capítulo dezoito

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- Mas não importa o que eu faça, as memórias não se apagam em um estalar de dedos.

- Talvez eu fosse o abordo abusivo em outros vidas passadas sem nenhum porte de chegada.

- Eu estava coberta de sangue naquele pleno sábado a tarde, mas não era apenas o meu sangue.

- Papai era um porco asqueroso que estava por cima do meu corpo babando o sangue que escorria de sua boca.

- Minhas lágrimas se continha em meu rosto pálido.

- Arranquei a orelha esquerda daquele porco com uma só mordida... e quando consegui me soltar, ele veio correndo atrás de mim como um pequeno cãozinho que corre ao encontro do seu dono quando ele chega em casa.

- O olhar de desejo passara a ser de ódio.

- Ele iria me matar enquanto suas mãos estavam em meu pescoço apertando-o com todas suas forças.

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