Manoela POV.
– Abre o vinho pra gente, Manu? – Pediu.
– Tudo bem.
Caminhei até ela e peguei o vinho dentro de sua bolsa. Segui pra cozinha, o abri depois de alguns segundos. Giovanna observava todos os meus movimentos sentada do sofá. Peguei duas taças, entreguei uma delas pra Giovanna e a servi. Ela me olhava com um sorriso nos lábios, não era um sorriso comum.
– O que você tá aprontando? – Perguntei me sentando ao seu lado no sofá.
– Eu? – Se fez de desentendida – Não tô aprontando nada.
– Giovanna... – O sorriso dela aumentou – Você pensa que me engana, né?
– Eu? Claro que não. – Riu – Relaxa, Manu.
Giovanna me olhava com a taça encostada em seu lábio inferior, foquei meus olhos em sua boca e vi um pequeno sorriso aparecer. Tomei um gole do vinho e coloquei minha taça na mesinha do centro. Peguei a taça de Giovanna e fiz o mesmo. Ela me olhava com expectativa, no fundo eu sabia de todos os seus planos e intenções pra essa tarde.
Sabendo disso, levei a minha mão até sua nuca e a puxei pra um beijo. O beijo se intensificou fazendo Giovanna subir em meu colo. Eu ia me queimar logo e queria isso. Estava com saudade dos toques, beijos, abraços, do gosto que ela tem.
Quebrei o beijo e desci minha boca pro seu pescoço, me concentrando nele. A boca dela estava a centímetros do meu ouvido e eu conseguia ouvir perfeitamente os suspiros de prazer que ela soltava toda vez que minha língua ou meus lábios encostavam em sua pele quente.
Parei de beijar seu pescoço apenas pra retirar sua blusa. Assim que fiz, observei seu corpo, nesses cinco anos ele tinha ganhado mais forma. Os seios se mantinham do mesmo tamanho, mas a barriga chapada era diferente pro meu tato, mas não a textura de sua pele e muito menos o cheiro gostoso que emanava dela. Eu queria descobrir todas as diferenças, todas as mudanças, não me neguei percorrer minhas mãos pela sua barriga, segui até suas costas procurando abrir seu sutiã. Assim que ela caiu em meu colo, meus olhos pararam seus seios, minha boca salivou. Giovanna é uma obra de arte.
Ela percebeu meu olhar e também tirou minha camiseta, ajudei ela tirar também meu sutiã. Giovanna saiu do meu colo e estendeu a mão, em um convite silencioso pra irmos pro meu quarto. Segurei sua mão e a acompanhei, o resto de nossas roupas foram ficando pelo caminho. Entramos em meu quarto e aproveitei pra fechar a porta com o pé, Giovanna abraçou meu pescoço com os braços e me beijou, lento e intenso.
Deitei seu corpo em minha cama e deitei por cima dela, beijei seu pescoço e fui descendo até o vale dos seios. Intensifique o contato com seus seios, ouvindo seus gemidos baixinhos. Desci por toda sua barriga chegando onde eu mais queria e Giovanna também. Deixei alguns beijos na parte interna na sua coxa, e sem mais delongas abocanhei sua intimidade. Passei minha língua em sua entrada e penetrei dois dedos de uma vez. Giovanna gemia alto e segurava meus cabelos com as duas mãos, me concentrei em seu clitóris, depois de algumas estocadas senti seu gozo em meus dedos. Os retirei e suguei todo ele, em seguida subindo com beijos por todo seu corpo.
Me deito ao seu lado a puxando pra um abraço, assim que ela se aninhou em meu peito, a gente adormeceu. Acordamos quase três horas depois com o celular dela tocando. Ela se levantou, caminhou até a sala e voltou alguns segundos depois. Aproveitei pra me sentar e escorar na cabeceira da cama.
– Amor, já são quase sete da noite, eu preciso ir pra casa. – Disse se sentando em meu colo de frente pra mim.
– Dorme aqui, Gi. – Pedi beijando seu pescoço.
– Eu bem que queria, mas não posso. – Passava as unhas em minha nuca.
– Tem mesmo que ir agora? – Sorri maliciosa.
– Eu posso demorar mais alguns minutos. – Retribuiu o sorriso.
Fiz Giovanna gozar mais duas vezes. Tomamos um banho juntas e rápido, em seguida a levei em seu apartamento. Dentro do carro trocamos mais alguns beijos antes dela falar.
– Sobe um pouquinho comigo? – Pediu fazendo bico.
– Fazendo esse biquinho você consegue tudo de mim.
– Eu vou anotar isso, Manoela.
Roubei um selinho e desci do carro, em seguida abrindo a porta pra ela. Depois de alguns poucos minutos estávamos em frente o seu apartamento. A luz da sala estava acesa e pelo o que eu sabia até então, Giovanna estava morando sozinha. Ignorei esse fato e entrei junto com ela. Passei meus olhos pela a sala e vi que a luz do quarto também estava acesa e a TV estava ligada.
– Gi, tem alguém aqui no seu apartamento? – Perguntei um tanto desconfiada e Giovanna deu de ombros, ignorando minha pergunta.
Ouvi alguns barulhos no quarto e passos, já estava pronta pra correr ou agredir quem seja lá quem fosse, quando a Jane saiu dele. Olhou pra mim e depois da Giovanna, abriu um sorriso e caminhou até sua filha. A abraçou e parou em minha frente.
– Manoela, quanto tempo. – Sorriu gentilmente e me abraçou em seguida.
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OLHA QUEM VOLTOU!
Peço desculpas de novo pela a demora e desculpas se o capítulo não ficou lá grande coisa, não sou bom pra escrever hot. Enfim, é isso. Não sei quando volto mas prometo tentar não demorar muito... Mas vocês já sabem, caso eu não conseguir cumprir a promessa de tentar voltar logo, não se esqueçam que eu sempre volto.
É isso aí, um beijo. Comentem o que acharam. Tia Jane gostou de ver Manoela? O que vai rolar no próximo capítulo?
Eric.
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A vida imita a arte
FanfictionUma atriz beija uma pessoa por meses em uma novela e não se apaixona, ou será que se apaixona?