Capítulo 9

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Aline

Eu perdi o fôlego tentando digerir o que ele tinha acabado de me pedir.

- Sério isso? - Perguntei ainda sem acreditar.

- Sério, minha leoa. - Falou sorrindo.

Eu sorri em meio as lágrimas de felicidade que desciam descontroladas.

- Aceito. - Falei finalmente.

Ele sorriu e veio pra me beijar mas o impedi.

- Mas tem uma condição. - Falei.

- Qual?

- Fique longe das gatinhas da faculdade.

Ele riu e pulou em mim me enxendo de beijos.

- Minha única gatinha é você. - Falou e me beijou em seguida. - Aliás. - Falou interrompendo o beijo. - Gatinha não, leoa.

Eu ri e o beijei mais uma vez. Deitamos em minha cama e adormecemos abraçados.

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Douglas

Esperei a Aline dormir e levantei da cama, arrumei a cama que ela tinha feito no chão e dei um beijo no alto de sua cabeça.

Abri a porta bem devagar e fui embora.

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Aline

Acordei com a claridade do sol no rosto, esfreguei os olhos e virei pro lado, o Douglas não estava, soltei um sorriso meio bobo ao ver a cama que fiz pra ele arrumada, confesso que ele dobra as cobertas bem melhor que eu.

Tomei um banho e me arrumei pra ir ao centro comprar umas roupas.

Cheguei em casa e o relógio já marcava 11 horas da manhã.

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Douglas

To afim de chamar a Aline pra sair, como hoje é sábado e não tenho nada pra fazer, nada melhor que sair pra lanchar com minha namorada.

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Aline

Acabei de arrumar a casa e fui tomar um banho. Sai do banheiro e peguei meu celular que tinha uma mensagem do Douglas.

               Vamos sair hoje, te pego às 7. - Douglas.

Sorri ao ler a mensagem totalmente autoritária.
    
           Ele nem perguntou se eu queria ir, que menino abusado! - Pensei.

Olhei o relógio e já eram 6 horas.

Vesti um shortinho jeans, uma camiseta branca e uma camisa xadrez. Por fim coloquei um tênis e o cordão que comprei com ele.

7 horas em ponto eu ouvi a buzina. Dei um beijo na minha mãe e quando me virei pra sair eu dei de cara com o Douglas.

- Oi. - Falou depositando um beijo na minha testa.

- Oi! - Falei surpresa.

- Oi, dona Maria! - Falou acenando pra minha mãe.

Minha mãe apenas sorriu e acenou.

- Vamos? - Falei pegando sua mão.

- Calma aí. - Falou me puxando carinhosamente. - Quero falar com minha sogra. - Falou alto o bastante para minha mãe ouvir.

Eu fiquei vermelha, não sabia onde enfiar a cara, queria matar o Douglas.

Ele se aproximou da minha mãe que estava sentada no sofá e se sentou do lado dela.

Não Tem Como Dar CertoOnde histórias criam vida. Descubra agora