SAVANAH
A calcinha é descartada em algum lugar do quarto e o ar sopra a pele úmida e desnuda do meu sexo. Gemo atraindo o olhar dele pra mim. Masalom aprecia minhas carnes hipnotizado e leva o nariz até ali, cheirando antes de abrir a boca e morder suavemente meus lábios vaginais. Eu grito quando a agonia em meu ventre aumenta pedindo libertação.
Sua língua varre até um ponto que me faz tremer e retorna entrando em outro que pede por uma invasão mais profunda. Ele intercala até meu corpo se recear, porque, quando o faz, ele foca no ponto que agora é um pontinho duro.
Meu coração fica descompassado. Tento apertar as pernas, mas Masalom segura-lhes afastadas. A outra mão dele belisca meu seio e apalpa. E a língua diminui a tortura me deixando maluca e, por isso, rebolo contra sua boca. A sua mão solta minha perna e um dedo dele entra pela metade em mim.
— Preciso de mais. — me vejo dizendo.
Masalom sorri contra meu sexo encharcado e pulsante socando o dedo em mim vagarosamente e, então, sua língua gira de um lado para o outro me fazendo apertar os dedos dos pés nos lençóis.
Mais líquido fumegante escorre para fora melando seu dedo. A dor se torna insuportável e ao mesmo tempo incrívelmente prazerosa.
Uma mão está em meu seios, outra ajudando seu dedo a estocar em mim e sua língua quente sugando meu brotinho. Tudo isso em uma sintonia insuportavelmente perfeita que me deixa sem ar.
— Derrama-se em minha boca, boneca, goza pra mim, quero te sentir. — diz isso e intensifica as carícias.
Meu corpo se estica subindo em busca de sua boca antes de voltar a cair no colchão em uma convulsão destrutivamente deliciosa. Meus ouvidos piam e parecem que minhas forças foram arrancadas de mim e, por isso, deixo minhas pernas caírem abertas.
— O melhor sabor que já provei em toda minha vida, boneca. — fala Masalom ainda me chupando.
Estava lânguida e sonolenta quando senti seus lábios pressionarem contra os meus num selinho doce.
— Se não tivesse doente, juro que te faria minha. — diz esfregando seu pênis em mim.
O colchão se remexe e afunda quando Masalom se deita ao meu lado. Sem saber porque, eu me aproximo dele e deito sobre seu peito. Ele fica petrificado por um instante antes de espalmar a mão em minha nádega.
O dedo dele traçando círculos na minha pele me fizeram dormir com um sorriso bobo nos lábios. Deveria me arrepender de ter deixado ele me tocar tão intimamente, entretanto, não consigo e nem quero me arrepender.
Acordei sozinha e aquilo, por algum motivo, me deixou decepcionada. No fundo eu queria que Masalom estivesse comigo, não sei... talvez me aninhando em seus braços. Minha cabeça anda muito confusa, afinal, ele não é o homem que eu sonhei durante anos, mas meu coração parece não se importar com este fato.
Me apoio nos cotovelos com o intuito de levantar, entretanto, ao ver um bilhete no travesseiro que ele dormiu, apenas me sento recostada à cabeceira da cama. Pego o papel e o deixo de lado por um instante, para antes trazer o travesseiro que ainda continha seu cheiro másculo até meu nariz. Em seguida deitei a cabeça sobre ele e li o bilhete que dizia que Masalom precisou sair cedo, mas que estaria de volta para me buscar antes do almoço porém, se eu sentisse fome tinha biscoito no baú e suco no frigobar.
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Na Amazon - Garota Traficada - Série Meu Monstro Mafioso - Livro 01
RomantikUma garota humilde, frágil, ingênua e amorosa não poderia cogitar ser vítima da crueldade humana. Nascida na favela, Savanah teve seu mundo abalado pela morte dos pais. Expulsa da casa em que morava por falta de pagamento das mensalidades do alu...