PLÁGIO É CRIME [Todos os direitos autorais da obra são reservados, plagiar é crime, lembre-se]
∆ Linguagem imprópria
∆ Conteúdo erótico
∆ Não recomendado pra menores de 18 anos
2°Livro da Série Mitchells
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E eu vou engolir meu orgulho Você é a pessoa que eu amo E eu estou dizendo adeus
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EMMA
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Termino de lavar o prato no qual comi a poucos minutos e solto a respiração já prevendo a noite longa de sono eu precisarei hoje para que todas as minhas forças sejam repostas, faço um laço na faixa do hobby que estou vestindo então me preparo para subir, desligo todas as luzes do andar debaixo e subo os degraus até meu quarto, mas antes de entrar pela porta ouço o barulho da porta da frente, franzo o cenho e olho para o fim da escada só para ter certeza do que ouvi.
Foi por tão pouco, eu realmente achei que teria uma noite tranquila, e amanhã eu poderia lidar com os problemas com mais sobriedade, que ingênua eu sou.
Bufando de raiva andei batendo os pés até a porta e a abri sem nem me importar em checar quem é, muitos menos pensar sobre — como esse indivíduo conseguiu subir sem ser anunciado?
Mas assim que abri a porta e vi quem estava parado bem ali no corredor meus olhos se arregalaram, cocei a garganta e pisquei algumas vezes para disfarçar então forcei um sorriso.
— Matt... Você... Aqui — digo pausadamente, estava nervosa e nem para esconder isso eu conseguia, ele ri, olha para minha roupa então arqueia as sobrancelhas.
— Vim muito tarde né? Eu pensei que você precisaria disso — ele levanta uma sacola com pratos de isopor, sorri.
— Se tivesse chegado a alguns minutos — lamento, ele solta os ombros fingindo estar desanimado, dou risada, dou um passo para o lado para que ele entre — Mas vamos guardar, pode ser útil, tenho sérias intuições sobre isso.
Ele passa por mim rindo, fecho a porta e quando o sigo até a cozinha ele já estava colocando as coisas em cima da mesa, cruzei os braços sorrindo quando virou-se e me fitou, parecia nervoso, ansioso e eu comecei a ficar do mesmo jeito.
— Está aqui só por isso mesmo? Parece que tem mais coisa. — digo, ele respira fundo.
— Confesso que pensei muito antes de vir aqui — ele começa e eu fico em alerta em imediato para o que seja que ele estava preste a dizer, não digo nada mas presto atenção atentamente em todas suas ações — Mas cheguei a conclusão que eu precisava, e acredito que você também porque pode ser o que precisa para... Decidir.
Franzo o cenho, abro a boca para respondê-lo mas não achei uma frase coerente para aquilo, não sabia o que ele queria dizer com "pode ser o que precisa para decidir" e não tenho certeza sobre o que pensar, se sua maneira de me fazer decidir for me colocar contra a parede não irá ajudar em nada, talvez isso piore as coisas então quero muito que não seja isso que ele esteja planejando estando aqui.