Capítulo II

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A chuva está a piorar e a polícia continua á entrada da floresta, todos os meus planos envolvem esfaquea-los até á morte, mas os policiais são demais até para mim, eu acabaria sendo preso e condenado á morte ou mandado para um manicómio. Tenho de pensar em algo antes que minha roupa chame a atenção de alguém.
A minha única opção é passar pelo lado proibido da floresta, há relatos de que esse é o território do Slenderman, e acreditem, eu e ele não temos uma boa relação, se eu conseguisse mata-lo, eu já o teria feito.
Recuo alguns passos e entro um uma mato, com as mãos ensanguentadas no bolso central do meu moletom, capuz tampando metade do meu rosto e de cabeça baixa, começo a entrar pela parte Este da floresta.

Parece estar tudo calmo, o som das folhas das árvores se agitando com o vento toma conta do lugar, passo entre algumas árvores silenciosamente, com cautela e sem baixar a guarda pois o mínimo ruido de galho quebrando ou pedra rolando, iria chamar ...

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Parece estar tudo calmo, o som das folhas das árvores se agitando com o vento toma conta do lugar, passo entre algumas árvores silenciosamente, com cautela e sem baixar a guarda pois o mínimo ruido de galho quebrando ou pedra rolando, iria chamar a atenção de alguém, ou até do Slenderman.
Quando chego a metade do caminho, já longe do território do Slender, começo a ouvir o barulho de um motor de carro, como se estivesse parado do meu lado, começo a andar um pouco mais depressa mas ao fazer isso sinto algo a tocar no meu ombro, paro já me preparando para pegar na faca.
A pessoa fala, aparentemente um homem adulto e talvez o dono do carro, sinto o cheiro de chumbo por isso ele devia estar armado. Melhor não virar meu rosto para ele ou ainda causo o pânico.

"Garoto não deveria andar por aqui, estamos no meio de uma investigação por causa de um assassinato. Está perdido aqui ou assim? Podemos leva-lo para casa..." - fala enquanto agarra o meu ombro.

Perfeito um policial, se eu não falar e continuar meu caminho irá chamar a atenção e ele irá me seguir, a única opção será mata-lo logo e acabar com isto.
Lentamente eu me viro para ele e ergo meu rosto, ele olha para mim e logo começa a tremer, sua respiração acelera e consigo ouvir seu coração bater bastante rápido.

"Vo-Você é o J-Jeff the Ki-Killer...." - ele retira sua arma do suporte e aponta para o meu peito enquanto treme, logo fala. - "E-Está preso em n-nome da lei seu mo-monstro!" - começo a sorrir deitando sangue pelos cortes em minha boca, rapidamente tiro sua arma e quebro ela, pois se a usasse, iría atrair mais policiais.

Me posiciono rapidamente atrás do cara e pego o seu cabelo, jogo ele contra uma árvore fazendo ele cair sentado e meio atordoado, pego minha faca e vou na sua direção, paro e dou um chute na barriga dele, ele cai para o lado abraçando sua barriga e a dar gemidos de dor.
Começo a falar com uma voz psicopata e meio rouca.

"Então, já não se consegue mexer? Ainda nem comecei senhor..." - olho o distintivo dele. - Inspetor Pitter Parcks. Não se preocupe, o seu sufrimiento vai acabar rapidamente. - depois de falar começo a rir loucamente, o que deixa o policial aterrorizado. - "Hahahaha, você dá dó, nunca vi um policial tão fraco e inútil. - dou outro chute em sua barriga, o mesmo acaba desmaiando com a dor. De repente ouço outra voz e uma luz de lanterna a vir na minha direção, parece ser outro homem, acho que é o seu companheiro de investigação.
Me escondo entre as árvores e espero ele chegar bem perto, depois é só mata-los, me livrar dos corpos e do carro.

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⏰ Última atualização: Oct 15, 2018 ⏰

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Jeff the Killer - A origemOnde histórias criam vida. Descubra agora