocar – pegando a cueca no chão e a vestindo enquanto Anahí o observava sentada na cama, segurando o lençol para cobrir o busto, vestiu a calça e a encarou com a mão na cabeça – minha camiseta?

Anahí: está bem ali – rindo, o vendo vestir a camiseta e calçar o tênis a encarando com um olhar nada inocente.

Alfonso: hoje á noite vai ter volta – dando um selinho nela, e abrindo a janela para sair o que fez Anahí gargalhar da careta que ele fez ao colocar os pés no tronco e foi embora.

Dulce: vocês dormiram juntos? – levando a mão a boca e arregalando os olhos.

Anahí: fala mais alto, porque eu acho que aquele idoso ali não escutou – entrando na sala, e se sentando na sua cadeira, a dele ainda estava vazia.

Dulce: quero detalhes, os mais sórdidos – sentando no braço da cadeira de Alfonso, a aula ainda não havia começado e a sala estava vazia.

Anahí: só irei te contar que foi incrível – vendo Dulce levantar as sobrancelhas.

Alfonso: disso eu já sabia – dando um beijo na bochecha dela – Dulce – a cumprimentando e colocando a mochila na cadeira dele, e Christopher chegou logo atrás, colocou suas coisas na sua cadeira e foram se sentar na mesa do professor.

Dulce: ele é selvagem? – Anahí arregalou os olhos, ficando completamente vermelha.

Anahí: Dulce! Não, ele foi super carinhoso – se permitindo olhar para frente e ele piscou para ela, a fazendo rir.

E como se o dia não pudesse ficar perfeito, Maite chega com seus clones, Maite dar sua bolsa para Megan colocar no lugar dela e vai até Christopher o abraça pelo pescoço e o beija.

Maite: Alfonso, quanto tempo, pera eu te vi ontem?– fazendo uma carinha de dúvida.

Alfonso: cuidado para que algum dia desses, não morra sufocada com tanto veneno – se levantando da mesa e indo ficar em pé na porta.

Dulce: ela me dá vontade de vomitar – levando um dedo a boca encenando um vômito.

E o professor de matemática entrou.

Joaquin: vamos Herrera, vamos – o trazendo para dentro da sala – senhorita Saviñón para o seu lugar e casalzinho magia desocupe minha mesa, vamos começar a aula.

Tudo ocorrera tranquilo durante as aulas, até no horário de almoço, Alfonso suportava as piadas sem graça da Maite, e se apegava a pequenos momentos em que poderia olhar Anahí nem que fosse por apenas alguns minutos.

Maite: eis que você ganhou a aposta – entregando a ele um envelope com 700 dólares, que nem a encarou com os olhos grudados na tela da tv.

Alfonso: já lhe disse que desistir da aposta, pode levar e pagar o seu dinheiro na minha gaveta – continuando a jogar.

Maite: eu sabia, você está apaixonado por ela, ai que tosco – abrindo a gaveta do criado mudo e pegando o envelope com o dinheiro – sabia que você era idiota, mas não a este ponto – saindo do quarto, com um sorriso os lábios.

Mundo Paralelo [FINALIZADA]Onde histórias criam vida. Descubra agora