💃🏻 LUD 17 🧎🏻‍♂️

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Victoria: Também te amo meu amor... minha vida...- o olhei - obrigada por existir...- lhe sorri encantadora e beijei de leve seu queixo.

Heriberto: Agradeço a Deus todos os dias, por ter te colocado em minha vida... por ter me dado à oportunidade de cuidar desse coraçãozinho que foi tão machucado... por ter te ajudado a encontrar suas filhas... por ter me dado uma família linda... e que está crescendo... agora... está me dando um filho... está completando o ciclo na vida de um homem... está me tornando pai... o que sempre desejei e não fui capaz de dar esse passo... não até te conhecer... obrigado por ser meu cais, por me deixar ir e sempre me ancorar quando regresso... me deu asas para voar e ao mesmo tempo raízes para ficar... é com você que eu quero sempre estar e ficar... é ao seu lado que eu quero dormir e acordar... envelhecer... ver o nosso filho crescer... os nossos netos... as nossas meninas... com você tenho ânsia de viver... de lutar... de buscar e querer... é minha rainha das passarelas - sussurrei lhe olhando.

O escutei atentamente e suspirei meio emocionada.

Victoria: Meu amor... já te disse que você me deixa sem palavras? - sorri terna o olhando - você é tudo o que disse e bem mais... obrigada por ter estado ao meu lado esse tempo todo... por ter me apoiado... guiado... por ter me devolvido as minhas meninas, mesmo que sem saber... por me amar... por mais esse presente...- toquei minha barriga - por nossa família... por ter me devolvido a felicidade... por ser o meu amor...

Heriberto: Sempre o terá meu amor - sussurrei voltando à lhe beijar.

Deitei na cama e lhe aconcheguei em meu peito. Ficamos ali juntinhos e minutos depois dormimos. A noite havia sido cansativa e ela necessitava de todo cuidado, estava fraca por ter passado mau e eu iria cuidar da minha esposa com muito prazer.

No jantar demos a notícia a minha mãe e a Giovana. Como esperava, minha mãe não se surpreendeu, já imaginava que ela sabia. Quanto a Giovana recebeu bem a notícia, estava amando saber que teríamos um bebê em casa. Quanto à Giulia, essa foi irredutível, não queria saber da mãe, muito menos do bebê, desconfiava de que ela havia ficado mexida com a notícia, só não admitia.

Anos depois...

Eu e Victoria acabaramos de completar cinco anos de casado, nosso pequeno Bernardo estava com três anos. Ele era a alegria da casa, fora a Giovana. Com o passar do tempo ela havia se convertido em minha filha, amei quando ela me chamou de pai pela primeira vez, ainda me lembro. Ela não tinha contato com Osvaldo, assim como a Giulia não queria com a Victoria, ela estava revoltada e irredutível em suas atitudes, havia deixado de me ver e isso me deixou muito triste, amava minha sobrinha como a uma filha. Minha mãe continuava morando conosco e nos ajudava em tudo com o nossos filhos. Eu e Victoria continuavamos naquela correria de casa, empresa, desfiles, reuniões e claro nosso casamento. Nos desdobravamos em mil, mas não deixavamos nosso amor se apagar. Giovana havia ingressado na faculdade de modas e estava em seu terceiro ano. Giulia havia começado o curso de direito, seu sonho era ser juíza.

Naquele dia eu estava mais inquieta do que nunca. Há dias não sabia nada sobre a Giulia, nem mesmo aquele desgraçado do Osvaldo me falava nada. Fui até o quarto de minha menina e bati na porta.

Victoria: Filha...- abri a porta com calma - podemos conversar meu amor?..- olhei para Giovana.

Giovana: Oi mãe - à olhei - pode entrar - falei colocando o lápis na mesinha e fui para cama com ela - está tudo bem?

Victoria: Está sim minha vida...- lhe sorri fraco - bom... na verdade não... Giovana... sabe da sua irmã?... há dias eu pergunto para aquele...- me calei e suspirei - para o Osvaldo sobre ela... mas ele não me diz nada.

Llegaste Un Día - Victoria y Heriberto (Concluido)Onde histórias criam vida. Descubra agora