Lucas, um jovem de 18 anos cheio de alegria, vislumbrava um novo capítulo em sua vida com a entrada na faculdade. Contudo, a sombra de um passado indesejado reapareceu sob a forma de um perseguidor persistente, cuja obsessão por Lucas remontava aos...
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Chegamos ao Brasil e fomos direto para a casa do Lucas. Seus pais nos receberam de braços abertos.
Lucas, Ana e Oliver subiram levando Eros, Apolo e Sofia Antonio e valentina para se acomodarem , enquanto eu, meu pai, tio Diego e tio Mark seguimos para o escritório para tratar de alguns assuntos mais sérios. Mama e tio Henrico ficaram na cozinha com tio Alex, colocando o papo em dia, como sempre faziam.
— Bom… espero que essa vinda ao Brasil seja só por negócios — comentou tio Mark, com uma expressão preocupada.
— Tenho, sim, negócios com Galvano — respondi, direto —, mas também tenho algo importante a tratar com o senhor e com o tio Alex.
Tio Mark soltou um suspiro longo, cruzou os braços e me encarou com os olhos semicerrados.
— Eu já imaginava… Já sabia! Você está querendo levar meu filho, não é? — disse, em tom dramático, como se o mundo estivesse prestes a desabar.
Tio Diego revirou os olhos e respondeu antes que eu pudesse dizer algo:
— Deixa de drama, Mark. Você sabia que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde.
Tio Mark ficou em silêncio por um momento, encarando o chão, depois voltou o olhar para mim, mais calmo.
— Bom… se não tem jeito, tudo bem. Eu dou minha bênção a vocês. Só espero, do fundo do meu coração, que você faça meu filho feliz. Que o ame e valorize como ele merece.
Senti um peso no peito e uma alegria imensa ao mesmo tempo. Olhei para ele com respeito e carinho.
— Obrigado, tio. Eu prometo: vou cuidar dele com todo o meu amor. Sempre.
Depois da conversa com tio Mark e da bênção que ele, com relutância e amor, nos deu, respirei fundo. Sabia que a próxima parte seria ainda mais difícil. Não por medo da resposta, mas porque se tratava do pai do amor da minha vida.
Tio Alex estava na cozinha com mama e tio Henrico, rindo enquanto preparavam algo para o lanche. Quando me aproximei, ele me lançou um sorriso .
— Giovanni… quando você aparece com esse olhar sério é porque vem bomba.
Engoli em seco e sorri de canto.
— Posso falar com o senhor… a sós?
Tio Henrico arqueou uma sobrancelha, e mamá apenas sorriu e saiu, puxando Henrico com ele.
Tio Alex cruzou os braços, se encostou na bancada e esperou.
— Eu sei que o senhor sempre foi protetor com o Lucas. Que enfrentou o mundo pra garantir que ele crescesse livre, amado, respeitado. — Fiz uma pausa, tentando controlar a emoção que se apertava no peito. — E é por isso que estou aqui. Porque eu o amo com todas as forças que existem em mim… e quero pedir sua permissão, sua bênção… para me casar com ele.