Novamente a pedido da SrtaFumi, vou fazer esse maravilhoso imagine. Lembrem-se, não tem problema pedir imagine de um personagem repetido.
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S/n acaba de entrar para a tropa de exploração, direto para a tropa de Levi, já que Hanji insistiu para sua entrada. Levi, mesmo não admitindo, respeita a opinião da " Quatro-olhos "
Só não esperava ver uma garota de aparência frágil entrar pela porta, ainda mais atrasada por 1 minuto.
Ela tinha cabelos C/c, de tamanho ( curto, médio, longo), corpo fino, mas avantajado, estilo meio fofo.
Mas, ao olhar para seus olhos, sua opinião de fragilidade mudou totalmente. Seus nos eram da cor mais bela que já vira, mas eram frios e vazios, apesar dela sorrir. Olhos que sabem o que é perder alguém.
P. V. O. S/n.
Hum... Tropa de exploração... Esse sempre foi meu sonho... O de meu irmão também... Mas... Acho que agora ele não consegue mais, afinal... Ele morreu.
Tinha um baixinho me olhando fixamente, sem bem que não posso falar nada com meus 1,55.
Havia outros cadetes lá, que me olhavam com pura luxuria, que era ignorada por mim, afinal, amor é uma fraqueza.
Vou em direção ao baixinho, capitão Levi, se não me engano.
Fico em posição de sentido, em sua frente.
- Cadete S/n S/s se apresentando senhor! Gostaria de me desculpar por meu atraso, tive certos... Imprevistos no caminho. -digo desviando os olhos no " imprevistos ".
Ele me observa atentamente, possivelmente tentando me intimidar, o que não deu muito certo.
- Descansar. Não irei mais tolerar atrasos. Agora me diga, o que lhe atrasou? - diz ele.
Hum... Interessante.
- Bem... Digamos que eu tive que educar alguns soldados bêbados. -digo.
Um leve sorriso maldoso brota em meus lábios.
Ele assente.
- Jaeger! Leve a pirralha ao quarto dela! - diz ele.
Pirralha? Espera, ele disse...
- EREN??!! - grito ao ver seus cabelos escuros.
Assim que seus olhos claros se focam em mim, ele corre e me abraça forte. Logo eu retribui, fazendo tanta forca quanto possível.
- S/n! -diz ele com a voz embargada.
- Chora não muleke, não to morta! - digo acariciando suas costas
-Humhum. -grunhiu Levi.
- Receio que já se conheçam. -diz ele com um semblante sombrio.
Acho que ele esta tentando me intimidar... Quase rio alto. Eren treme e eu me afasto dele.
- Sim.Crescemos juntos, ate que... Nada. Deixa pra lá. -digo, falando mais sombria no final.
Eren me olha preocupado.
- Onde você estava? - diz ele.
Eu faço uma expressão de quem esta pensando.
- Ah... Vários lugares. -digo e sorrio.
Ele parece aceitar minha resposta.
- Vamos? - diz ele e sai andando e eu o sigo.
Ele me mostra meu quarto e depois vai dormir.
Entro no quarto e arrimo minhas coisas. Sento no beiral da janela e fico olhando pro nada.
- Maldita insônia. - resmungo.
Após algumas horas fazendo nada, eu pulo da janela e subo na parte mais alta do castelo.
O vento assobia em meus ouvidos, compondo uma melodiosa canção.
Não percebi quando meu corpo se mecheu, só percebi quando estava dançando.
Meus movimentos eram leves, como uma folha ao vento, sendo guiada puramente por instintos.
Depois de alguns minutos me sinto observada, e paro de dançar.
- Não achei que houvesse mais alguem acordado essa hora. -digo, me virando lentamente, vendo o capitão Levi.
- O que faz acordada a essa hora cadete? - diz ele, com feição sombria.
Oh saco.
- Cara feia pra mim é fome.-digo, mau humorada.
Ele parece surpreso, desfazendo sua carranca.
- Olha como fala com seu superior. -diz ele recuperado da surpresa.
- Então os superiores gostam de ver damas dançarem na madrugada? - digo erguendo uma sombrancelha.
Ele abre a boca, mas logo a fecha.
- Insônia. -digo antes dele falar algo.
- O quê? - diz ele confuso.
- Tenho Insônia, por isso estou acordada. Ah quem me dera ter um chá... -digo, salivando só de pensar em um chá.
Ele parece estar debatendo sobre algo, mas logo suspira, como se fosse vencido.
- Eu estou indo tomar um chá, quer ir? - diz ele abrindo uma porta, que até agora eu não tinha reparado.
- Claro! - digo sorrindo e passando por ele.
Ele me levou para uma sala com um bule de chá preto e algumas xícaras.
- Me fale do seu passado cadete. - diz ele me observando.
- Não há muito o que falar. Eu morava com meus pais, perto da casa do eren, por isso somos amigos, mas, na primeira invasão dos titãs, eles distrairam os titãs para eu poder fugir, o que eu certo. Fiquei puta com os titãs, por isso estou aqui.Eu também tinha um irmão, mas ele também morreu, durante uma missão. -digo.
Eu falo calmamente, o que parece de certa forma surpreende-lo.
Ele, acho que por instinto coloca a mão por cima da minha. Eu fico levemente surpresa, até que tenho uma ideia.
Me levanto, puxando ele junto, e quando ele se recuperou, lhe dou um beijo.
Um beijo selvagem e cheio de desejo, que não demora a ser correspondido, mas, quando íamos avançar, eu me solto dele e abro a porta.
-Tenha uma boa noite, capitão. - digo e saio indo para meu quarto, deixando ele estupefado para trás.