Capítulo Setenta.

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Espero que gostem!

Boa leitura!

~•~

Estava arrumando o vestido que Nashi usará na festa mais tarde. 

Sim, o grande dia chegou. Hoje minha princesinha está completando seu primeiro aninho de vida.

Olhei para a menina que brincava com os ursinhos e pensava em como o tempo passava rápido. Nashi estava feliz e saudável e isso era o que realmente importava.

— Má! – mostrou o ursinho. – Aah!

— Que lindo. – sorriu.

Pronto. 

Agora sim estava tudo organizado e era só esperar o momento certo para arrumá-la.

Será que já montaram o painel? Acho que ligarei para Natsu e perguntarei. Era ele quem estava acompanhando de perto os responsáveis pela organização e buffet.

Estava tão distraída que levei um pequeno susto ao sentir algo na minha perna. Olhei para baixo e era Nashi se apoiando para ficar em pé. Ela sorria enquanto me encarava. Suas pernas tremiam e ela tinha esse olhar de orgulho.

— Má! – deu aquele sorriso enorme, com os quatro dentinhos aparecendo. — Aah!

— O que foi, hein? 

Ela sorriu e caiu de bunda no chão. Fez bico, mas se apoiou novamente e levantou. Sorriu mais uma vez. 

Eu compartilho desse mesmo orgulho.

A peguei, sentei na cama e deixei um beijo na bochecha gordinha. Suas mãos estavam no meu rosto e sua boca encaixou no meu queixo.

— BáBáBáBáBáBáBáBáBá. – babou a área.

Levantei com ela no colo e fomos até o sofá da sala. A coloquei de pé nas minhas coxas e segurei suas mãozinhas. Ela ficava dobrando e esticando os joelhos, como se quisesse pular. Por enquanto, Nashi apenas fica em pé tendo apoio, mas ela estava tão perto de andar.

— DÁ-DÁ! – ela deu impulso, sorriu, babou mais e gritou, tudo isso porque Natsu chegou.

— Quanta empolgação! – disse rindo.

— Né? 'Tá quase pulando no chão. – ri.

Aproximou-se, a pegou no colo e lhe deu um beijinho. 

— Dá-da! Ná!

— Pa-pai.

— Pá! – sorriu.

— Desiste. Já falei que a primeira palavra será: "mamãe".

— Isso é o que você quer, né? Mas a realidade será outra. – revirei os olhos. — Quer apostar?

— Apostar a primeira palavra da nossa filha? Que horror. Qual é o acordo?

— Se for "papai", você fará o que eu quiser por uma semana.

— Não tenho disposição 'pra transar todos os dias.

— Ei, cuidado com as palavras na frente da criança. – cobriu o ouvido dela. — Não importa, terá que fazer o que eu quiser durante a semana.

— E se for "mamãe", você terá que me servir por uma semana.

— Fechado. – estendeu a mão.

— Fechado. — a apertei.

— Aaaah! – Nashi pôs a mãozinha por cima da nossa.

— Parece que selamos o acordo. – eu disse e ele riu concordando.

Apenas Um Mês... ou Talvez Mais! [Finalizada]Onde histórias criam vida. Descubra agora