-Kristina Clark On -
Eu não estava acreditando, Martha me jogou mesmo naquele jardim imenso com uma grande quantidade de bandidos armados por todos os lugares. Ah, ela vai me pagar por isso. Ela e todos esses mafiosos nojentos.
Mas no momento eu não posso ficar me corroendo de raiva. Preciso achar um lugar seguro para me proteger e mirar nos instrusos. Corro para trás da casinha, subo no telhado com o auxílio de uma escada na parede e deito de barriga para baixo.
Se concentra Kristina
Vejo dois homens vestidos da cabeça aos pés de Preto, com um símbolo de uma águia de bico amarelo. Não tive dúvidas, coloquei o silenciador na minha arma e mirei no primeiro homem à esquerda. Aperto o cartilho e dou dois tiros.
Um já foi
O segundo homem imediatamente atira contra mim e eu me esquivo atirando na garganta dele.
Mais um
Escuto o barulho de vários passos, e saio rapidamente de meu esconderijo ficando atrás da casinha. Espero. Respira, inspira. Sinto um tiro caindo de raspão no meu pé e saio correndo e atirando atrás de um arbusto. Olho em volta e tem mais dois caras no chão derramando sangue.
Coloco minha última bala no gatilho e sento um leve calafrio, pois minhas munições haviam acabado. Entretando fui treinada para esse tipo de situação e manter-me fria é a melhor opção no momento.
Fico atenta pata quaisquer barulho que velha a aparece. De repende escuto um galho sento pisoteado e miro minha arma para direção que o som veio. Pressiono a ama e quando estava prestes a atirar...
-Ei ei mocinha, pode ficar calma agora - escuto aquela voz irritantemente sexy vindo em minha direção. Era ele, Victor Screven.
CALMA? COMO POSSO FICAR CALMA SEU BABACA DO CARALHO, AQUELA FÊMEA INCONSEQUENTE DA MARTHA SIMPLESMENTE ME JOGOU NO MEIO DE INVASORES ARMADOS COM O AUXÍLIO DE DUAS ARMAS E POUCAS MUNIÇÕES. SOZINHA! E VOCÊ ME PEDI PARA FICAR CALMA??
Era isso que eu queria dizer, mas respeitei bem fundo e simplesmente disse.
-Não vou limpar isso
Ele rir. Idiota.
-Ah, e eu estou calma. -digo seca
-Ainda bem, pois foi apenas o primeiro teste, minha querida -ele me lança um olhar desafiador. Ele era tão irritantemente lindo, até mesmo sendo um filho da puta.
- E quem são esses homens que eu matei? - olho para os quatro corpos encharcados de sangue na grama que antes era verde.
- Meus capangas - ele diz e sai andando. Por dentro fico boquiaberta com tamanha frieza desse mafioso. Vou seguindo ele
- Você tem uma forma um tanto peculiar de tratar seus capangas Sr. Screven. - debocho e ironizo quando digo "Sr. "
- Eles não eram de total confiança senhorita Palazzi, esse foi um jeito mais rápido e fácil de me livrar deles -Ele ega a arma, roçando propositalmente em minha mão. Sinto um choque com seu toque e me afasto imediatamente.
- Então eu passei na primeira fase do teste?
- Sim, mas terão outros. Não necessariamente como esse.
-Hum... - replico para ele continuar
- Hoje terei uma reunião com alguns amigos do meu pai, que também são ligados a esse... ramo - ele diz
Ramo? Você só pode está de brincadeira
Tive vontade de gargalhar, mas me mantive séria.
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O príncipe da Máfia
Любовные романыNo começo dos anos 1970, uma nova máfia domina as exportações ilegais de armas para países baixos, comandada por Frederico Antony Screven, no entanto ele é muito esperto e nenhuma inteligência norte-americana consegue se infiltrar em sua máfia. Poré...