Capítulo 5

18.1K 1K 89
                                    

Bruno

Encontrei a galera e ficamos de resenha na casa da Nic, ela morava em uma casa no Morumbi, uma mansão na verdade. O pai dela era dono de dois shopping da região, ela era muito amiga de Mari então certeza ela estaria lá, passamos o dia todo fumando narguilé, bebendo e jogando conversa fora.

Enzo também estava lá, Isa não quis ir preferiu ficar estudando sei muito bem do caso dos dois, nunca questionei nada aliás foda-se eles já são bem grandinho pra eu ter que me meter.

A noite foi caindo e o sol se pondo, confesso que já estava um pouco alterado e não estava nenhum pouco afim de ir pra casa dormir, reunião em plena segunda de manhã com o meu tio era foda. 

Enzo: esticar pra onde? Love Store? 

Nic: vocês não mudam né? –resmungou –.

Mari: quem vê pensa que não gosta –revirou os olhos e rimos – cala boca Nic, namoral tá muito amiguinha da Isa em –ela riu –.

Bruno: tá metendo minha prima no meio porque Mari? Inveja né? Só porque ela que beija aquela boquinha ali –levantei a garrafa de cerveja em direção ao Enzo e todos gargalharam –.

Mari: eu beijo a sua, é bem melhor –ela mordeu os lábios e ri –.

Saímos de lá rumo a Love Store, confesso que gostava de lá mas claro quando a companhia era sem frescura, eu nunca tive paciência para namoro, nunca fiquei com uma única menina mais de 2 semanas elas sempre se cansavam do meu jeito explosivo mas nunca me importei afinal, não preciso de ninguém para viver.

Enzo havia ligado para um de seus amigos que era dono de lá e já reservou um camarote bem reservado pra nós, entramos e nossas garrafas de Ciroc já estavam lá nos esperando. 

3 horas mais tarde, olhei no relógio e marcavam 2h50 da manhã, desviei meu olhar para Mari ela estava dançando com uma taça de chandon na mão, conforme ela descia seu vestido subia deixando a mostra sua calcinha transparente, ele sabia como deixar um homem louco ainda mais com muito álcool na cabeça, Enzo estava perdido com alguma por lá, Nic agarrada com o Diogo, havia mais algumas pessoas no camarote alguns olhavam para ela com desejo mas seu olhar era meu, mas na hora vi o olhar de Manu balancei a cabeça afastando e virei todo o liquido que havia no meu copo, levantei e Mari me puxou pelo braço colando seu corpo no meu, sua boca invadiu a minha mas puxei os cabelos dela. 

Bruno: não – sussurrei com a boca próxima da dela –.

Mari: então me fode, só isso que eu quero. 

Dei um sorriso safado e saí com ela dali, entrei em um banheiro unissex, já usamos muito ele. Entrei em uma das cabines com ela e fechei a porta, Mari já estava com o vestido levantado coloquei sua calcinha para o lado me preservei e meti nela, Mari nunca foi mais que uma foda, sempre foi só isso e ela sabia o final da noite as vezes era assim, ou quase sempre.

Assim que terminei lavei meu rosto na pia e saí de lá deixando ela pra trás, Mari sabia que eu odiava gente no meu pé então não forçou a barra. 

Enzo: partiu? 

Bruno: é o jeito né, tenho reunião daqui a pouco – olhei para o meu relógio e ri –.

Enzo: que merda cara –gargalhamos –.

Foi o tempo de chegar em casa e tomar um banho bem demorado para tirar um pouco do cheiro de álcool.

Saí do banho com a toalha enrolada na cintura e fui pegar um terno, essa era a pior parte do meu trabalho eu odiava ter que andar assim, gostava das roupas mais sofisticada mas nem tanto. Olhei no relógio e marcavam 7h50, levava quase 30 minutos para chegar no escritório então iria de moto, peguei só uma maçã e sai voado de casa.

Estacionei na vaga de sempre e tirei o capacete, acenei para o manobrista que conhecia a anos e peguei o elevador, 14º andar era a parte da sala da presidência e os 3 advogados mais top de São Paulo e claro só os melhores associados tipo eu que ainda não era formado mas tinha uma boa parte no escritório.

A porta do elevador abriu e sai, Emily era secretária de um dos advogados confesso que já passei por ali algumas vezes e a maioria no banheiro da minha sala mesmo ela atiçava e eu não sou bobo nem nada fazia a festa, seu sorriso foi de orelha a orelha ao me ver. 

Carol: bom dia Bruno – falou a secretário de anos do meu pai, hoje em dia trabalha para o meu tio Capítulo 10 

Foi o tempo de chegar em casa e tomar um banho bem demorado para tirar um pouco do cheiro de álcool. Saí do banho com a toalha enrolada na cintura e fui pegar um terno, essa era a pior parte do meu trabalho eu odiava ter que andar assim, gostava das roupas mais sofisticada mas nem tanto.

Olhei no relógio e marcavam 7h50, levava quase 30 minutos para chegar no escritório então iria de moto, peguei só uma maçã e sai voado de casa. Estacionei na vaga de sempre e tirei o capacete, acenei para o manobrista que conhecia a anos e peguei o elevador, 14º andar era a parte da sala da presidência e os 3 advogados mais top de São Paulo e claro só os melhores associados tipo eu que ainda não era formado mas tinha uma boa parte no escritório.

A porta do elevador abriu e sai, Emily era secretária de um dos advogados confesso que já passei por ali algumas vezes e a maioria no banheiro da minha sala mesmo ela atiçava e eu não sou bobo nem nada fazia a festa, seu sorriso foi de orelha a orelha ao me ver. 

Carol: bom dia Bruno – falou a secretário de anos do meu pai, hoje em dia trabalha para o meu tio –.

Bruno: bom dia Carol, minha linda – debrucei em sua mesa e beijei sua testa e ela revirou os olhos –.

Carol: só para te avisar, 10 minutos de atraso. 

Bruno: ainda está pouco – ri e ela revirou os olhos outra vez –.

Emily fez um gesto com a mão e olhou para a minha sala, apenas pisquei e segui até a sala de reunião.

Eu não tinha nada contra o meu tio, pelo ao contrário devia tanto a ele mas quando se tratava de dinheiro ele era outra pessoa, ajudava até demais mas brigava até demais, eu dava um suporte maior para ele com seus clientes, claro que não os fodões porque ele não confiava em mim 100% e isso estava na cara ele queria mesmo era que Isa tomasse conta de tudo quando ele se aposentasse. 

Olhei para o relógio e já marcava 9h50 e até que fim a reunião acabou, fechamos um negócio milionário e meu tio pretendia dividir com alguns estagiários que eram ótimos na firma. Quando ia sair da sala ele me barrou, olhei pra ele sem entender. 

Daniel: Bruno, eu te avisei ontem sobre a reunião hoje cedo – ele disse calmo, cauteloso mas seu olhar era de fúria –.

Bruno: eu não estou aqui? Eu não dei mil e uma opinião referente a reunião? Então, o que mais você quer de mim tio? 

Daniel: responsabilidade, é isso que falta em você. Seu pai... – interrompi –

Bruno: não, não fala dele –minhas mãos se fecharam e eu fechei o olho –.

Daniel: Calma, me desculpe...

Nem todo erro é errado |Onde histórias criam vida. Descubra agora