Marinette Dupain Cheng é Princesa de Astríade (Uma espécie de Junção da Ásia Oriental, Central, Setentrional e Sudeste Asiático), ela é prometida desde o nascimento ao Príncipe Félix, Príncipe da Europa.
Gabriel Agreste, Duque de Paris e Adrien, se...
Olá My Ladys e Silly Kittys, Bem-Vindos ao primeiro capítulo. •Espero que gostem, peço que se tiverem alguma opinião e/ou crítica construtiva, estou aberta para recebê-las. Bem, é isso, te vejo lá embaixo! Boa leitura. Agora, para que você não se perca:
Negrito e/ou ■= Mudança de Narração. Sublinhado= Corte Temporal. Itálico= Todo o resto!
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— Alteza? — Alya bateu suavemente na grossa porta de carvalho dos aposentos da Princesa.
— Entre. — A voz doce soou de dentro do quarto, autorizando a ação.
Ao entrar, a jovem dama curvou-se perante a garota de cabelos azulados que estava de pé em cima de uma espécie de banquinho, onde algumas costureiras tiravam suas medidas.
— Bom dia, Senhorita Alya, Quais os compromissos de hoje? — Perguntou, com uma expressão agradável no rosto.
— Bem, temos o Café da manhã com Vossa Majestade e logo após, Adrien Agreste convidou-a para um passeio no Jardim, ele solicita algumas informações a respeito de Vossa Alteza, O Príncipe pediu á ele para que o fizesse. — Alya pôde notar o revirar de olhos de sua Senhora/e melhor amiga, ela a conhecia melhor que qualquer um e sabia que Marinette não aguentava mais estes passeios infadonhos com o Jovem Agreste.
Segurou a barra do suntuoso vestido azulado que usava e desceu do "banquinho" sem esperar autorização das costureiras.
As mulheres curvaram-se e se dirigiram a porta para retirar-se, mas antes que chegassem, foram interrompidas por uma ordem.
— Sra. Meredith, soube que sua filha Emma está doente, vá até a cozinha e pegue oque precisar para ela, tudo bem? — A mulher já de idade aproximou-se da garota e pegou em sua mão, beijando as costas da mesma.
— Lhe visito mais tarde. — Sussurou Marinette, para que apenas a costureira ouvisse.
A Sra.Meredith tinha uma filha de 5 anos, e Marinette sempre gostou de crianças, então, a visitava escondido às vezes.
Assim que as mulheres saíram, Mari fez sinal para que Alya a ajudasse, a morena logo pôs-se atrás da amiga, desamarrando o laço do vestido dela e livrando-se de todas as saias pesadas e pomposas do mesmo. Logo após, Mari caminhou até o guarda roupas e pegou um vestido bem mais leve, vermelho com rendinhas douradas na borda da saia.
— Agora sim está puurfeito. — Lembrou-se do trocadilho de Chat Noir, e riu sozinha, oque fez Alya arquear uma de suas sobrancelhas, confusa.
— Mari, você está bem? — Aproximou-se, preocupada e tocou o ombro de Marinette.
— Você está louca? Como ousa tocar em mim?
Desvairou um tapa fraco contra a mão de Alya em seu ombro, livrando-se do toque. E logo, ambas começaram á rir.
—Se você fizesse isso comigo realmente, eu iria presa?
Marinette conteve a risada colocando a mão na frente dos lábios.
Alya se aproximou novamente, mas agora, levou a mão aos cabelos perfeitamente arrumados da azulada, e os bagunçou com as mãos.
— Mas são Dez da manhã. — "Mas não foi você que ficou lutando com um akumatizado a noite toda, e depois ainda teve que ficar sendo espetada por agulhas." Pensou, mas, guardou para si.
— Tem razão, vamos, me ajude á arrumar o cabelo, tenho que me encontrar com o chato do Agreste.
■ Corte Temporal de meia hora.
Narrado por Marinette Dupain Cheng
Caminhava até o jardim, onde Adrien Agreste estaria provavelmente me esperando, ao aproximar-me do local, notei o garoto encostado em um dos canteiros, distraído.
Me aproximei dele vagarosamente, pelo lado e toquei seu braço incerta. Ele olhou-me com seus olhos verdes, radiante.
Sorri, minimamente.
Iniciamos uma caminhada lenta pelo local, ele me ofereceu o braço e eu o segurei.
— Então, o que o Príncipe quer saber agora? Qual o tamanho do meu pé? — Ri, não pude evitar fazer uma pequena piada á respeito do Príncipe Europeu, ele sempre mandava cartas solicitando que Adrien me perguntasse coisas, e já fazia um ano, acho que ele já sabia o bastante, não? Deveria vir logo me conhecer. Argh.
Eu nunca gostei de esperar, é tortura, eu não desejo me casar, mas, essa rotina de perguntas sobre mim está me deixando realmente ociosa. Nem tinha notado que Adrien já começará á fazer perguntas á mim.
— Então, Vossa Alteza, qual és a tua estação do ano favorita?
Eu não me importava, eu realmente adorava as variações de tempo e não me importava com isto, viver com algo repetitivo não era agradável para mim.
-Acho que Primavera. — Flores, eu as amo, o mundo fica tão colorido na presença delas.
Notei seus olhares sobre mim.
— Marinette... — Ele disse, olhei para ele um tanto confusa, não era permitido que nenhum cavalheiro me chamasse pelo nome assim.
— M-me desculpe! Vossa A-alteza.
Sua face era estranhamente preocupada, ele me olhava como se suplicasse para que eu o perdoasse, ele ficou me observando esperando uma reação, e tudo que eu consegui fazer foi: começar á rir. Ele ficou ainda mais confuso, então me aproximei dele.
— Está tudo bem, agora, continue a frase. — Dei um suspirinho divertido, gostava de como ele ficava nervoso na minha presença.
— Vossa Alteza quer...ir até a cidade comigo? Á noite. — Ao ouvir isto, só consegui ter um pensamento "Mais perguntas?!" Porém, tentei ser agradável.
— Não seria direito para uma dama fazer este tipo de coisa, Sr. Agreste, mas, aceitarei o convite. — Disse, fazendo uma mesura e me retirando do ambiente, indo direto aos meus aposentos, me arrumar para o Jantar que teria com os atuais governadores do Japão e China.
■ Narrado por Adrien Agreste.
Caminhei sozinho por mais um breve tempo após a Princesa Marinette ir cumprir seus compromissos, olhava para o céu azul com algumas nuvens tempestuosas surgindo, pressionei os lábios enquanto as observava.
Somente após um tempo pensando sozinho, percebi o que tinha feito, eu havia convidado Marinette pra sair? Que coisa eu havia feito? Ela era uma Princesa, e eu havia sido enviado somente para conhecê-lá, para que após isto, ela se case com quem foi prometida desde o nascimento.
Félix, meu primo, e Príncipe.
Estranhei o modo impulsivo ao qual agi perto dela, ficar perto dela era tão agradável, não sei ao certo o porquê, é como se nos conhecêssemos á bastante tempo.
Fui para um canto mais isolado, e Plagg logo saiu do bolso interno do meu terno.
— Plagg, mostrar as garras! — Eu disse, e assim foi feito, já transformado, e a primeira coisa que consegui pensar ao fazê-ló foi: Ladybug.