No Reino de Nimphys, uma praga fora solta. Ninguém sabe de onde veio, quem a soltou por aquelas terras e muito menos como pará-la. Sem a cura, seu povo corre risco de extinção
Rainha Hadassa, temendo por seu âmbito, propõe alianças ao Rei de Verífu...
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DALILA AEQUALITER NUBILA
Entrei em meu quarto e, só nesse momento permiti-me gargalhar. Ora, ora... quem diria que uma simples Nimphys iria "deter" o poderoso Dante Maghi's!?
- Espero que esteja feliz, querida, porque estou aqui pra tirar seu sorrisinho do rosto.- escutei.
Arregalei os olhos e não consegui me mexer. Por Varna!
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-Sua guarda está baixa!- ela gritou, batendo o bastão em minha perna.
A dor me atingiu com força e senti minha perna deslizar pela grama, involuntariamente. Murmurei algo que, com certeza, não era para ser dito por uma princesa e me levantei.
- Ao menos já aprendeu a sempre levantar.- Laisla, minha professora de luta, concluiu.
Ela começou a treinar-me antes dos meus 13 anos, mas, há uns 5 meses ela se afastou porque esteve grávida - mas, a gravidez não vingou.- então, foi uma enorme surpresa tê-la hoje, em meu quarto. Me apavorei, inicialmente, pois ela sempre fora severa- o que com certeza ajudou na minha disciplina. Graças à ela e sua severidade, eu era uma boa lutadora. Claro que, comparada à Laisla, não sou nem uma lutadora, mas, claro que eu não falaria isso pra ela.
A senhorita Laisla- que tem aproximadamente 30 anos e nem um filho vivo- me observava como uma fera prestes a atacar. Ela me analisava dos pés à cabeça e percebi que minhas pernas estavam lado-a-lado. Ajeitei a coluna e arrumei as pernas de modo que parecessem um L. O canto de sua boca levantou um pouco - para um sorriso maquiavélico- e ergui os punhos na frente de meu rosto.
Pronto. Eu estava pronta. Com a guarda fechada e pronta pra luta- que estava um pouco injusta, já que perdi meu bastão. Laisla se aproximou enquanto girava um dos bastões.
Ia dar-te um dos meus, mas, nem todo inimigo gosta de ser justo.- me informou, mesmo que eu já soubesse.
Eu assenti e ela estava a poucos metros de distância. Então, ela jogou um dos bastões para longe das duas e agarrou o outro com as duas mãos, tudo foi muito rápido, mas, ela saltou até mim e ia bater com eles no meu peitoral, mas ergui meus braços e forcei como defesa, enquanto encarava seu olhar ardil. Quando senti que estava ganhando aquela luta força-a-força, ela chutou meu joelho direito. Enquanto eu caía, rolei e pus força na perna esquerda para chutar quaisquer partes do seu corpo. Acabei chutando a coxa e ela grunhiu, caindo como uma fruta madura.