Capítulo 5

522 42 1
                                    


Christopher Uckermann

Está na hora. Estamos com nossos carros parados em cada esquina que contorna o Banco Central do México. Ah, esqueci de citar que ao todo somos 30 homens. Nosso esquema? 5 no alto de alguns prédios monitorando. 15 dividindo-se em cada esquina para dar cobertura na hora da fuga. E 10 invadem o banco. Eu dou os comandos. Faltam apensa 10 minutos para a chegada do carro forte, e faltam 10 minutos para eu colocar a minha mão naquelas notinhas incríveis.

– Cara, já estou vendo aquelas notinhas!

– Calma! Ainda não conseguimos. – Diz Christian, pessimista como sempre.

– Brother, entenda uma coisa. Somos experd em assaltos desde pequenos. Não é atoa que formamos uma gangue com 28 homens fora nós dois.

– Eu nunca contei vitória antes do tempo.

– Você é um pessimista infeliz.

– Você que é convencido demais, cara.

– Ei, vocês dois. Dá pra parar de discutir? – Diz Raul um de nosso homens.

– O que? Pensa que está falando com quem?

– Desculpe, chefe. É... É... É que o carro forte está chegando.

– Já? Opa!! É a nossa hora.

Outro de nossos homens entra em contato com a gente dizendo para pegarmos nossas armas, mascaras e ir ao ataque. Então, pegamos nossas coisas, e estacionamos o nosso carro logo atrás do carro forte. Estamos todo de preto. Eu estou com uma toca preta que cobre todo o meu rosto deixando apenas meus olhos descobertos. Equipado com uma metralhadora e duas pistolas. Uma de cada lado da cintura.

Saímos do carro já rendendo os homens do carro forte. Cinco homens totalmente armados transportam o dinheiro do carro forte para o nosso carro enquanto eu, Christian e mais três homens entramos no banco rendendo a todos que estão ali. Então começo a falar em voz alta e apontando a metralhadora em direção aos reféns. Ah, como eu gosto disso...

– Como já sabem isso aqui é um assalto e eu quero agora a pessoa responsável pelo cofre. 

Aquele Olhar - VONDYOnde histórias criam vida. Descubra agora