Manu
O sorriso mais lindo formou em seu rosto, Bruno tirou a carteira do bolso e pegou uma camisinha dentro, ajudei ele a tirar sua calça e o volume na sua cueca me fez regalar os olhos e ele deu um sorriso canalha, colocou a camisinha e observei tudo atentamente, me arrumei na cama e Bruno apoiou em um braço enquanto tentava penetrar em mim bem devagar.
Bruno: se doer você me fala, por favor linda. Promete?
Manu: sim, prometo – falei baixinho e ele selou nossos lábios –.
Senti uma dor gostosa, não era algo que incomodava tanto só era... bom, só era diferente. Abri meus olhos depois que já havia entrado e os movimentos eram de vai e vem, Bruno sussurrava baixo e aquilo me deixou mais excitada e seu pau acabou deslizando dentro de mim, gemia baixinho em seu ouvido e percebia seu corpo se arrepiando.
Bruno: porra linda.
Os movimentos ficaram mais intenso, a velocidade aumentou muito aquele barulho, sua boca grudada na minha me fez delirar realmente. Seu corpo ficou fraco e aquele sorriso safado dizia tudo, havia acabado de gozar.
Bruno: porra – passou a mão entre os cabelos –.
Manu: boca suja – ri baixinho –.
Bruno: você é incrível Manu, você é tão linda – sua mão encostou em meu rosto e fechei meus olhos, queria congelar aquele momento –.
Passamos alguns minutos ali só nós dois, então resolvemos ir tomar banho juntos e o cuidado que Bruno tinha comigo fazia meu coração pulsar forte, ele abriu o chuveiro e entrou enquanto eu amarrava meu cabelo e colocava uma touca para não amassar nem molhar.
Bruno: como tu consegue ficar mais linda ainda assim?
Manu: como você é falso –rimos alto –.
Bruno: só trabalho com a verdade linda.
Manu: sei – cruzei os braços e ele riu –.
Tomei um banho rápido depois que Bruno saiu, me enrolei no roupão e fiquei me olhando no espelho por alguns minutos ele conseguiu me fazer sentir mulher, a pensar de uma outra forma. Eu tinha a opinião formada em perder a virgindade com alguém que não tínhamos um relacionamento mas era impossível ficar perto de Bruno sem querer agarrar ele e sentir entre minhas pernas. Saí do quarto e me vesti, passei um perfume e minha maquiagem ainda estava intacta, peguei minha bolsinha e desci as escadas e la estava ele todo lindo me esperando.
Fomos no carro do Bruno, ele estava um pouco incomodado com algo só não sabia o porque e ele também não queria falar. Chegamos na parte do salão de festas que tinha no condomínio deles, que aliás já estava bem cheio, acabou que nos atrasamos um pouco bati uma foto e postei. Bruno foi pegar algo para beber e me juntei com as meninas, Isa estava linda e Enzo estava babando nela que eu via de longe.
As horas se passaram e escureceu logo, comi demais e estava na minha 5ª latinha de skol beats aquilo era um veneno real, eu não era o tipo de mulher que grudava em homem então não enchi o saco de Bruno, mas nossas trocas de olhares eram constantes. Cantamos parabéns para Isa e estava na hora de ir para a balada, ia usar a mesma roupa.Manu: posso subir lá para retocar a make?
Isa: claro né pequena – desviou o olhar para o Bruno – pode levar ela, eu deixo – eles riram e revirei os olhos –.
Subi as escadas e Bruno atrás de mim, entrei no quarto de Isa e sentei em frente a penteadeira dela e ele ficou me encarando da porta.
Manu: porque tá me olhando? – perguntei rindo –.
Bruno: a gente precisa conversar sério.
Manu: sério isso Bruno? Depois do que rolou hoje? –passei o batom e arrumei olhando no espelho –.
Bruno: é por isso mesmo, quero que minha vida seja um livro aberto pra você.
Manu: tem muitas coisas que a gente tem que saber um do outro e pelo que eu sei de você, tu nunca curtiu relacionamento sério e não será eu que vou te obrigar a isso – levantei e caminhei até ele – fica tranquilo, não sou nenhum grude – ele riu –.
Bruno: não é isso Manu, esse pessoal, essas pessoas que andam comigo.
Manu: ninguém vai aceitar isso Bruno, eu e você assim sabe? E confesso que já esperava por isso – olhei pra baixo e voltei a olhar pra ele –.
Gritaram a gente lá de fora e quase reconheci a voz, mas no fundo sabia que era da Mari. Ele revirou os olhos.
Manu: melhor irmos.
Segurei na mão dele e descemos, quando chegamos lá embaixo me soltei e fui pra perto da Isa e meu irmão e Bruno? Claro, pra perto do pessoal dele.
(Look da Manu na multimédia)
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Nem todo erro é errado |
Ficção AdolescenteEscritora: Ju Rabetão • Respoansável pela história: Letícia +16 | Manuela, mais conhecida como Manu. Filha da Mia e Henrique, atualmente com 20 anos mudou para São Paulo para terminar sua faculdade de direito e começar uma nova vida longe das asas...