Capítulo 29

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Oi gente. Peço desculpas pela demora. Eu sempre deixo os capítulos prontos, mas na quinta feira, passei por algo que me deixou pra baixo, então não tive coragem nem para estar corrigindo o capítulo. Então, como pedido de desculpas, estou postando esse, que eu acabei escrevendo para postar antes do capítulo que já estava preparado para ser o próximo, apenas para vocês ficarem mais encantados com as primeiras horas de namoro Peetniss kk Enfim. Boa leitura *-*  

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– Katniss. – uma voz grave, porém suave, me fez abrir os olhos devagar.

Demorei a perceber que ainda estava deitada em uma barraca, e demorei um pouco mais para notar que eu estava dormindo quase em cima do corpo de Peeta. Como se eu tivesse tomado um choque, eu rolei rapidamente para o lado, sentindo meu corpo cair sobre a cama improvisada dele, que não passava de um cobertor, o que, consequentemente, havia me causado uma pequena dor ao atingir o chão.

– Ei. Calma. – ele disse divertido, e eu acabei virando o rosto para olha-lo. – Te assustei?

Respirei fundo e devagar, antes de olhar para o teto de lona e passar as mãos por meu rosto.

– Não foi, exatamente, você que me assustou. – falei corada, saindo da quentura do cobertor que nos cobria, e sentei. – Que horas são? – questionei, esfregando os olhos com a parte de trás dos meus dedos indicadores, antes de olhar de volta para Peeta.

Ele ergueu o braço direito, e com a mão esquerda, ele apertou o botão lateral do relógio que estava em seu pulso, fazendo a luz azul do mesmo acender, permitindo que Peeta enxergasse as horas. Ele virou a cabeça em minha direção, com um sorriso culpado nos lábios, depois de abaixar o braço.

– Quase quatro horas da madrugada. – Peeta soltou, e acabou rindo baixo.

Estranhamente não estava tão escuro. Talvez fosse o pouco da fogueira que ainda queimava do lado de fora, somado ao dia que clarearia em pouco tempo.

– Por que me acordou a essa hora? – perguntei claramente confusa, franzindo o cenho.

– Porque meu braço estava formigando. – ele riu um pouco mais. – Você se mexeu muito enquanto dormia, e deitou de mau jeito sobre ele. – explicou.

Senti meu rosto todo esquentar, mas não o respondi. Apenas suspirei, me movendo em seguida, até estar sentada em pose de meditação.

– Foi algum pesadelo? – Peeta perguntou, depois de me analisar por breves segundos.

– Não lembro. – disse sincera, bocejando. – É impressão minha ou parece que aqui já chegou o inverno? – questionei, estremecendo, enquanto esfregava uma mão na outra, tentando esquenta-las.

Senti um cutucão em minha cintura, o que me fez dar um pulinho, e parar o que estava fazendo. Virei o rosto para encarar Peeta, que sorria em minha direção. Antes que eu pudesse reclamar sobre sua provocação, ele se moveu, e seu braço alcançou meu corpo, passando por trás de mim, e ao redor da minha cintura. Em um movimento rápido, Peeta me puxou com certa força, me surpreendendo, e me fazendo cair desajeitada sobre seu corpo.

Minhas bochechas esquentaram instantaneamente, e meu coração acelerou, ao sentir seu abraço ao redor da minha cintura.

Me ajeitei sobre ele, para não machuca-lo, e olhei em seus olhos, dando um sorriso tímido.

– O que você quer, Peeta? – perguntei em um sussurro.

Ele soltou um riso, e me apertou.

– Só quero te esquentar, pequena. – respondeu, dando um sorriso torto.

O Sol em meio à tempestadeOnde histórias criam vida. Descubra agora