n/i/a: queria deixar bem claro que roubei o anel da minha amiga e ameacei não devolver nunca mais se ela não deixasse eu tirar foto dele na mão dela, e o anel é o xodozinho dela. Ta na multimídia do capítulo anterior. LEMBREM-SE. O Lexam Densolo é interpretado pelo Louis Tomlinson, o Martin Delvico pelo Harry Styles, e a Lara (who?) pela Lily Collins.
LEXAM'S POINT OF VIST
Camisa polo branca
Anel em espiral
Jaqueta jeans acinzentada
Jeans rasgados
TOM's azuis-marinhos
E um sorriso no rosto.
Foi assim que começou minha noite. Agora só esperava a campainha tocar, e Lara aparecer.
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- ...uma pessoa parecer e meio que me salvou! - falei com desgosto na voz. Contar que foi salvo não é algo muito legal quando se é orgulhoso
- Como assim? Tipo, DO NADA? - me olhou espantada enquanto chegávamos no pub. Ela estava com um vestido que batia um pouco depois dos joelhos, verde bem escuro, aberto na coxa da direita e estampado com flores. Também havia um zíper.
- SIM! - repeti pela milésima vez apenas no caminho entregando o dinheiro para o segurança, pagando também pra garota. Estava cedo, então o cheiro de bebida e fumaça artificial ainda não estava forte. – Vai beber o que?
- Sou menina de tio Jejê, bebo não.
- Duas batidas de Hennessy Cognac com morango e cereja, por favor. – Lara levantou brevemente as sobrancelhas e entortou os lábios
- Não sabia que conhecia as paradinhas.
- Você não sabe de muita coisa. – pensei que ela ficaria brava, mas ela apenas concordou.
- Mas também sei de muita coisa. Por exemplo, sei que semana passada uma menina te pediu em namoro e você fingiu que... – puxei ela devagar pra não derrubar o copo e interrompi, falando
- Vamos ver o que mais sabe – ela riu e eu ri sínico, mordendo o lábio inferior e tentando, desastradamente, dançar com ela. Parecia que quanto mais pessoas chegavam, mais perto dançávamos um do outro. Quando nossas bebidas acabaram, peguei os copos de plástico e joguei-os longe, mas acabaram indo pra lata de lixo ‘ que ficava em volta de TODO o balcão ‘ e a puxei pela cintura, terminando de juntar nossos corpos.
- Você tá bêbado? – ela sussurrou rindo anasalada.
- Ninguém fica bêbado com um copo. E eu não preciso estar bêbado pra dançar “inocentemente” – abaixei o tom da voz, chegando perto do ouvido dela e quase soprando as próprias palavras – com a minha melhor amiga. – beijei o pescoço dela devagar em um estalo, sentindo-a se contrair e a assistindo se arrepiar. Sorri vendo o efeito que minhas ações tinham causado.
Alguém trombou pelo que pareceu propositalmente em nós. Pelo canto do olho calculei a posição das pernas da pessoa e estiquei um pouco a perna, fazendo meu pé de gancho e derrubando o ser. Dessa vez a risada de Lara foi simplesmente por achar graça. Dei alguns passos pra frente, obrigando a menina a ir junto para não cair, e quando ela se se encostou à parede, coloquei a minha mão ‘ que antes estava na base se seu ombro ‘ em sua nuca, fechei meus olhos e a beijei. A mistura de gostos da batida e da boca dela era tão inusitada, que se tornou ainda mais gostosa. Senti uma onda de prazer percorrer meu corpo quando ela passou uma das mãos por baixo da minha blusa e arranhou minhas costas. Tudo perfeito. Mas nada pode ser perfeito pra sempre.
Uma pessoa, provavelmente a pessoa que tinha esbarrado em nós pouco tempo atrás, esbarrou de novo, e antes de eu ver quem era, ele - ou ela - me virou e me empurrou. Avistei a figura e comecei a correr atrás dela. Corri sem pensar, e quando o fiz, reparei que já tinha saído do pub, e que a pessoa entrou em um beco. Já estava relativamente longe do pub, então era melhor terminar o que comecei. Fui para o beco e tinham três sombras lá. Virei-me pra correr, mas alguém estava parado na entrada do beco. Eu estava cercado. E quando visualizei de novo o local, as sombras não estavam mais lá; apenas a da entrada do beco. Era mais fácil lutar com um só. Dei um soco, mas o soco acertou apenas o vento, pois o dono – agora eu tinha certeza que era um homem, e por sinal, um pouco mais alto que eu – se esquivou.
- Você quer mesmo brigar? – ele deu alguns passos pra trás e eu vi quem era.
- Ah não, cara, você me persegue?
- Ás vezes. – sorriu inclinando a cabeça pro lado e voltando-a pro meio. – Então, achei que vocês estavam na friendzone. – gargalhou Martin – Pegador você, hein? – ameacei sair, mas ele me impediu meu caminho colocando e mão em minha caixa torácica. Continuei fazendo força, e quando consegui passar, ele usou as duas mãos pra me puxar de volta. – Anel, retardado. Não tenho a noite toda. Bem, na verdade tenho, mas não quero gastar ela te puxando de volta sempre que tentar sair. – desisti e fiquei parado.
- Vamos acabar logo com isso, então. – ele levantou meu braço, e juntou um anel da mão dele (quase que idêntico ao que eu tinha, porém de prata) ao meu. Me senti fraquejar, sentindo muita dor, como se algo sugasse minhas energias. Tudo branco, preto, e branco novamente.
n/f/a: foi curtinho por que teve Lexara. To escrevendo pra mim mesmo... Só começou a ficar legal alguns capítulos atrás, então entendo por que vocês não liam.
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Salvation
Teen FictionA história acontece em volta de Lexam Densolo, um garoto até então comum no colegial, que descobre seu passado através de outro garoto, e através de uma estátua esculpida em nome de uma profecia. Lexam, é na verdade, um anjo adolescente.