57 - Alfonso?

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Alfonso desperta ás 08hrs da manhã de sábado com o seu celular tocando, atendeu mesmo sentindo sua cabeça latejando, só em olhar para claridade, fecha os olhos novamente e atende o celular.

Kristin: Alfonso querido espero que não tenha esquecido o meu almoço de caridade hoje – ele tossiu – está doente?

Alfonso: é só uma gripe mãe, não se preocupe – tossindo novamente – mas acho que não poderei ir.

Kristin: então irei cancelar tudo e irei aí para cuidar do meu filho, mesmo sendo um ingrato... – ele afastou o telefone, não estava com cabeça para escutar sermão – está me escutando Alfonso?

Alfonso: sim mãe, irei me cuidar bem, faça seu almoço e depois pode dar uma passada aqui em casa – ela soltou um suspiro de alívio.

Kristin: qualquer coisa me ligue, e deveria ir a um hospital nem que seja por precaução.

Alfonso: está bem mamãe, agora vou desligar – não dando tempo de ela responder e desligou o telefone.

Margareth: senhor Herrera bom dia, gostaria de saber se o senhor irá comer na mesa ou no quarto? – ele gemeu na cama.

Alfonso: aqui no quarto, mas só quero um leite quente, por favor – ela assentiu e saiu do quarto dele.

Após terminar de beber o leite quente, ele se sentou na cama, tomou dois remédios e ligou para Anahí, frustrado por não poder ir passar o final de semana com ela e David, e ela atendeu no quarto toque com uma voz de sono que o fez dá um sorriso fraco.

Alfonso: bom dia – ela gemeu no telefone – Annie, infelizmente não poderei ir, acordei passando muito mal, estou com a cabeça explodindo, uma tosse chata que não passa, e já aumentei a temperatura do quarto mas não tá adiantando muito – ela levantou da cama imediatamente.

Anahí: onde você está? – ele rolou os olhos.

Alfonso: em casa, no meu quarto? – ela bateu com a mão na testa pela lerdeza da pergunta.

Anahí: tem como me passar o endereço por mensagem?

Alfonso: acho melhor não, estou tossindo e a gripe pode passar para você – ela riu.

Anahí: Alfonso eu sou médica esqueceu? E quando a gripe chega a este estágio você não passa mais nada, e mesmo que fosse algo altamente contagioso eu iria cuidar de você – um sorriso brotou dos lábios dele.

Alfonso: está bem, irei te enviar o endereço por mensagem – ela soltou um suspiro de alívio e desligou o telefone.

Assim que desligou o telefone, foi até banheiro tomou um banho, escovou os dentes, vestiu uma calça jeans e uma camiseta rosa, fora para cozinha preparar o misto quente com achocolatado e fora para missão mais difícil de todas as manhãs, acordar David.

Anahí: vamos meu amor, acorde – alisando o cabelo dele, que murmurou algo ininteligível a fazendo rir – precisamos sair, temos que ir até a casa do seu pai – ele abriu os olhos.

David: que horas são? – ela olhou o relógio.

Anahí: já são 09hrs – ele concordou e se sentou na cama coçando os olhos.

David: mas ele não prometeu que vinha até aqui hoje? – ela concordou com a cabeça – e porque vamos até lá?

Anahí: ele não está se sentindo muito bem, acordou passando muito mal, e precisa da nossa presença lá – ele concordou e desceu da cama indo até o banheiro, a fazendo soltar um suspiro de alívio, até que dessa vez não fora tão difícil.

David tomou um banho rápido, escovou os dentes e se vestiu numa velocidade recorde, enquanto Anahí o observava fazer uma mochila.

Anahí: vamos fazer apenas uma visita, para que a mochila? – ele rolou os olhos.

David: vai que precisamos passar a noite? E tem meus games, preciso fazer o dever de casa – ela levantou as sobrancelhas – podemos passar o final de semana lá?

Anahí: temos que ver se ele vai querer que passamos o final de semana lá, não podemos acampar no apartamento dele – ele abaixou a cabeça – ele está doente, deve está precisando descansar.

David: então quando chegar lá, eu pergunto a ele – ela bufou se dando por vencida.

Anahí: está bem, mas antes vá comer o seu misto quente já está para lá de frio – ele deu um sorriso torto colocando mais uma camiseta dentro da mochila e a fechando, se ele tinha esperanças de Alfonso querer que eles passassem o final de semana lá, ela tinha certeza, mas tentaria contornar a situação.

Assim que o táxi parou ela pagou e desceu, o prédio era muito luxuoso, quase totalmente espelhado tirando as varandas que pareciam ser gigantescas e ao contrário do dela, era muito, muito intimidador. Ao chegarem à portaria, o porteiro pediu os nomes e os documentos de ambos para certificar com os nomes que Alfonso lhe passara, já que tinha ordens de não deixar mais ninguém sobir exceto eles e seus familiares.

Quando chegaram à cobertura estranharam ter apenas uma porta, o que indicava que era um apartamento por andar, muito espaço para um prédio que geralmente morava uma pessoa por andar.

Anahí: Olá sou a Anahí, e o Alfonso? – falando  logo após Margareth abrir a porta para ela, era uma senhora que aparentava ter uns 40 anos, e uma aparência latina, pele morena e cabelos negros lisos.

Margareth: está no quarto – ela agradeceu, e foram guiados até o quarto, onde Alfonso estava completamente coberto, o quarto estava absurdamente quente, o que a fez arregalar os olhos ele estava com febre.


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