Bruno
Nos despedimos de alguns e saímos juntos, Manu estava quieta e pensativa, ao mesmo tempo ria sozinha, estava um pouquinho alterada. Fomos agarrados, nos pegamos algumas vezes até enfim chegar em casa.
Manu: o que você acha de fazermos amor aqui? – ela falou assim que estávamos passando pela cozinha –.
Bruno: na cozinha? – falei em um tom baixo e ela grudou em mim –.
Manu: sim, aqui... – ficou pensativa e olhou para a bancada – aqui encima.
Bruno: está tão corajosa assim? – dei um sorriso e ela fez careta –.
Manu: você despertar um lado em mim que é só seu lindo –envolveu os braços em meu pescoço e não precisou ficar na ponta dos pés por conta do salto – e eu acho bom você aproveitar que é só seu – sua boca estava em meu ouvido falando baixinho –.
Fechei meus olhos por alguns segundos até raciocinar o que estava acontecendo ali, abri novamente e peguei Manu no colo sem nem pensar duas vezes suas pernas se abriram envolvendo em meu corpo e apoiei-a na bancada, sua boca invadiu a minha e retribui na mesma intensidade, Manu estava com muito fogo e eu precisava apagar. Deslizei minhas duas mãos pela sua perna e subi sua saia, ela apoiou em mim e levantou até sentir sua pele nua em minhas mãos, apertei sua coxa até subir em sua bunda, ela soltou um gemido em meu ouvido e fui a loucura. Sua mão estava no zíper da minha bermuda arrancando ela sem nem pensar, meu pau soltou pra fora e a cara dela de safada já me dava vontade de gozar ali mesmo. Manu abriu bem as pernas e afundei dentro dela, tão quente e tão molhada confesso que não tinha vontade de sair dali, ela estava sempre tão pronta pra mim. Manu gemia em meu ouvido e nem se quer se preocupou se alguém poderia chegar, e eu? Muito menos! Os movimentos foram aumentando até ela jogar a cabeça pra trás e chamar meu nome, aumentei os movimentos até gozar também dentro dela.
Manu: quero isso pra sempre –ela falou baixinho em meu ouvido e deitou a cabeça em meu ombro –.
Bruno: não precisa nem me pedir linda – acariciei teus cabelos –.
Ir embora e voltar a realidade nem sempre é bom, mas Manu estaria comigo e só isso já valia a pena. O voo até aqui foi rápido e dessa vez ela não passou mal, chegamos em São Paulo e o pai de Leandro buscou a gente no aeroporto não deixei Manu ir pra casa, queria ela mais um pouco perto de mim. Fomos direto para a minha casa, entramos e aquele cheiro de casa limpa exalou ela sorrio quando seu olhar encontrou o meu mas não durou muito, Manu correu até o banheiro de serviço e vomitou todo café a manhã.
Bruno: vamos para o hospital agora.
Manu: Não vou não.
Bruno: para de ser teimosa.
Manu: é só alguma coisa que eu comi Bruno, eu hein – disse lavando o rosto, encostei minha mão em sua cintura e ela paralisou –.
Bruno: você sabe que eu estou com você, não sabe?
Manu: não é nada lindo – ela pegou a toalha de rosto e virou pra mim, fechou os olhos ao secar o rosto e voltou a me olhar – está tudo bem, foi um mal estar.
Bruno: dá próxima...
Manu: não terá próxima – falou firme – esta tudo bem.Duas semanas passou voando, as aulas iriam voltar apenas daqui um mês e estava ansioso para o meu último semestre, coisa que eu não sentia desde o início das aulas. Carol queria voltar para a empresa mas eu queria que ela continuasse os tratamentos e ficasse em casa e não passando nervoso com o meu tio.
Daniel: ela precisa voltar, ela é uma ótima secretária a melhor que nós temos.
Bruno: mas ela não é secretária, ela é a minha mãe. – falei firme e ele revirou os olhos – você ficou tão feliz em encher a boca pra falar a verdade pra mim e agora tá bravo? Me erra – caminhei em direção a porta –.
Daniel: então preciso que vá em uma reunião pra mim esse final de semana no Rio de Janeiro.
Bruno: com quem?
Daniel: Empresa do Ricardo, estão precisando de uma audiência e preciso que você vá, você é o único que confio aqui pra resolver isso.Bruno: ainda não sou formado, então...
Daniel: preciso que você vá, a Emily já comprou as passagens verifique com ela quando você vai.
Bruno: certo.
Não disse mais nada, não iria brigar e já havia combinado isso com a Manu. Saí da sala e passei pela mesa da Emily.
Bruno: na minha sala, por favor – ela deu um sorriso malicioso e revirei os olhos, entrei na minha sala e ela entrou fechando a porta – abre – pedi e ela ignorou –.
Emily: ah Bruno, como assim?
Bruno: estou mandando abrir a porra da porta – ela abriu sem responder e voltou até a minha mesa – preciso que você me entregue a passagem.Emily: Certo... o voo será na sexta-feira as 22h00, você chega no Rio e o carro estará te esperando para te levar até o hotel. Sua reunião com o cliente é no sábado de manhã.
Bruno: Obrigado.
Ela saiu sem dizer mais nada, não conseguia ter olhos pra mais ninguém a não ser pela Manu. Não vi ela o dia todo, apenas trocamos mensagens já que estava em um caso sério com o Junior, como prometi me comportar não fui atrás dela para ver nada que me deixasse maluco.
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Nem todo erro é errado |
Teen FictionEscritora: Ju Rabetão • Respoansável pela história: Letícia +16 | Manuela, mais conhecida como Manu. Filha da Mia e Henrique, atualmente com 20 anos mudou para São Paulo para terminar sua faculdade de direito e começar uma nova vida longe das asas...