"Liberdade, é oque queremos, deixe nosso povo, e assim viveremos, sem guerra sem lutas, apenas com a Paz, queremos nossa Paz e nada mais...!"
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minhas mãos começavam a suar, meu corpoestava quente, eu pensava que mais uma vez iria perder.
"Pela décima vez Cecília, sim, ele quer guerra!" minha mãe falava num tom de estresse.
O frio na minha barriga almentava cada vez mais.
"Mas eu não posso!" Me levanto de meu trono, e começo a andar pela palácio, dando voltas e voltas.
"E se eu perdemos de novo?" Paro de andar, e encaro minha mãe, que estava com um rosto de deboche, misturado com estresse.
"Você decide! Ou Guerra ou Guerra!" e novamente ela me olhava com aquele olhar de Serial Killer.
Ela é uma mulher difícil de se aguentar, me criou com meu pai até meus vinte e seis anos, depois desses anos, meu pai "faleceu" o Reino todo ficou "abalado" até quem eu menos esperava...Ela tem espírito de guerra, como meu pai, na maioria das vezes, ela que comanda tudo por aqui, quando estou de cabeça quente, coração de pedra, difícil de quebrar, por isso mesmo eu nem tento!
Fico extremamente sem saber a resposta que eu iria dar a ele...
ela respira fundo.
"vou cuidar das coisas lá fora." Fala, mas agora com um tom mais calmo.
Ela vai em direção a saída do Palácio.
Me sento no trono.
"Depois de tudo que passamos juntos...Depois de tudo, ele me vem com esse papo!" falo sozinha, como sempre.
Fico aflita, meu coração quase sai pela boca!
"Por favor, me tragam um copo d'água."
Me refiro ao guarda que estava ao meu lado, acompanhando tudo oque acontecia ali, ele parecia mais aflito que eu!
Ele me traz a água em segundos.
"Obrigada." Tomo a água, e respiro profundamente, cada gole era como se fosse gotas de calmante, que caíam na minha alma, de pouquinho em pouquinho.
"Rainha...se me permite a fala."
"Estou ouvindo."
"Tente conversar com ele, tente fazer com que eleaceite a Paz que nós queremos! Já perdermos muitos da última vez, e não conseguimos restaurar nosso exército!"
"Você já não acha quê eu estou tentando!!" Altero meu tom de voz, e ao mesmo tempo me levanto e o encaro
"Desculpe, vossa alteza..." ele abaixa a cabeça, e fala em um tom baixo, um tom de...medo?
Suspiro.
"Me desculpe. Você tem razão..." Me sento novamente, apoio meu braço no "braço" do meu trono, coloco meus dedos em minha testa, tentando pesar em algo que eu possa fazer.
"Arrume meu navio por favor, peça para Malala para arrumar minha mala também."
O meu humor mudou tão rápido, que eu realmente acho que sou bipolar.
Uma idéia na minha mente começou a se soltar, eu sorria levemente, enquanto pensava nisso.
"Agora mesmo irei fazer oque a senhora mandou! Se me permite a minha retirada."
"Pode ir." Faço um sinal com a mão para que ele fosse dispensado.
*
"Malala!"
Uma albina, realmente bonita, foi criada pelos pais até os 15 anos de idade, depois ela foi seguir sua vida no "trabalho", e acabou que ela veio parar em meu palácio no ano retrasado, e já se completou três anos de nossa amizade, ela é minha "assistente" digamos assim, somos bem íntimas, até demais, quando vou conversar com ela, nem parece que sou a rainha de um reino, gosta de uma brincadeira, e até acho ela mais moderna que eu, mais enfim, eu amo ela.
"oque queres queridíssima?" fala em um tom brincalhão, vindodo meu quarto até mim com seu andar de doidinha, não que ela seja, ou talvez seja, vocês me entenderam.
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"Ele quer Guerra!" Falo, voltando a ficar aflita novamente, indo na direção da menina
Ela entende oque eu quis dizer, e o humor dela muda rapidamente, e a mesma me olha com um olhar de tristeza é de desprezo!
"Ok, me explica isso, agora!" Pega em meu pulso, com sua mão branca e gelada, me puxa até o quarto, sentamos em minha cama, as minhas roupas estavam totalmente espalhadas sobre a cama, por conta que ela estava arrumando minha mala.
"Vai, desenbucha!" A mesma fala aflita, e me olha profundamente em meus olhos, eu fico arrepiada com a encarada dela!