Olá, antes de entregar o capítulo pra vocês eu quero dizer só uma coisa importante: #ELENÃO.
É isso, boa leitura.
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Manoela POV.
Acordei as 6 da manhã com o alarme tocando, abri os olhos com dificuldade e levantei com mais dificuldade ainda. Fui pro banheiro e fiz a minha higiene matinal, tomei um banho e em 20 minutos eu já estava colocando minha roupa. Fui até o criado mudo e peguei meu celular, desbloqueei e fui até as mensagens checar se tinha alguma da Giovanna. Rolei a tela vendo mensagens da Ana, Daph e claro, Giovanna. Cliquei nela e vi seu conteúdo.
"Já acordou?" - 06:11.
"Manoela?" - 06:16.
"Se você não estiver aqui até as 7h, juro que eu corto seus dedos." - 06:19.
Ri lendo as mensagens, desliguei a internet e sai pra ir pra casa dela. Sai do quarto e peguei as chaves do carro, tranquei a porta e sai apressada pro estacionamento. Eu passaria em alguma panificadora no caminho. Dirigi o mais rápido que podia, mas ainda respeitando os sinais vermelhos. Olhei rápido no celular e vi que faltava menos de meia hora pra chegar na Giovanna, ou perderia meus dedos. Minha sorte era que perto da casa dela, tinha uma panificadora. Dirigi pra lá, contando os minutos corri pra dentro depois de ter estacionado.
Comprei tudo que a Giovanna disse que queria, incluindo dois pedaços de pudim e um bolo mousse de chocolate branco. Dei a partida no carro e mais uma vez olhei o horário.
- Três para as sete? Só pode estar de brincadeira. - Bufei falando sozinha.
Dirigi rezando pra Giovanna não estar irritada, porque primeiro, chegaria atrasada alguns minutos e segundo, não a respondi. Estava contando os minutos na cabeça quando o meu celular toca, olhei na tela e vi o nome dela. Atendi e coloquei no viva voz. Tudo com o cu não passando nem sinal de Wi-Fi.
- Oi, amor. - Falei já esperando qual seria sua reação.
- Oi, amor? - Rosnou - Você não vai vir, Manoela?
- Então, Gi... - Comecei a falar mas ela me interrompeu.
- Você não ouse me falar que não vem mais. - Rosnou de novo - Eu não bati a gilete na parede pra nada. Ouviu?
- Ouvi. - Eu segurava o riso, Giovanna brava era a coisa mais linda do mundo.
- Então você trate de estar aqui o mais rápido possível. - Falou e desligou, sem esperar resposta.
Engoli o seco e olhei as horas de novo, 07:09, aumentei mais um pouco a velocidade e depois de 5 minutos já estava vendo seu prédio. Estacionei, peguei as sacolas e sai correndo em direção. O porteiro já estava autorizado a me deixar subir. Menos de 3 minutos já estava em frente ao seu apartamento, mandei uma mensagem avisando que estava na porta e ela logo veio abrir. Depois de pegar as sacolas e guarda-las, ela veio em minha direção, pegou minha mão e me puxou pro seu quarto. Fechou a porta e falou atrás de mim.
- Eu tinha dito que se você chegasse depois das 7h, eu ia cortar seus dedos. - Me virei ouvindo ela falar, nossos olhares se conectaram e assisti ela a tirar a própria blusa - Só que eu tenho uma ideia melhor.
- Que ideia? - Me aproximei e puxei sua cintura com as mãos.
- Eu quero seus dedos dentro de mim. - Falou baixinho, em seguida me beijou. Intenso.
Tirei seu sutiã e levei minhas mãos até a barra do seu short curto de moletom, ela quebrou o nosso beijo e o tirou rapidamente, junto com a calcinha. Tirei a minha camiseta e deixei que ela me ajudasse a retirar o resto. Me deitei com ela na cama, me posicionando no meio das pernas dela e deixando os nossos sexos em contato, ela estava incrivelmente molhada.
- Manu... - Falou com a voz manhosa, enquanto eu distribuía beijos em seu pescoço e colo. Minha mão esquerda brincava com o biquinho rígido do seu seio, parei com os beijos e a olhei - Me fode.
Me concentrei alguns longos minutos nos seios de Giovanna, ouvir ela gemer baixinho era algo que eu nunca iria me cansar. Meu sexo latejava e eu queria muito estar dentro dela. Assim fiz. Fui descendo beijando sua barriga e deixando algumas mordidas, abri sua perna e não esperei mais nada. Abocanhei sua intimidade, beijando-a de cima em baixo, passei a minha língua em sua entrada e logo depois foquei em seu clitóris. Os gemidos de Giovanna estavam aguentando, ergui meu olhar sem parar minhas ações e a vi mordendo os lábios e massageando seus seios. Enfiei dois dedos em sua entrada e comecei um vai e vem lento, ia até o fundo com meus dedos. Não demorou muito pra Giovanna arquear as costas e soltar um longo gemido arrastado, logo em seguida gozando em meus dedos.
Fui beijando seu corpo todo até chegar em sua boca e a beijei, fazendo-a sentir seu próprio gosto. Senti quando as pernas de Giovanna rodearam mais uma vez a minha cintura e quando ela começou a rebolar, fazendo nossos sexos entrarem em um delicioso contato. Não demorou muito pra ela me fazer gozar e gozar mais uma vez. Me joguei ao seu lado, ofegante. Ela se aninhou em meu peito e assim acabamos adormecendo.
Acordamos quase as dez da manhã, eu abraçava o corpo nu de Giovanna por trás. Beijei sua nuca e passei as minhas mãos por todo seu corpo.
- Vamos levantar? - Falou se virando de frente pra mim.
- Vamos. - Dei um selinho em sua boca - A gente precisa de um banho.
Ela concordou e me puxou pro banheiro, ficamos só em alguns beijos e nada mais. Vestimos nossas roupas e saímos do quarto, eu estava rezando calada pra Jane não ter acordado ainda. Me sentei na mesa pra esperar enquanto Giovanna fazia um café. Jane saiu do quarto e veio me cumprimentar.
- Bom dia, Manoela. - Me levantei e a abracei.
- Oi, bom dia. - Sorri.
- Dormiram bem? - Perguntou, depois de sentou na cadeira em minha frente.
- Eu dormi bem, a Manoela não sei. Você dormiu bem, Manu? - Giovanna perguntou.
- Sim... - Respondi - E você?
- Eu dormi bem. - Giovanna trouxe o café e as xícaras, se sentou do meu lado - Sabe... - Jane começou a falar - Eu acordei era depois das 7h e meia, ouvi uns barulhos vindo do seu quarto, Gi... - Falou, senti meu rosto esquentar, certeza que estava com as cores da bandeira LGBT - Você dormiu aqui, Manoela?
- Mãe... - Giovanna não estava diferente de mim.
- Qual é o problema, meninas? - Perguntou colocando café - Sexo não deveria ser um tabu e é uma delícia. Você não precisa ficar com vergonha de vir posar aqui só porque eu estou aqui, Manoela. - Falou - Eu sempre apoiei o relacionamento de vocês duas, e não vai ser agora que não vou fazer isso.
- Obrigada. - Falei, respirando aliviada. Giovanna ainda estava visivelmente constrangida.
- Só não parta o coração da minha filha de novo. - Falou séria.
- Eu não vou. - Sorri - Eu amo a sua filha. Nunca deixei de amar.
Olhei pra Giovanna que sorria, segurei sua mão que estava sobre a mesa e dei um beijo em seu rosto. Eu não a magoaria de novo, eu não iria partir seu coração mais uma vez. Era uma promessa e eu iria cumpri-la.
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Volto logo, eu acho
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A vida imita a arte
FanfictionUma atriz beija uma pessoa por meses em uma novela e não se apaixona, ou será que se apaixona?