Capítulo 26 - Live and Let Die (Parte I).

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Notas a autora: Bem-vindo, 2018! Como passaram esses últimos dias? Espero que bem.

Nada melhor do que começar o ano com um "início de temporada". Nem acredito que já estamos no que seria a 4ª temporada da fic! Que coisa louca.

Esse capítulo foi o maior que eu já escrevi na minha vida, então decidi dividi-lo em duas partes, uma será postada hoje, e a outra amanhã, pois dia 04/01/2017 foi quando eu postei o Piloto, logo amanhã É O ANIVERSÁRIO DE 1 ANO DA FIC! E como comemoração, irei sair da regra e postar as duas partes do capítulo essa semana.

Teremos vários novos personagens, e já deixo claro que os novatos serão secundários, ou seja, não pretendo explorá-los tão profundamente. Mas cada um terá um pouco de destaque sim ao longo da história.

A música de hoje é uma bem bacana do Paul McCartney, mas que é mais famosa na versão do Guns N' Roses, e sempre que eu ouço ela lembro diretamente da cena do velório do pai da Fiona no Shrek 3 hahaha aqui está o link da versão do Guns, porque eu gosto mais.

Bem, vamos logo para o capítulo. Espero que gostem! Boa leitura!


A vida é um ciclo. Nascer, crescer, reproduzir, envelhecer, morrer. Ou pelo menos na teoria é assim. Mas nós sabemos que isso não funciona muito bem na prática. Podemos nascer e morrer. Podemos morrer antes de reproduzir. Podemos envelhecer e nunca reproduzir. A única certeza é que a morte vem para todos, mesmo em momentos diferentes.

O hospital estava caótico. Todos estavam esperando a chegada do pessoal que sofrera o acidente de avião. Havia uma semana desde que a notícia se espalhara, e finalmente eles foram encontrados em uma floresta deserta. Pelo menos era o que diziam os boatos.

Encontrava-me no heliporto, onde os helicópteros com os acidentados pousariam. Nós ainda não havíamos recebido nenhuma informação mais específica, como se alguém tinha morrido ou se machucado seriamente, e a curiosidade estava me comendo por dentro.

Foi possível ouvir o som estrondoso das aeronaves chegando, e todos ali presentes voltaram seus olhares para o céu, acompanhando os movimentos dos helicópteros.

— Todos saiam da frente! – ordenou Bailey, que saiu primeiro, e todos obedeceram-na, dividindo-se para abrir espaço em frente a porta que daria no elevador.

Em seguida, alguns paramédicos retiraram duas macas de dentro da aeronave, e pude ver quem eram: Sloan e Robbins. Um traumatologista acompanhou-os junto com alguns residentes, e rapidamente todos entraram no elevador. Pouco depois, mais um helicóptero aproximou-se, e de lá saíram mais dois: Yang e Shepherd, que também foram escoltados para baixo por uma equipe. E, por último, chegaram Grey, que estava desacordada, e Webber. Logo atrás deles, um paramédico tirou outra maca, que possuía um saco sobre ela. Todos ficaram encarando a cena apreensivos, provavelmente já deduzindo o que acontecera.

— Onde está Lexie? – questionei, franzindo o cenho. Eu já desconfiava, mas não queria acreditar.

— Você realmente não sabe? – ironizou Rebecca, virando-se para mim com os olhos tristes.

Então era verdade. O corpo dentro do saco era o dela. Lexie Grey estava morta.

Senti meus olhos encherem-se de lágrimas, mas tentei evitar o choro, principalmente ali. Voltei a encarar os dois médicos, que vinham em nossa direção.

— Okay gente, o show acabou, de volta ao trabalho! – exclamou Richard, parando antes de entrar no elevador.

— O corpo dentro do saco é o da Dra. Grey? – alguém perguntou, e todos ficaram observando o antigo Chefe, esperando uma resposta.

Claire's AnatomyOnde histórias criam vida. Descubra agora