Esta obra vai atingi-lo de uma forma que você nunca imaginaria. Vai fazer sua concepção entender o que você jamais pensou existir. Perceber que em um grande suspense pode haver pontos tão impactantes a qual vai te fazer entender realidades inimaginá...
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Olhar depressivo sobre o espelho a sua frente, tomava-se por angustia a cada respiração ofegante. Jhennet Thompson, aparentava desleixo com seus cabelos longos e castanhos, e com sua pele e rosto. Lembrava de como era antes da separação, ha 4 (quatro) meses: lábios sempre avermelhados, olhos marcados com delineadores, usava muitas máscaras e toques especiais com pó de arroz; também usava muito os cabelos volumosos e ondulados. Agora tinha um rosto cansado, inchado, pele com secreções, manchas e olheiras. Sabia que sua antiga vaidade já não tinha mais como já fora antigamente.
Mulher de 27 (vinte e sete) anos com personalidade reservada, se policia a não falar sobre si ou o que acontece de sua vida a ninguém. Tem um temperamento desagradável e irresponsável, principalmente se nota na embriaguez, qual se depara quase todos os dias. Estava usando um vestido de seda com botões frontais, até os joelhos, de tom bege claro e desbotado nem tão pouco elegante no visual. Parecia a tempo desgastado e com algumas manchas escuras próximo ao decote tão fácil de notar.
Usava uma sapatilha rasa azul e desgastada sem meias e cadarços mau colocados. O vazio a tomava e já não haveria brilho algum em sua vida, é como assim ela pensava. Refletindo sobre os vícios que se escravizava por tanto tempo sobre o álcool a quatro meses.
Com uma mão apoiada na pia e outra no rosto, Jhennet começa a lacrimejar. Soltando a mão da pia e pondo sobre seu pescoço, as lágrimas começam a pairar, o suspiro a se ofegar cada vez mais, seu rosto aquecer, uma leve enxaqueca sentir junto a pontadas finas na cabeça sobre o lado direito da testa, como uma agulha a lhe espetar. Dando um paço leve para trás desajeitadamente, Jhennet pensa no quanto nada fazia sentido para ela e se questiona em qual atitude tomar. Começando a se sentir chateada e com angústia, se toma por choros soluçosos.
- Não! Não! Nããããooo!!! - fala para si mesma junto ao choro. - Isso não!
Prontamente sem pensar, Jhennet estica o braço direito como quem vai arremessar algo e tão rapidamente sem ao menos parar, debruça o corpo fortemente até que seu braço pudesse alcançar o espelho, e com o punho soca-o em meio ao seu reflexo, fazendo um estrondo estremecedor interrompendo todos os sons distantes que ali aparecia em tal momento.
- Haaaaaaaaaaaaaa!!! - Jhennet grita raivosamente erguendo o corpo a frente e mãos sobre os ombros. Tudo se aquieta.
Se vendo entre os cacos na pia e pensando no desastre que fez, em instante pega se sentindo com dores finas no punho. Percebeu os cortes e o sangue a escorrer pingando nos cacos. Sabia que nada era tão doloroso quanto a dor que sentia por dentro.
Abrindo a torneira para lavar a mão ensanguentada, apressadamente ao molhar a mão que não parava de pingar, pegou uma toalha de rosto azul clara do seu lado esquerdo e pôis sobre a mão para tentar estancar o que ali tinha feito. Virando-a o corpo em direção a porta, caminha vagarosamente. Ao abrir a porta e de cabeça baixa indo até a cama a sua frente em uma suíte na qual estava, percebeu próximo a porta de saída do dormitório, a sua direita, o seu filho Nicalton lhe olhando com olhos surpresos.
Nicalton Turner ou Ton como o chamavam, estava usando uma camisa tricoline cinza por dentro de uma calça curta de sarja marrom e sapatos pretos, De pele clara e cabelos loiros em corte slickback bagunçado, é uma criança de 8 (oito) anos que desde seu nascimento nunca falou, e sua mãe nunca o levou para uma clínica ou profissionais para examiná-lo.
Ele vivia aparentemente sozinho. Sua mãe sempre o deixava só em casa para ir se embriagar. Ele nunca saía para fora para brincar, nem conhecia outras crianças. Sua mãe nunca o levou a escola, num parque ou lugares em companhia de outras pessoas.
Tinha receio do que os outros poderiam fazer e pensar sobre o comportamento "anormal'' do filho. Vivia quieto, quase sempre não se aproximava de ninguém, nem da própria mãe. Ton passava noites acordado e aparecia em lugares sombrios da casa na madrugada. Tinha uma mania de ficar minutos olhando para uma coisa até que sua mãe o chamasse a atenção e assim sempre baixava a cabeça ou a olhava sem parar. Nicalton sempre estava segurando algo, desde um palito, prego, colher, lenço, boneco, cadeado e entre outras coisas, passava dias até trocar o objeto. Jhennet nunca o questionava sobre isso, na verdade, ela quase nunca perguntava nada a ele, e quando falava era em voz de comando para dar banho, alimentar ou dormir.
John Turner, o pai de Nicalton, o visitou algumas vezes, mas como Jhennet vivia saindo ele quase nunca acertava um horário para estar com o filho, ou, as vezes Jhennet não estava em casa. Mas Jhennet só contou sobre ele ser pai de Ton há três meses quando ela o encontrou desde a época que tiveram um caso a 8 (oito anos). John sempre se perguntava o por que Ton nunca fala com ele, a mãe dizia que ele era tímido, que não o conhecia ainda profundamente e nunca falou sobre os problemas do filho.
Na suíte, Jhennet fixa o olhar em Ton, começa a caminhar em direção a cama onde havia uma bolsa feminina vermelha e lindamente sofisticada e conservada. Com a mão direita pega a bolsa e a coloca no ombro. Fica intacta por alguns segundos olhando para o filho que ali lhe fitava. Começa a caminhar saindo do dormitório até as escadas que rangiam a cada degrau.
Era uma casa pequena e rústica com dois pavimentos de aspecto grosseiro e de ar mais antigo em uma aparência campestre, mas não tão longe da cidade. Foi deixada pelos pais de Jhennet que a algum tempo já faleceram. Na área interna era um lugar empoeirado e velho, de odor forte e desprezível de está. Não que fosse sempre assim, mas a alguns dias Jhennet parecia não se importar mais com as tarefas domésticas de onde vivia, chegava tarde, deixava tudo do jeito que estava.
Sua embriaguez a deixava cada vez mais descuidada, desatenta e negligente. Não se importava com o ambiente qual vivia com seu único filho. No térreo, sem olhar para trás, Jhennet vai até a porta a sua frente que dava para o lado de fora, muito nervosa e opressiva, caminha sem olhar ao seu redor até a porta e põe a mão direita sobre o trinco e a corrente, destranca, puxa e sai sem fechá-la novamente, e vai embora rapidamente pelo jardim rustico, mal cuidado e cheio de arbustos.