Manu
Aquele cheiro de álcool com uma mistura de menta era típico o beijo de Bruno, sua boca quente descia pelo meu pescoço, meus olhos estavam fechado não conseguia me mover a não ser arranhar as costas de Bruno todinha de tanto prazer que eu estava sentindo, cada vez que sua boca descia mais borboletas criava em meu estômago, no mesmo instante ele tirou sua camisa que eu estava vestindo me deixando apenas de calcinha, seu olhar fixou em meu corpo desceu e subiu olhando cada parte, mordeu os lábios antes de abocanhar meus seios ele chupava com vontade, abri os olhos lentamente e pude ver o prazer em seu olhar, sua língua percorria meus seios e o arrepio só aumentava, gemia baixinho pois não queria que Isa escutasse. Bruno chegou no meu ponto fraco, chegou aonde nunca ninguém havia encostado antes e confesso que o frio na minha barriga só aumentou, ele deslizou seu dedo e me olhou sorrindo ao sentir a umidade entre minhas pernas.
Bruno: meu Deus linda, você já esta assim – seu olhar encontrou o meu e corei – não fique com vergonha, porra, isso é tão excitante. Preciso ter você pra mim Manu, preciso sentir o teu gosto. Posso?
Seu olhar permanecia fixo no meu e eu queria aquilo mais que tudo e ele sabia, apenas afirmei com a cabeça dizendo que sim e ele abriu um sorriso safado, enquanto acariciava meus seios sua língua percorria pela minha buceta deixando ainda mais úmido respirava fundo, não conseguia fechar meus olhos precisava ver o quão satisfeito era aquele olhar de Bruno, ele deslizou uma mão e penetrou um dedo soltei um gemido um pouco mais alto e coloquei as duas mãos na minha boca rapidamente.
Bruno: estou machucando linda? Se tiver me fala, por favor.
Manu: nã, não... continua – falei entre suspiros e ele sorrio –.
Senti um misto de sensações dentro de mim, minha respiração estava ofegante nunca havia sido chupada antes e não tinha noção de quão bom isso era, senti que meu orgasmos estava perto ele continuou com os mesmos movimentos enquanto me chupava no mesmo ritmo, fechei meus olhos com força e senti minhas pernas bambear.
Manu: ai meu Deus Bruno –falei baixinho entre gemidos e ele segurou minha mão com força –.
Gozei na boca dele e Bruno não deixou uma gota em mim, meu corpo tremia e ele segurava firme em minhas pernas com um sorriso largo no rosto, ficamos nos olhando por alguns minutos confesso que queria, mais queria ir adiante mas ele recuou e senti um nó no meu estomago.
Bruno: vem cá – falou deitando ao meu lado e me puxando para os seus braços – isso é novo pra mim Manu – sua mão deslizava pelas minhas costas nua causando arrepios – nunca trouxe ninguém para o meu quarto, nunca deixei de transar depois de uma boa preliminares.
Manu: posso dizer que pra mim também é novo – ri baixinho e olhei pra cima, ele estava sorrindo – mas porque parar agora?
Bruno: estou um pouco bêbado ainda confesso, não quero que tua primeira vez seja assim.
Manu: o importante é o momento Bruno, quando sairmos desse quarto você será o Bruno grosso de sempre e não esse – revirei os olhos –.
Bruno: será melhor assim –sussurrou –.
Fechei meus olhos e acabei pegando no sono, meu corpo estava exausto depois de um dia corrido, faculdade e depois Bruno... ele me esgotava de uma forma tão boa que estava me deixando viciada. Abri meus olhos e escondi o rosto rapidamente com a claridade que entrou, esquecemos a janela aberta olhei para o lado e Bruno não estava mais lá sentei na cama e me espreguicei peguei meu celular e marcava 10h50 dormi demais, levantei e ainda estava com a camisa dele a porta abriu e tentei esconder meu corpo mas foi em vão ele já entrou rindo.
Bruno: fizemos coisa pior ontem linda, o que pode ser pior do que eu te ver vestida com a minha camisa? – ele mordeu os lábios e riu –.
Manu: engraçadinho, preciso ir – falei pegando minha roupa –.
Bruno: pode usar esse banheiro, toma um banho, ainda bem que não tem ninguém lá embaixo – ele sorrio aliviado e me entregou toalha e sabonete –.
Levei minha necesser para o banheiro e liguei o chuveiro, aquela água quente caiu sobre mim e fechei meus olhos lembrava do toque de Bruno era muita tentação, imaginei ele entrando naquele banheiro e eu perdendo minha virgindade ali mesmo, mas afastei os pensamentos ao pensar que quando sair dali ele seria um outro Bruno.
Já estava pronta e ele não estava no quarto, peguei minha bolsa e saí quando ia descer as escadas ouvi uma discussão dele com o tio e era sério.
Bruno: meus dias aqui estão contados, só pra avisar, meu AP esta ficando pronto você irá viver longe de mim.
Daniel: você pode até ir embora mas não sair da empresa.
Bruno: você não manda em mim, esqueceu? Tenho parte naquela porra também e se eu continuar indo ou não é um problema meu.
Daniel: Bruno, cala a boca e fala direito. Sou o seu tio, eu te criei! – falou bravo –.
Bruno: vocês esconderam uma coisa que não deveria, vocês, você e a Carol não deveria ter mentido pra mim esse tempo todo, você tem noção de como eu precisei de alguém perto de mim? Ela estava lá mas em nenhum momento falou que era a minha mãe.
Oi? Mãe? A Carol? Mãe do Bruno? Passou um filme pela minha cabeça, eu já havia notado o jeito em que ela olhava pra ele mas nunca liguei aliás ela conhecia a família Bottini a anos.

VOCÊ ESTÁ LENDO
Nem todo erro é errado |
Teen FictionEscritora: Ju Rabetão • Respoansável pela história: Letícia +16 | Manuela, mais conhecida como Manu. Filha da Mia e Henrique, atualmente com 20 anos mudou para São Paulo para terminar sua faculdade de direito e começar uma nova vida longe das asas...