Capítulo 17

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Bruno

Quando vi Manu daquele jeito semi nua só pra mim me fez imaginar tantas coisas, me fez ir a loucura, aquele jeito de menininha sumiu rapidamente quando encostei em seu corpo.

Sou um cara bem experiente até demais para a minha idade e sabia quando a mulher era virgem ou não, confesso que quando descobri que Manu nunca tinha feito levei um susto, ela era um mulherão mesmo com o jeito de menina o olhar dela matava qualquer homem mas eu não podia.

Não iria fazer isso com Enzo, o que rolou com JP foi foda demais e estraguei a amizade que tínhamos não posso só culpar ele eu também tive minhas parcelas, a decepção em seu olhar era inevitável ela realmente estava disposta a isso e eu não podia dar o que ela queria.

Já tirei a virgindade de outras garotas, mas todas queria apenas provocar os pais ou depois contar para as amigas que perdeu a virgindade com o cara tatuado.

Assim que fechei a porta tentei me trocar rapidamente, queria falar com ela antes de irmos. Desci e aguardei alguns minutos até ver ela descendo as escadas segurei o queixo para não cair, levantei assim que ela ia passar por mim. 

Manu: o que você quer Bruno? – falou sem me olhar –.

Bruno: posso te levar? Não sei se é bom dirigir com esse salto – olhei pra ela de cima abaixo e sorri, mas ela não –.

Manu: você está me sacaneando? Você me evita daquele jeito e agora quer me dar carona? Ando de salto desde sempre isso nunca foi motivo para eu aceitar carona de ninguém. 

Bruno: tá desculpa, é que não... 

Manu: eu estou atrasada – ela sorrio por fim –.

A mesma saiu batendo a porta e respirei fundo, ela era foda literalmente foda e não entendi porque estava dando tanta importância assim.

Vi ela saindo com o carro e tranquei a porta, entrei no meu e acelerei pra lá, Enzo era foda insiste para não ir mas ele não tem jeito, cheguei no super AP de seus pais, interfonei e logo liberaram a minha entrada. 10º andar, bati na porta e a mesma se abriu uma garota tinha cara de novinha e lembrava bastante o Enzo. 

xXx: Olá, sou a Analú e você deve ser o Bruno né? –perguntou sorridente –.

Bruno: sou – ri –.

Analú: prazer – ela se afastou para eu passar – fique à vontade, meu irmão já esta chegando.

Manu estava lá em pé próximo da porta, ela é tão linda eu nunca havia reparado em uma mulher assim antes e não sei o porque disso agora. Todos me receberam muito bem, Mia Alcantra era uma linda mulher e sabia muito bem da onde Manu havia puxado, Henrique se enturmou e falou sobre a empresa do meu pai, não demorou muito para Enzo chegar com a Isa confesso que fiquei chocado eles nunca assumiu para ninguém e agora em família, ela agarrou mesmo meu amigo.

Após algumas horas o jantar foi servido, nada muito sofisticado e gostava disso, sentamos na mesa e chegou alguns familiares dele me senti um pouco perdido e Manu percebeu ao me olhar nos olhos. 

Depois do jantar fui até a sacada, era linda e enorme sonhava com meu AP queria muito que ele ficasse pronto logo fui surpreendido com a presença de Manu, ela parou ao meu lado e ficou olhando a lua que estava cheia. 

Bruno: esta mais calma? 

Manu: quem estava nervosa aqui Bruno? – falou e deu um gole no seu drink –.

Bruno: preciso mesmo falar? –olhei em teus lábios sugando o canudo, ela era gostosa demais puta que pariu –.

Manu: você que não soube fazer a coisa certa no momento que deveria ser feito. 

Bruno: então as coisas tem que ser na hora que você quer? – ri e ela revirou os olhos –.

Manu: não é na hora que eu quero e sim quando tem que acontecer. 

Bruno: então não era a hora de acontecer – tirei uma mexa que escorregou sobre sua orelha colocando novamente, ela fechou os olhos e abriu novamente ao ouvir Enzo e Isa se aproximarem –.

Passamos o restante da noite ali conversando, Manu se distanciou e ficou perto dos seus familiares e da Analú que não desgrudava dela um minuto mas o seu olhar era meu e me seguiu a noite toda.

Quando deu 03h50 resolvi ir pra casa, a maioria do pessoal não estava mais lá e ficar sozinho com a Manu depois dela ter bebido alguns drinks não seria bom, não ali. Me despedi de todos ela permaneceu me olhando até eu desaparecer pela porta, cheguei em casa e peguei no sono logo.

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