Capítulo 5

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Já faz um mês que o pai do Douglas faleceu. Até que o Douglas está se conformando.

Levantei e tomei um banho demorado. Fui pra escola pra mais um dia de aula.

Lá pras duas horas da tarde o meu celular começou a tocar, era o Douglas.

- Alô!?

- Oi. Tudo bom?

- Sim, e você?

- To bem também. Estou querendo ir ao cinema hoje a noite. Aceita o convite?

- Que horas?

- Sete horas.

- Hoje não vai dar, tenho que ir pra igreja, tem culto hoje.

- Você não pode deixar de ir? Só hoje.

- Desculpa, não posso.

- Affs. - Ele suspirou. - Você que sabe.

- Ta. Qualquer coisa eu te ligo.

- Tchau.

Desliguei.

Começou a anoitecer, fui me arrumar pra ir pra igreja.

Cheguei e me sentei. Minutos depois o Dênis sentou do meu lado.

- Paz do Senhor. - Ele me comprimentou.

- Paz. - Respondi.

O culto foi ótimo. No final o Dênis me levou até em casa.

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Acordei meio assustada, tive um pesadelo horrível. Não consegui voltar a dormir então tomei um banho e me arrumei pra ir pra escola.

Cheguei da escola e fui dar uma arrumada na casa.

Estava anoitecendo quando o meu celular tocou, era o Douglas.

- Alô!?

- Oi, tudo bem?

- Tudo ótimo. E você?

- Mais ou menos.

- O que houve? - Falei preocupada.

- Queria sair um pouco. Tomar um ar.

- Entendo.

- Estou te chamando pra sair, percebeu?

- Sim, só queria ouvir você dizer com todas as palavras. - Sorri.

- Boba. - Ele sorriu. - Então, vamos assistir um filme aqui em casa?

- Vamos! Que horas?

- Daqui a pouco eu passo ai pra te buscar.

- Ta bom. Vou me arrumar.

- Não demora. Tchau.

Desliguei e fui tomar um banho. Sai do banho e coloquei um short jeans, uma camiseta, uma blusa de moletom por cima e um tênis, estava fazendo um friozinho leve.

- Mãe, vou na casa do Douglas. - Falei entrando no quarto dela.

- A essa hora?

- Nem deu sete horas ainda mãe.

- Ta, mas quero você em casa antes das dez.

- Ai mãe, dez e meia eu volto.

- No máximo dez horas e não se fala mais nisso. - Falou séria.

Não Tem Como Dar CertoOnde histórias criam vida. Descubra agora