Capítulo 47 - HOT

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Christopher Uckermann

Quando chegamos no hotel, pegamos o elevador vazio. Mas estar com Dulce em um lugar fechado sem tocá-la é muito difícil. Assim que as portas do elevador se fecham, encosto Dulce na parede do elevador e começo a beijá-la. Primeiro beijo seu pescoço e ela deixa jogando sua cabeça para trás me dando espaço para beijá-la o quanto quiser. Passo minhas mãos em sua cintura colando-a bem junto a minha. Já estou tão excitado que se esse elevador não chegar logo a minha suíte não me responsabilizo pela visão que as pessoas possam ter. Dulce passa suas mãos em minhas costas e por dentro da camisa também. Pressiona suas mão macias e suaves em minhas costas me puxando mais e mais contra seu corpo. Encosto meus lábios em sua boca e a beijo com muito muita voracidade. Estamos impossíveis. Não conseguimos ficar parados em um lugar. Nos pegamos nos quatro cantos do elevador. Direita. Esquerda. Direita.

Quando a porta do elevador se abre, Dul e eu estávamos encostados nela e nem nos demos conta. Eu caio por cima dela e ficamos totalmente sem ação. Dulce está com a blusa semi levantada. Minha blusa social está totalmente aberta com meu peitoral amostra. A camareira que estava no corredor nos vê naquela situação e tenta disfarçar o sorriso que se abre em seu rosto e logo se retira com o carrinho de bandeja do corredor. Eu me levanto e logo em seguida estendo o braço para Dul se levantar também. Ela abaixa sua blusa e juntos vamos para a minha suíte.

Assim que entramos vou à procura de Christian gritando seu nome para ver se ele está na suíte. Dulce se senta no sofá e me espera. A suíte é grande, mas ele já teria se manifestado se estivesse aqui. Percebo que tenho a suíte todinha para mim e Dulce, mas hoje iremos explorar somente o meu quarto. Volto-me para Dulce e a estendo a mão. Ela pega e a guio ao meu quarto. Assim que entramos no quarto tranco a porta. Estamos só eu e Dulce. Aquela ruiva que conheci no dia do assalto e que... Tenho que confessar que não a tirei da cabeça por um segundo.

Percebo que Dulce está nervosa agora e observa todo o meu quarto. É um quarto enorme. Com uma cama de casal daquelas que – você pode apostar – são enormes. O travesseiro tem fronhas vermelhas e a colcha da cama é totalmente branca. Branca como a neve. Um chamativo para o desejo e prazer. Ela está esperando uma iniciativa minha, tenho certeza, e ela não está errada. Não perco tempo e agarro Dulce pela cintura e vou chegando com ela para trás até cairmos na cama grande e aconchegante.

Olho para Dulce e ainda em cima dela digo...

– Você é uma delícia Dulce, e eu ainda nem te provei.

– Christopher, o que você está esperando? – Não tenho tempo de respirar e ela troca de lugar comigo e agora fica em cima de mim.

Ok. Nunca nenhuma mulher – Pelo menos na primeira noite – ficou no controle de uma transa comigo. Não acredito que Dulce vai fazer isso. Eu sou homem, e machista demais para dar a ela esse gostinho. Então rolo com ela na cama de novo e volto para posição que estava em cima dela e a dou um beijo longo e quente nela sem deixar minhas mãos paradas...

Aquele Olhar - VONDYOnde histórias criam vida. Descubra agora