Ela, uma simples funcionária de uma fábrica de lâmpadas. Trabalha 10 horas por dia e nem tem todos os seus direitos trabalhistas. Um verdadeiro trabalho escravo. Mas ela estava feliz, o salário que ganha dá pra pagar as contas, o aluguel e manter su...
Ralff estava sentado, lendo um livro quando ela aparece. O sorriso em seu rosto era perturbador, mas era gratificante ver ela ali. Ela o abraçou e então o pegou pela mão e o levou até o banheiro. A banheira já estava cheia e ela pediu pra ele tirar suas roupas pois ela lhe daria um banho. Assim que estava despido e entrou na banheira, ela o afogou na água. Pressionando sua cabeça contra o chão da banheira.
Ralff estava desesperado, o ar já estava lhe faltando. E então decidiu se entregar de uma vez, já que esse era seu destino. Ser morto por sua própria mãe. E então quando já estava perto do fim, uma escuridão se aproximando...
Ralff acordou suado. Sonhara mais uma vez com aquilo. Ele elou pra janela e já havia luz entrando por entre as frestas da cortina. Ralff se levantou e foi pro banheiro, saiu de lá depois de 1 hora.
Ranulff colocou a cueca, uma blusa branca regata, uma camisa jeans clara, uma calça jeans de lavagem escura e então uma jaqueta jeans. Foi até seu banheiro, pegou uma escova e passou em seus cabelos.
Verificou o horário e ainda estava cedo. Desceu pra tomar café e encontrou a irmã já sentada na mesa e com a cara amrrada. A cumprimentou mas a mesma não o respondeu e então ele rolou os olhos e se sentou na mesa.
O mordomo se inclinou pra pôr seu café mas o mesmo o dispensou e sozinho se serviu. Depois de ter termindo de comer, Cody se levantou e pôs seu guardando na mesa e então olhou pro irmão, que estava encarando o próprio prato num tédio absoluto.
- O Daniel chegou Ralff. Eu vou receber ele. Se comporte.
Ah fala sério. Ralff pensou. Quem tinha que se comportar era ela, ela é quem era a criança da família, não ele. Ralff terminou de comer no segundo em que os dois adentraram o ambiente. Quando Ralff olhou pra o tal Daniel, o cara tremia igual vara verde. Ele estava vestido com uma calça jeans, uma blusa branca, e um suéter, mas como Ralff era bastante observador viu que em seu braço tinha algumas tatuagens.
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Ralff já não gostara daquilo.Ele era aparentemente bem mais velho que Cody. Ralff controlou suas emoções e se levantou. Analisou o garoto de cima abaixo e estendeu a mão pra ele, o mesmo apertou com relutância.
- Prazer, senhor Veneratti. É um prazer conhecê-lo- Daniel falou gaguejando e Ralff sentiu o poder de soberania.
- Não posso dizer o mesmo- Ralff olhou pra ele e Cody arqueou as sobrancelhas- Estou brincando- E então soltou uma risada sem humor.
- Acho que o senhor está ciente do que eu vim fazer aqui, certo?- Daniel pigarreou e então se sentou na cadeira que Ralff ofereceu.
- Sim e eu não estou nenhum pouco contente com isso. Cody é muito nova pra namorar, e você deve ser uns mil anos mais velho que ela. Aliás, quantos anos você tem...
- Daniel, senhor. Eu tenho 21 anos. Mas se me permite dizer, acho que não sou tão velho assim.
- Chega a ser pedofilia, sabia? Ela ainda é de menor. Enquanto você é 5 anos mais velho que ela.
- Mas o que importa é o que eu sinto por ela, certo? Então, eu prometo que eu nunca vou magoar a sua irmã, e se um dia eu o fizer, eu deixo o senhor fazer o que quiser comigo.
- Ah sério?- Ralff gostara dessa parte da conversa. Não que Ralff seja um maníaco, mas ele faria qualquer coisa pela irmã- Mas ainda assim, eu não estou de acordo. Não agora.- Ralff afasta a cadeira que estava atrás dele e fica lado a lado com Daniel.- Cody, eu estou indo visitar Bella. Ele pode ficar aqui, mas por favor, não façam nada que eu não faria- Ralff deu uma risadinha e então fez sua técnica com o garoto.
Daniel quase teve uma taquicardia, mas Cody simplesmente ignorou como sempre faz. E então abraçou o namorado e disse que o irmão era um otário que não fazia mal nem pra uma mosca. Obviamente Cody não falou isso na presença do irmão.