Capítulo 3: Desenhos e cuidado

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Boa tarde, boa noite, bom dia minha gente! Aproveitando essa onda de bom humor que vem me devastando nos últimos dias, resolvi postar capítulo antes do dia que havia planejado e é isto *palmas, assobios e gritos*

Ah! Pra quem não me segue e tudo mais, eu postei fic nova recentemente, vocês podem ir dar uma olhadinha, sim? É só entrar no meu perfil :)

Capítulo de hoje sempre me faz chorar porque eu sou uma maria mole, espero que vocês também se emocionem com as crianças Kim sendo os irmãozinhos mais amáveis do mundo :(((

Até as notas finais!

Até as notas finais!

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Sua cabeça quis rodar ao ouvir a fala de seu irmão abafada pelos edredons

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Sua cabeça quis rodar ao ouvir a fala de seu irmão abafada pelos edredons. Foi como se um balde de água gelada tivesse molhado seu corpo no severo inverno, como se algo tão ruim tivesse sido dito que ela era incapaz de digerir. Parecia um assombro, e ela mal podia disfarçar seu medo.

Pensou que talvez houvesse entendido errado, que não era o que ele havia dito, mas logo suas dúvidas caíram por terra ao ouvi-lo dizer, com clareza:

― O que você vai dizer ao saber que eu sou gay, irmã?

Taehyung havia levantado, e estava sentado na cama, sem se importar em mostrar sua fragilidade e seus olhos inchados. O rosto de traços fortes agora exprimia pavor, relutância, como se achasse que ela o condenaria como a mãe faria. Ela quase era capaz de ouvir o coração de seu irmão mais novo bater, e ele tremia seus maxilares, não só pela dor, mas também pelo medo de ser rejeitado por quem ele mais amava.

Ela estava chocada e era impossível fazer com que sua face perdesse aquela expressão. Não, ela nunca o condenaria, não se julgava no direito de condenar ninguém e tudo que ela queria saber era como ele havia descoberto. Fechou os lábios e os olhos, engolindo a saliva que havia se formado em sua boca. Se esforçou para não falar alto, e no fim seus esforços deram certo. Fez um movimento com sua cabeça para que Taehyung voltasse a se deitar e assim ele fez, ainda com aquele rosto duvidoso.

― Quando... quando foi que isso começou? Digo, como você descobriu e... quem é ele? — sussurrou ela, voltando ao seu trabalho de limpar aqueles machucados.

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