# No capítulo anterior..." Ela colocou nós dois no mesmo berço e foi conversar com aquele ser imundo.
Eles começaram a brigar e ele bateu nela. Eu e Luciano começamos a chorar juntos dentro do berço e de repente tudo isso saiu da minha mente e eu já estava abraçada com Luciano enquanto ele fazia cafuné em mim."
Eu passei o resto do dia no quarto. Não sai para nada. Gina veio me trazer mais algumas coisas para comer e eu comi. Pouco. Mas comi.
Eu só queria entender como um ser humano pode ser tão repugnante a ponto de bater na mãe de seus filhos. Ainda mais com eles no berço presenciando toda a cena.
Se esse homem aparece na minha frente mais uma vez eu vou quebrar a fábrica de fazer filhos dele. Oh se vou.
A porta se abre e eu vejo Alvo passar por ela vindo me abraçar.
- Se vocês contassem o que viram ficaria muito mais fácil, Lulu. - Ele diz dando um beijo na minha testa.- É muito pessoal e doloroso Alvo. Não quero falar sobre isso. - Eu digo enquanto ele se senta na cama, deito no seu colo e ele começa a acariciar os meus cabelos.
- Vamos falar de que? - Ele pergunta sorrindo.
- Que tal da vez em que você tentou fazer o feitiço Flilipendo na aula de Defesa Contra as Artes Das Trevas e acabou se alto lançando para trás? - Eu pergunto dando risada.
- Ah. Vá lá! Eu era novo. Ainda não tinha experiência. - Ele diz rindo e eu me sento.
- E ainda não tem né. - Eu digo rindo. - Lembra no ano passado? No jogo de Quadribol contra a Lufa-Lufa? Você foi tentar pegar o Pomo de Ouro e acabou caindo. Se não fosse eu hoje em dia você seria lembrado como: O menino que caiu da vassoura e virou uma panqueca.
- Ah. Essa vez eu lembro. Mas a culpa foi sua. Você foi parar para fazer careta para mim eu tive que olhar porque tava muito engraçada. - Ele diz com um sorriso meigo que deixa a mostra suas lindas covinhas.
- Você não tinha que olhar. Era só me deixar no vácuo que mais tarde eu te batia até você admitir que quer sair do armário. - Eu digo rindo (sem preconceito).
- Mas eu não quero sair! Quantas vezes eu vou ter que dizer isso. - Ele diz rindo.
- Tá achando que eu não vejo a sua troca de olhares com Scorpius? Eu sei que essa Coca é Fanta. - Eu digo rindo (novamente sem preconceito).
- Não sou não. - Ele diz se aproximando do meu rosto.
- É sim. - Eu digo com com a respiração ofegante.
- Não sou não. - Ele diz também com a respiração ofegante, a gente tá muito perto...
- Você não é o que mesmo? - Eu pergunto, pois é. Acabei de esquecer.
- Também não lembro. - Ele diz e se aproxima mais um pouco.
- ALVO! LUCIANA! VAMO PARA "A TOCA"! - Escutamos Harry gritar e nos afastamos rapidamente. Agora... Ou eu morro de vergonha ou eu morro de vergonha.
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Luciana Malfoy - As férias com os Potter (Livro 2)
FanfictionAgora Luciana e seus amigos acabam de acabar o terceiro ano em Hogwarts e resolvem passar as férias com os Potter. Tudo estava ocorrendo perfeitamente bem até que uma carta antiga é encontrada e finalmente Lord Voldemort resolve voltar a aparecer. O...