Bruno
Quando terminei aquela música que tanto me lembrava ela Manu estava parada atrás me ouvindo, olhei pra ela e a mesma disfarçou rapidamente. Mia preparou o jantar e Rique assou algumas carnes, amanhã cedo iria chegar alguns familiares de Manu e o frio na barriga tomou conta de mim. Ela estava me evitando e aquilo me deixava louco a vontade que eu estava de agarrar e beijar a boca daquela mulher estava tomando conta de mim, marcava 23h50 no relógio quando fui tomar um banho, Manu havia deixado toalha encima da cama dela e puxou a cama de baixo que com certeza era pra mim, rir ao ver a cena e balancei a cabeça.
Tomei um banho não tão demorado, sorte que era no quarto dela. Enrolei a toalha na cintura e saí, quando entrei no quarto dela a mesma estava só de calcinha vestindo a camisola.Bruno: não faz isso não.
Manu: o que? – ela me olhou, mesmo bolada queria me provocar –.
Bruno: fica sim.
Manu: estamos na casa dos meus pais – ela me lembrou e prendeu o riso com a cara que eu fiz –.
Bruno: você acha que eu penso em alguma coisa te vendo assim?
Manu: não pensa em nada?
Bruno: só em você encima de mim – olhei a poltrona em frente a sua escrivaninha – de preferencia ali pra ninguém ouvir o barulho –.
Manu riu e não disse nada, ela continuou só de calcinha e caminho até a porta rapidamente para tranca-la, deixei a toalha cair e avancei encima dela com vontade, suas mãos percorreram pelas minhas costas nua e arranhou com força, minha boca invadiu a sua e ela retribuiu sem pensar duas vezes, deslizei minha mão para sua buceta e estava molhada, eu já estava duro feito pedra e ela deu um sorriso ao encostar no meu pau. Caminhei com Manu até a poltrona e sentei, ela tirou a calcinha sem tirar o olhar de mim, mordi meus lábios quando ela veio por cima sentando em mim com força, aquela menininha inocente não existia mais e eu gostava disso. Manu me preencheu e cavalgou encima de mim com vontade, suamos juntos, tampei sua boca com a minha mão para ela não gemer tão alto e deixou ela com mais vontade ainda. Manu me fez gozar sem precisar de muito, ela me deixava louco, nunca nenhuma mulher conseguiu fazer isso assim de um jeito tão simples. Ela deitou sua cabeça em meu ombro e envolveu seus braços em meu pescoço e ali dormiu agarradinha comigo.
Abri meus olhos e ainda estava escuro, Manu estava do mesmo jeito em meus braços, fiquei com medo de acorda-la mas ela iria acordar cheia de dores, levantei com cuidado e ela resmungou mas voltou a dormir, peguei ela no colo e levei até a cama cobri a mesma e deitei ao seu lado, ela entrelaçou seus braços em minha barriga e dormi novamente, com ela era o meu lugar e a cada dia que passa eu tenho mais certeza disso.
Acordei de manhã e Manu já não estava mais na cama, eu ainda estava nu continuei deitado até que ela entrou no quarto e estava com roupa de academia, puta que pariu.
Bruno: bom dia linda.
Manu: bom dia Bruno – ela segurou o riso – o café está na mesa, vou ir correr, quer ir?
Bruno: acho uma boa ideia, mas acho melhor você me esperar lá embaixo se não –olhei para o seu corpo e ela riu –.
Manu: pervertido – ela saiu e gritou – não demora.
Dei um pulo da cama e joguei só uma água no corpo, coloquei uma bermuda de malhar e um tênis, vesti uma camiseta não iria descer sem por conta da família de Manu. Desci e quando cheguei na sala havia bastante pessoas lá, alguns eu já conhecia do dia que teve uma festa na casa dos pais de Manu em São Paulo, cumprimentei todos e ela estava de longe só me olhando e rindo. Ela me esperou para tomar café, comemos e saímos para correr. Manu estava quieta e sabia que era o jeito dela de se proteger de alguém e esse alguém era eu.
Terminamos a corrida e estávamos soando, Manu era boa em exercícios somos uma ótima dupla, confesso.
Bruno: até quando vai ficar cheia de marra assim?
Manu: até você se desculpar.
Bruno: sério isso?
Manu: você tem noção do show que você deu Bruno? – estava caminhando ao seu lado e parei, segurei em sua mão e puxei pra mim –.
Bruno: te amo, me desculpa, eu só...
Manu: precisa se controlar, eu também te amo mas você tem que confiar em mim.
Bruno: desculpa – puxei ela pra perto e Manu não recuou –.
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Nem todo erro é errado |
Teen FictionEscritora: Ju Rabetão • Respoansável pela história: Letícia +16 | Manuela, mais conhecida como Manu. Filha da Mia e Henrique, atualmente com 20 anos mudou para São Paulo para terminar sua faculdade de direito e começar uma nova vida longe das asas...