Capitulo 7

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Espero que que desta vez a pessoa não morra tão rapidamente. E espero que não suje as minhas roupas... detesto ter de limpar.

Encontro Ryan num dos corredores a oeste de onde Ichiro e Mayu estão.

Quando ele me vê, ele sorri e pergunta:

-Olá Aya, viste a Mayu?

AHAHAHAHAHAHAH! Apetece-me tanto rir! É um prazer brincar com a tua cabeça Ryan.

-Não, perdi-me do Ichiro. Sabes onde ele está?

-Não desculpa. – ele sorri novamente – E que tal nós os dois irmos à procura deles?

Estás a tentar fazer comigo o que fizeste com a rapariga loira? Que nojo de humano. Sorrio.

-Pode ser, é uma boa ideia!

Péssima ideia para a Aya, mas para mim é uma oportunidade única.

-Então vamos por aqui!

Ele aponta para um corredor que não tem saída, inteligente. Era de deixar a Aya entre a espada e a parede. Se eu não soubesse disso.

Começamos a andar para o corredor. Ele agarra no meu braço, eu olho para a faca que está no bolso dele e sorrio malvadamente.

Com um rápido movimente agarro na faca e espeto no peito de Ryan. Ele grita e larga-me caindo no chão.

-Quem és tu? Porque pareces a Aya?

Rio como se não houvesse amanhã e retiro a faca do seu peito.

-Mas querido, eu sou a Aya! Ou melhor, sou o pesadelo dela! E teu também...

Corto-lhe o pescoço e ele gagueja em sangue e morre.

-É sempre o mesmo...

Tch, ele sujou-me as mãos. Vou à casa de casa de banho e lavo as mãos.

Volto para o meu lugar e deixo-a ter controlo.


Onde é que estou?

Olho à minha volta e quando encontro-o grito o máximo que posso.

Caio no chão de joelhos. O que aconteceu?

Mayu e Ichiro devem ter ouvido os meus gritos porque eles vêm ao meu encontro.

Ichiro pergunta-me:

-O que aconteceu, Aya-chan?

-Não sei, encontrei-o assim.

Mayu chega perto do corpo dele, dá-lhe um pontapé e cospe-lhe para cima.

-Não quero saber o que lhe aconteceu, mas estou agradecida.

Ichiro suspira:

-Com essa atitude achava que foste tu, mas estavas comigo. Então, Aya, vamos embora?

Depois de ele dizer aquilo a pouco luz que havia desligou-se.

-O que aconteceu? – pergunto-lhe.

-Não sei, mas parece que não vamos ter sorte com este andar. – Ichiro responde.

-Vamos...

Mayu começa a andar em direção das escadas e nós seguimos atrás dela.

O terceiro andar ainda tem luz, ainda bem, a diferença dos locais é que as paredes deste são bege e castanhas e não brancas e azuis.

-Dividimo-nos? – pergunto-lhes.

-Só se quiseres ficar sozinha, porque eu vou ficar com Ichiro.

Memento Mori - Lembrem-se Que Somos MortaisOnde histórias criam vida. Descubra agora