No Reino de Nimphys, uma praga fora solta. Ninguém sabe de onde veio, quem a soltou por aquelas terras e muito menos como pará-la. Sem a cura, seu povo corre risco de extinção
Rainha Hadassa, temendo por seu âmbito, propõe alianças ao Rei de Verífu...
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DALILA AEQUALITER NUBLIA
Olhei para Dante, que me olhava com um sorriso maroto no rosto. Eu lutava contra meu próprio corpo para não ficar vermelha por causa lembranças dos meus sonhos.
- Está com calor, meu bem? - Perguntou o desgraçado.
- Não, mas se você tiver eu posso jogar um raio em você. - falei, sorrindo, e ele se encostou na cadeira, emburrado.
Revirei os olhos, entrei na carruagem e logo depois, ele entrou. O cocheiro fechou a porta e depois de alguns minutos começamos a andar rapidamente, até não estarmos mais no chão.
A primeira parte da viagem, se passou em completo silêncio, até que...Aquele ser...Se virou para mim e sorriu.
- Sonhou muito essa noite, querida? - me virei para ele e sorri.
-sonhei, sabe e foi... - fiz uma pausa e vi seu sorriso alargar - um pesadelo horrendo - então seu sorriso morreu e o meu cresceu.
-tenho certeza que foi, para uma criança igual você ! - falou, com superioridade.
- quantos anos Vossa Majestade tem? - perguntei, me virando e lhe encarando.
- 31 - respondeu, cruzando os braços.
- Ah! Claro. Me desculpe,- debochei.- senhor ancião, de 101 anos, com tanta experiência para ajudar jovens inexperientes - falei, colocando a mão no peito e fingindo emoção.
Ele olhou pra mim, agora, irritado e abriu a boca para falar, mas a carruagem começou a descer rapidamente. Olhei para Dante que estava em pé abrindo a cortina e fiz o mesmo. Percebi que o cocheiro não estava mais lá, e que nós estávamos caindo no mar.
-Fique aqui, eu vou tentar, controlar novamente. - olhei para ele, séria.- Pelo menos uma vez, me obedeça.
Concordei com a cabeça - pois estava assustada - e ele abriu a porta, fazendo um forte vento entrar. Nós estávamos em meio a um tornado. Quanta sorte!
Me concentrei e consegui diminuir a sua intensidade e Dante me olhou. Balancei a cabeça em sinal para ele se apressar e ele fez uma careta, depois começou a andar nos cantos da carruagem até chegar onde o cocheiro estava.
O maldito rei sentou no lugar e pegou as rédeas dos cavalos rapidamente - me causando um imenso alívio. A carruagem foi coberta por uma magia roxa, tentei ao máximo segurar o vento mas meus poderes começaram a falhar. Droga! Sabia que eu devia ter tomado café!
Depois de alguns minutos, a carruagem foi estabilizada e eu me permiti descansar.
Me deitei na pequena acomodação, e me aconcheguei, fechando lentamente os olhos e relaxando o meu corpo.
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